{"id":2300,"date":"2019-08-13T05:47:32","date_gmt":"2019-08-13T05:47:32","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2300"},"modified":"2019-08-13T05:47:34","modified_gmt":"2019-08-13T05:47:34","slug":"alma-identificou-antepassados-escuros-de-galaxias-elipticas-gigantes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/08\/13\/alma-identificou-antepassados-escuros-de-galaxias-elipticas-gigantes\/","title":{"rendered":"ALMA identificou antepassados &#8220;escuros&#8221; de gal\u00e1xias el\u00edpticas gigantes"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> Os astr\u00f3nomos usaram o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) para identificar 39 gal\u00e1xias t\u00e9nues que n\u00e3o foram observadas na vis\u00e3o mais profunda do Universo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, a 10 mil milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia. S\u00e3o dez vezes mais numerosas do que gal\u00e1xias igualmente massivas, mas visualmente brilhantes, detetadas com o Hubble. A equipa de investiga\u00e7\u00e3o assume que estas gal\u00e1xias fracas antecedem as gal\u00e1xias el\u00edpticas massivas no Universo atual. No entanto, nenhuma teoria significativa para a evolu\u00e7\u00e3o do Universo previu uma popula\u00e7\u00e3o t\u00e3o abundante de gal\u00e1xias massivas escuras e formadoras de estrelas. Os novos resultados do ALMA colocam em quest\u00e3o a nossa compreens\u00e3o do Universo primitivo. Os resultados foram publicados na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o da revista Nature. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190807_Wang_Hdrop.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"909\" height=\"749\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190807_Wang_Hdrop.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2301\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190807_Wang_Hdrop.png 909w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190807_Wang_Hdrop-300x247.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190807_Wang_Hdrop-768x633.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 909px) 100vw, 909px\" \/><\/a><figcaption>O ALMA identificou 39 gal\u00e1xias t\u00e9nues n\u00e3o identificadas na vis\u00e3o mais profunda do Universo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, a 10 mil milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia. Este exemplo mostra uma compara\u00e7\u00e3o das observa\u00e7\u00f5es do Hubble e do ALMA. As imagens numeradas de 1 a 4 s\u00e3o as posi\u00e7\u00f5es das gal\u00e1xias t\u00e9nues n\u00e3o observadas na imagem do Hubble.<br>Cr\u00e9dito: Universidade de T\u00f3quio\/CEA\/NAOJ<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estudos anteriores descobriram gal\u00e1xias com forma\u00e7\u00e3o estelar extrema no Universo primitivo, mas a popula\u00e7\u00e3o \u00e9 bastante limitada,&#8221; disse Tao Wang, autor principal da investiga\u00e7\u00e3o da Universidade de T\u00f3quio, da Comiss\u00e3o Francesa de Energias Alternativas e Energia At\u00f3mica (CEA) e do NAOJ (National Astronomical Observatory of Japan) do Jap\u00e3o. &#8220;A forma\u00e7\u00e3o estelar nas gal\u00e1xias t\u00e9nues que identific\u00e1mos \u00e9 menos intensa do que em gal\u00e1xias extremamente ativas, mas estas s\u00e3o 100 vezes mais abundantes. \u00c9 importante estudar um componente t\u00e3o importante da hist\u00f3ria do Universo para compreender a forma\u00e7\u00e3o das gal\u00e1xias.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Wang e a sua equipa observaram tr\u00eas &#8220;janelas&#8221; ALMA do Universo profundo, abertas pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble: os campos CANDELS. A equipa descobriu 63 objetos extremamente vermelhos nas imagens infravermelhas obtidas pelo Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer da NASA: s\u00e3o demasiado vermelhas para serem detetadas com o Hubble. No entanto, a resolu\u00e7\u00e3o espacial limitada do Spitzer impediu que os astr\u00f3nomos identificassem a sua natureza.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ALMA detetou emiss\u00e3o de ondas submilim\u00e9tricas de 39 dos 63 objetos extremamente vermelhos. Gra\u00e7as \u00e0 sua alta resolu\u00e7\u00e3o e sensibilidade, o ALMA confirmou que s\u00e3o gal\u00e1xias massivas com forma\u00e7\u00e3o estelar e que est\u00e3o a produzir estrelas 100 vezes de modo mais eficiente do que a Via L\u00e1ctea. Estas gal\u00e1xias s\u00e3o representativas da maioria das gal\u00e1xias massivas do Universo de h\u00e1 10 mil milh\u00f5es de anos, a maioria das quais at\u00e9 agora n\u00e3o tinham sido discernidas por estudos anteriores.