{"id":2286,"date":"2019-08-06T05:32:41","date_gmt":"2019-08-06T05:32:41","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2286"},"modified":"2019-08-06T05:32:43","modified_gmt":"2019-08-06T05:32:43","slug":"a-via-lactea-em-tres-dimensoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/08\/06\/a-via-lactea-em-tres-dimensoes\/","title":{"rendered":"A Via L\u00e1ctea em tr\u00eas dimens\u00f5es"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/en.uw.edu.pl\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/teleskop-warszawski-i-cefeidy-w-drodze-mlecznej-odkryte-przez-przeglad-nieba-879x300.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"879\" height=\"300\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/teleskop-warszawski-i-cefeidy-w-drodze-mlecznej-odkryte-przez-przeglad-nieba-879x300.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2287\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/teleskop-warszawski-i-cefeidy-w-drodze-mlecznej-odkryte-przez-przeglad-nieba-879x300.jpg 879w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/teleskop-warszawski-i-cefeidy-w-drodze-mlecznej-odkryte-przez-przeglad-nieba-879x300-300x102.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/teleskop-warszawski-i-cefeidy-w-drodze-mlecznej-odkryte-przez-przeglad-nieba-879x300-768x262.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 879px) 100vw, 879px\" \/><\/a><figcaption>O Telesc\u00f3pio Warsaw e as Cefeidas da Via L\u00e1ctea descobertas pelo levantamento OGLE. <br>Cr\u00e9dito: K. Ulaczyk\/J. Skowron\/OGLE\/Observat\u00f3rio Astron\u00f3mico da Universidade de Vars\u00f3via<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando Galileu apontou o seu primeiro telesc\u00f3pio \u00e0 Via L\u00e1ctea no in\u00edcio do s\u00e9culo XVII, ele notou que consiste principalmente de in\u00fameras estrelas. Desde aquela \u00e9poca, o estudo das propriedades e da hist\u00f3ria da nossa Gal\u00e1xia tem absorvido muitas gera\u00e7\u00f5es de cientistas. Na revista Science, astr\u00f3nomos polacos do Observat\u00f3rio Astron\u00f3mico da Universidade de Vars\u00f3via apresentaram um mapa tridimensional \u00fanico da Via L\u00e1ctea. O mapa fornece informa\u00e7\u00f5es sobre a estrutura e sobre a hist\u00f3ria da nossa Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde o s\u00e9culo XVII que os astr\u00f3nomos est\u00e3o cientes de que a Terra, o Sol e os outros planetas do Sistema Solar, juntamente com milhares de milh\u00f5es de estrelas vistas com telesc\u00f3pios, formam a nossa Gal\u00e1xia. Estas estrelas, se observadas longe das luzes da cidade, parecem &#8220;leite derramado&#8221; no c\u00e9u e formam a faixa da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente, pensa-se que a Via L\u00e1ctea \u00e9 uma t\u00edpica gal\u00e1xia espiral barrada que consiste de uma regi\u00e3o central em forma de barra rodeada por um disco plano de g\u00e1s, poeira e estrelas. O disco compreende quatro bra\u00e7os espirais e tem um di\u00e2metro de aproximadamente 120.000 anos-luz. O Sistema Solar est\u00e1 localizado dentro do disco, a cerca de 27.000 anos-luz do Centro Gal\u00e1ctico, e \u00e9 por isso que as estrelas do disco, vistas de dentro, parecem uma faixa t\u00e9nue no c\u00e9u &#8211; a Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O conhecimento atual sobre a forma do disco da Via L\u00e1ctea \u00e9 baseado em v\u00e1rios elementos (como contagens de estrelas ou observa\u00e7\u00f5es de mol\u00e9culas de g\u00e1s no r\u00e1dio) informados pela extrapola\u00e7\u00e3o de estruturas vistas noutras gal\u00e1xias. No entanto, as dist\u00e2ncias destas caracter\u00edsticas s\u00e3o medidas indiretamente e dependem do modelo. O m\u00e9todo mais robusto de estudar a forma da Via L\u00e1ctea seria medir diretamente as dist\u00e2ncias de uma grande amostra de estrelas de um tipo espec\u00edfico, o que permitiria a constru\u00e7\u00e3o de um mapa tridimensional da Gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/ly6Dvx1.gif\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/ly6Dvx1.gif\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> A estrutura tridimensional da Via L\u00e1ctea foi cartografada usando dist\u00e2ncias de Cefeidas brilhantes.