{"id":2262,"date":"2019-07-30T05:32:50","date_gmt":"2019-07-30T05:32:50","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2262"},"modified":"2019-07-30T05:32:52","modified_gmt":"2019-07-30T05:32:52","slug":"encontradas-duas-estrelas-mortas-que-se-orbitam-em-minutos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/07\/30\/encontradas-duas-estrelas-mortas-que-se-orbitam-em-minutos\/","title":{"rendered":"Encontradas duas estrelas &#8220;mortas&#8221; que se orbitam em minutos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Duas estrelas mortas foram vistas a orbitar-se uma \u00e0 outra a cada sete minutos. A descoberta celeste rara foi feita usando o ZTF (Zwicky Transient Facility) do Caltech, um levantamento do c\u00e9u topo-de-gama no Observat\u00f3rio Palomar que varre rapidamente o c\u00e9u noturno \u00e0 procura de qualquer coisa que se mova, pisque ou varie de brilho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo duo din\u00e2mico, oficialmente conhecido como ZTF J1539+5027, \u00e9 o segundo par mais r\u00e1pido de estrelas mortas que se orbitam, de nome an\u00e3s brancas, encontrado at\u00e9 hoje. O par \u00e9 tamb\u00e9m o mais r\u00e1pido &#8220;sistema bin\u00e1rio eclipsante&#8221;, o que significa que uma an\u00e3 branca cruza repetidamente em frente da outra a partir do nosso ponto de vista. A natureza eclipsante das companheiras estelares \u00e9 fundamental porque permite que os astr\u00f3nomos aprendam os tamanhos, as massas e os per\u00edodos orbitais das estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada uma das rec\u00e9m-descobertas an\u00e3s brancas tem aproximadamente o tamanho da Terra, uma sendo um pouco menor e mais brilhante que a outra, e juntas t\u00eam uma massa equivalente \u00e0 do nosso Sol. Os dois objetos orbitam muito pr\u00f3ximos um do outro, a um-quinto da dist\u00e2ncia entre a Terra e a Lua; na verdade, as estrelas em \u00f3rbita cabiam dentro do planeta Saturno. E completam uma volta em torno da outra a cada sete minutos a velocidades de centenas de quil\u00f3metros por segundo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/yKFe988.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/yKFe988-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2263\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/yKFe988-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/yKFe988-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/yKFe988-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/yKFe988.jpg 1400w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de um par de an\u00e3s brancas, de nome ZTF J1530+5027. Este par &#8220;eclipsante&#8221; de an\u00e3s brancas orbita-se uma \u00e0 outra a cada sete minutos: quando a estrela maior e mais fria passa em frente, ou eclipsa, a estrela mais pequena e quente, a luz da estrela mais pequena \u00e9 bloqueada. Para os astr\u00f3nomos que observam o sistema, o par parece ter desaparecido durante aproximadamente 30 segundos durante a fase eclipsante da sua \u00f3rbita.<br>Cr\u00e9dito: Caltech\/IPAC\/R. Hurt<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c0 medida que a estrela mais fraca passa em frente da mais brilhante, bloqueia a maior parte da luz, resultando no padr\u00e3o cintilante de sete minutos que vemos nos dado do ZTF,&#8221; disse o estudante Kevin Burdge do Caltech, autor principal de um novo estudo sobre as estrelas publicado na edi\u00e7\u00e3o de 25 de julho da revista Nature. &#8220;A mat\u00e9ria est\u00e1 a preparar-se para sair da an\u00e3 branca, maior e mais leve, para a an\u00e3 mais pequena e mais pesada, que acabar\u00e1 por absorver completamente a sua companheira mais leve. J\u00e1 vimos muitos exemplos de um tipo de sistema em que uma an\u00e3 branca foi canibalizada pela sua companheira, mas raramente avistamos sistemas onde ainda se est\u00e3o a fundir, como neste.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O par tamb\u00e9m \u00e9 \u00fanico por ser uma das poucas fontes conhecidas de ondas gravitacionais &#8211; ondula\u00e7\u00f5es no espa\u00e7o e no tempo &#8211; que ser\u00e3o captadas pela futura miss\u00e3o espacial europeia LISA (Laser Interferometer Space Antenna), que dever\u00e1 ser lan\u00e7ada em 2034. LISA ser\u00e1 semelhante ao LIGO (Laser Interferometer Gravitational-wave Observatory) do NSF, que fez hist\u00f3ria em 2015 ao fazer a primeira dete\u00e7\u00e3o direta de ondas gravitacionais de um par de buracos negros em colis\u00e3o. Mas o LISA detetar\u00e1 as ondas, no espa\u00e7o, em frequ\u00eancias mais baixas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estas duas an\u00e3s brancas est\u00e3o a fundir-se porque est\u00e3o a emitir ondas gravitacionais. Uma semana depois do LISA ficar ativo, dever\u00e1 detetar as ondas gravitacionais deste sistema,&#8221; diz o coautor Tom Prince, professor de f\u00edsica no Caltech e investigador s\u00e9nior do JPL. &#8220;O LISA encontrar\u00e1 dezenas de milhares de sistemas bin\u00e1rios como este na nossa Gal\u00e1xia, mas at\u00e9 agora s\u00f3 conhecemos alguns. E este sistema bin\u00e1rio de an\u00e3s brancas \u00e9 um dos mais bem caracterizados devido \u00e0 sua natureza eclipsante.