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190807_Wang_galaxy-680x481.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/20190807_Wang_galaxy-680x481.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Impress\u00e3o de artista das gal\u00e1xias distantes observadas com o ALMA. O ALMA identificou gal\u00e1xias t\u00e9nues e invis\u00edveis ao Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. Os investigadores assumem que aquelas gal\u00e1xias fracas s\u00e3o os antepassados de gal\u00e1xias el\u00edpticas massivas no Universo atual.<br>Cr\u00e9dito: NAOJ <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ao manter este ritmo de forma\u00e7\u00e3o estelar, as gal\u00e1xias detetadas pelo ALMA provavelmente transformar-se-iam na primeira popula\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias el\u00edpticas massivas formadas no in\u00edcio do Universo,&#8221; disse David Elbaz, astr\u00f3nomo da CEA e coautor do artigo. &#8220;Mas h\u00e1 um problema. S\u00e3o inesperadamente abundantes.&#8221; Os cientistas estimaram a sua densidade num\u00e9rica como equivalente a 530 objetos por cada grau quadrado do c\u00e9u. Esta densidade num\u00e9rica excede em muito as previs\u00f5es dos modelos te\u00f3ricos atuais e das simula\u00e7\u00f5es de computador. Al\u00e9m disso, de acordo com o modelo amplamente aceite do Universo com um tipo particular de mat\u00e9ria escura, \u00e9 um desafio construir um grande n\u00famero de objetos massivos numa fase t\u00e3o inicial do Universo. Como um todo, os resultados atuais do ALMA desafiam a nossa atual compreens\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tal como a gal\u00e1xia M87, da qual os astr\u00f3nomos recentemente obtiveram a primeira imagem de um buraco negro, as gal\u00e1xias el\u00edpticas massivas est\u00e3o localizadas no cora\u00e7\u00e3o de aglomerados de gal\u00e1xias. Os cientistas pensam que estas gal\u00e1xias formaram a maioria das suas estrelas no in\u00edcio do Universo,&#8221; explica Kotaro Kohno, professor da Universidade de T\u00f3quio e membro da equipa de investiga\u00e7\u00e3o. &#8220;No entanto, pesquisas anteriores pelas progenitoras destas gal\u00e1xias massivas n\u00e3o tiveram sucesso porque foram baseadas apenas em gal\u00e1xias que s\u00e3o facilmente detet\u00e1veis com o Hubble. A descoberta deste grande n\u00famero de gal\u00e1xias t\u00e9nues e massivas, invis\u00edveis ao Hubble, fornece evid\u00eancias diretas da montagem precoce de gal\u00e1xias massivas durante os primeiros mil milh\u00f5es de anos do Universo.&#8221; Observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento mais detalhadas, com o ALMA e com o futuro Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA, ser\u00e3o essenciais para fornecer informa\u00e7\u00f5es adicionais sobre a natureza destas gal\u00e1xias. Os novos estudos poder\u00e3o construir um quadro completo da forma\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica no Universo inicial.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-release\/alma-identified-dark-ancestors-of-massive-elliptical-galaxies\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.u-tokyo.ac.jp\/focus\/en\/press\/z0508_00066.html#\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de T\u00f3quio (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/doi.org\/10.1038\/s41586-019-1452-4\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1908.02372\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomynow.com\/2019\/08\/07\/alma-finds-previously-unseen-ancestors-of-giant-elliptical-galaxies\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy Now<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-08-astronomers-vast-ancient-galaxies-dark.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/ALMA_Identifies_Dark_Ancestors_of_Massive_Elliptical_Galaxies_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Galaxy_formation_and_evolution\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/alma.mtk.nao.ac.jp\/e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>CANDELS:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/candels.ucolick.org\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/CANDELS\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os astr\u00f3nomos usaram o ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) para identificar 39 gal\u00e1xias t\u00e9nues que n\u00e3o foram observadas na vis\u00e3o mais profunda do Universo do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble, a 10 mil milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia. 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