<br>Cr\u00e9dito: Jan Skowron\/OGLE\/Observat\u00f3rio Astron\u00f3mico da Universidade de Vars\u00f3via <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As estrelas vari\u00e1veis Cefeidas s\u00e3o perfeitas para esta tarefa. As Cefeidas s\u00e3o supergigantes jovens pulsantes: o seu brilho muda com um padr\u00e3o muito regular e muito bem definido, que pode variar de horas a v\u00e1rias d\u00fazias de dias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As Cefeidas seguem uma rela\u00e7\u00e3o entre o per\u00edodo de pulsa\u00e7\u00e3o e a luminosidade, permitindo inferir a luminosidade intr\u00ednseca de uma Cefeida a partir do seu per\u00edodo. A dist\u00e2ncia pode ent\u00e3o ser determinada comparando o brilho aparente e intr\u00ednseco,&#8221; diz a Dra. Dorota Skowron, autora principal do estudo. Ela acrescenta: a dificuldade adicional surge da presen\u00e7a de poeira e g\u00e1s interestelar que pode diminuir o brilho de uma Cefeida. Felizmente, as observa\u00e7\u00f5es no infravermelho reduzem essas incertezas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As dist\u00e2ncias \u00e0s Cefeidas podem ser determinadas com uma precis\u00e3o superior a 5%.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo mapa tridimensional da Via L\u00e1ctea foi constru\u00eddo usando uma amostra de mais de 2400 Cefeidas, a maioria das quais foram recentemente identificadas nos dados fotom\u00e9tricos recolhidos pelo levantamento OGLE (Optical Gravitational Lensing Experiment).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O levantamento OGLE est\u00e1 entre as maiores pesquisas de variabilidade do c\u00e9u, monitoriza o brilho de quais dois mil milh\u00f5es de estrelas. As cole\u00e7\u00f5es de estrelas vari\u00e1veis do OGLE, incluindo as Cefeidas da Via L\u00e1ctea, s\u00e3o as maiores do mundo e s\u00e3o utilizadas por muitos investigadores para v\u00e1rios estudos do Universo,&#8221; salienta o professor Andrzej Udalski, do projeto OGLE.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O mapa tridimensional rec\u00e9m-constru\u00eddo da Via L\u00e1ctea \u00e9 o primeiro mapa que se baseia em dist\u00e2ncias diretas de milhares de objetos individuais t\u00e3o distantes quanto o limite esperado do disco Gal\u00e1ctico. O mapa demonstra que o disco da Via L\u00e1ctea n\u00e3o \u00e9 plano, \u00e9 deformado a dist\u00e2ncias maiores que 25.000 anos-luz de Centro Gal\u00e1ctico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/en.uw.edu.pl\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/ogle_artist-impresion-of-our-galaxy-warping-and-flaring-at-the-edges-1.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/en.uw.edu.pl\/wp-content\/uploads\/2019\/08\/ogle_artist-impresion-of-our-galaxy-warping-and-flaring-at-the-edges-1.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Gal\u00e1xia deformada com a distribui\u00e7\u00e3o de estrelas jovens (Cefeidas) no seu disco inferida com Cefeidas da Via L\u00e1ctea.<br>Cr\u00e9dito: J. Skowron\/OGLE\/Observat\u00f3rio Astron\u00f3mico da Universidade de Vars\u00f3via <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A deforma\u00e7\u00e3o do disco Gal\u00e1ctico j\u00e1 tinha sido detetada antes, mas esta \u00e9 a primeira vez que podemos usar objetos individuais para tra\u00e7ar a sua forma em tr\u00eas dimens\u00f5es,&#8221; diz Przemek Mr\u00f3z, estudante da Universidade de Vars\u00f3via. Estrelas nas partes externas do disco da Via L\u00e1ctea podem estar deslocadas do plano Gal\u00e1ctico at\u00e9 4500 anos-luz em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s regi\u00f5es centrais da Gal\u00e1xia. A deforma\u00e7\u00e3o pode ter sido provocada por intera\u00e7\u00f5es com gal\u00e1xias sat\u00e9lites, g\u00e1s intergal\u00e1ctico ou mat\u00e9ria escura.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O disco Gal\u00e1ctico n\u00e3o tem uma espessura constante, cresce com a dist\u00e2ncia ao Centro Gal\u00e1ctico. O disco Gal\u00e1ctico tem cerca de 500 anos-luz de espessura perto do Sol, enquanto excede 3000 anos-luz perto da orla.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A idade das Cefeidas pode ser determinada com base nos seus per\u00edodos de pulsa\u00e7\u00e3o, o que permitiu que os astr\u00f3nomos realizassem uma tomografia et\u00e1ria da Via L\u00e1ctea. As Cefeidas mais jovens est\u00e3o localizadas perto do Centro Gal\u00e1ctico, enquanto que as mais velhas est\u00e3o perto do limite da Via L\u00e1ctea.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Encontr\u00e1mos muitas subestruturas alongadas no disco, compostas por estrelas de idade semelhante. Isto indica que as Cefeidas ali localizadas devem ter-se formado mais ou menos ao mesmo tempo num dos bra\u00e7os espirais. No entanto, as Cefeidas formadas num bra\u00e7o espiral n\u00e3o seguem a localiza\u00e7\u00e3o exata desse bra\u00e7o, porque as velocidades de rota\u00e7\u00e3o dos bra\u00e7os espirais e das estrelas s\u00e3o ligeiramente diferentes,&#8221; explica o Dr. Jan Skowron, coautor do estudo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos realizaram uma simula\u00e7\u00e3o simples para testar esta hip\u00f3tese. Injetaram v\u00e1rios epis\u00f3dios de forma\u00e7\u00e3o estelar nos bra\u00e7os espirais e atribu\u00edram movimentos e velocidades t\u00edpicas \u00e0s estrelas a\u00ed presentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As estruturas simuladas e observadas s\u00e3o surpreendentemente semelhantes. Isto mostra que a nossa ideia sobre a hist\u00f3ria recente do disco Gal\u00e1ctico \u00e9 plaus\u00edvel e que pode explicar as estruturas que vemos,&#8221; resume o Dr. Jan Skowron.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"The Milky Way in three dimensions\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RhhOvgHJMhM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.uw.edu.pl\/the-milky-way-in-three-dimensions\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Vars\u00f3via (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.osu.edu\/new-3d-milky-way-model-shows-details-of-galactic-warp\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Estatal do Ohio (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/science.sciencemag.org\/content\/365\/6452\/478\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencemag.org\/news\/2019\/08\/milky-way-more-warped-astronomers-thought\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/d41586-019-02364-3\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Nature<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.skyandtelescope.com\/astronomy-news\/warped-milky-way-in-3d\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/milky-way-3d-map-warped-shape.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.smithsonianmag.com\/smart-news\/new-3d-map-shows-milky-ways-big-twist-180972797\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Smithsonian.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/a-second-independent-study-has-confirmed-that-the-milky-way-is-indeed-twisted\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popsci.com\/3d-galaxy-map-milky-way-curve\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2212350-best-ever-map-of-milky-way-shows-our-galaxy-is-warped-in-an-s-shape\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/3-d-map-stars-reveals-milky-way-warped-shape\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-08-d-milky-galaxy-cepheids.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/2019\/08\/milky-way-galaxy-has-warped-disk-star-map-confirms\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">National Geographic<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2019\/08\/02\/world\/milky-way-map-scn-trnd\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2019\/08\/02\/new-3d-map-milky-way-shows-galaxy-warped-twisted-10504989\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/another-study-finds-our-galaxy-is-warped-and-twisted-1836881811\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Via L\u00e1ctea:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Milky_Way\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/messier.seds.org\/more\/mw.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Cefeidas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cepheid_variable\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/spider.seds.org\/spider\/ScholarX\/variables.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SEDS<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>OGLE:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/ogle.astrouw.edu.pl\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/OGLE\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O Telesc\u00f3pio Warsaw e as Cefeidas da Via L\u00e1ctea descobertas pelo levantamento OGLE. 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