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um r\u00e1pido piscar no c\u00e9u noturno<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O objeto raro foi detetado pela grande c\u00e2mara de 576 megapix\u00e9is do ZTF, que varre rapidamente todo o c\u00e9u a cada tr\u00eas noites e a maior parte do plano da Via L\u00e1ctea todas as noites. Burdge encontrou ZTF J1539+5027 executando um programa de computador que rastreou 10 milh\u00f5es de objetos c\u00f3smicos, procurando mudan\u00e7as durante um per\u00edodo de tr\u00eas meses. Assim que encontrou objetos candidatos com o ZTF, Burdge usou o NOAO (National Optical Astronomy Observatory) em Kitt Peak para acompanhar e encontrar os candidatos mais promissores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este par destacou-se porque o sinal repete-se com muita frequ\u00eancia e de maneira t\u00e3o previs\u00edvel,&#8221; disse Burdge, membro da equipa do ZTF no Caltech. &#8220;Antes, n\u00e3o consegu\u00edamos procurar objetos que mudam sistematicamente em escalas de tempo de minutos. O ZTF permite-nos fazer isso porque a sua c\u00e2mara \u00e9 enorme e porque pode facilmente tirar fotos do c\u00e9u e depois voltar e repetir.&#8221; Observa\u00e7\u00f5es posteriores com o Telesc\u00f3pio Hale de 200 polegadas, no Observat\u00f3rio Palomar, ajudaram a refinar as medi\u00e7\u00f5es do novo sistema.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Apenas alguns meses depois de ficar ativo, os astr\u00f3nomos do ZTF detetaram an\u00e3s brancas que se orbitam umas \u00e0s outras num ritmo recorde,&#8221; disse Anne Kinney, diretora assistente de ci\u00eancias matem\u00e1ticas e f\u00edsicas do NSF. &#8220;\u00c9 uma descoberta que melhorar\u00e1 em muito a nossa compreens\u00e3o desses sistemas e \u00e9 uma amostra das surpresas que ainda est\u00e3o por vir.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/aWqKipZ.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/aWqKipZ.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>O ZTF (Zwicky Transient Facility) descobriu um par de estrelas an\u00e3s brancas invulgares, de nome ZTF J1530+5027, que se orbitam uma \u00e0 outra mais ou menos a cada sete minutos. A massa combinada das duas estrelas \u00e9 id\u00eantica \u00e0 do nosso Sol.<br>Cr\u00e9dito: Caltech\/IPAC\/R. Hurt <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um par emaranhado<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s brancas come\u00e7am as suas vidas como estrelas como o nosso Sol, exceto que estavam unidas como um par \u00edntimo. \u00c0 medida que as estrelas envelheceram, transformaram-se em gigantes vermelhas, embora n\u00e3o ao mesmo tempo. Com o tempo, as estrelas inchadas soltaram as suas camadas externas, deixando para tr\u00e1s duas estrelas mortas &#8211; as an\u00e3s brancas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c0s vezes estas an\u00e3s brancas bin\u00e1rias fundem-se numa \u00fanica estrela, e outras vezes a \u00f3rbita aumenta \u00e0 medida que a an\u00e3 branca mais leve \u00e9 gradualmente destru\u00edda pela mais massiva,&#8221; explicou o coautor James (Jim) Fuller, professor assistente de astrof\u00edsica te\u00f3rica no Caltech. &#8220;N\u00e3o temos certeza do que acontecer\u00e1 neste caso, mas a descoberta de mais sistemas deste tipo dir-nos-\u00e1 com que frequ\u00eancia estas estrelas sobrevivem aos seus encontros imediatos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro mist\u00e9rio que os investigadores esperam responder no futuro envolve a temperatura da an\u00e3 branca mais quente, estimada em 50.000\u00ba C, ou nove vezes mais quente do que o Sol. Pensa-se que esta an\u00e3 branca seja t\u00e3o quente porque est\u00e1 a come\u00e7ar a &#8220;alimentar-se&#8221; da sua companheira e a puxar material, um processo que aquece este material a temperaturas escaldantes. Mas esta alimenta\u00e7\u00e3o, ou processo de &#8220;acre\u00e7\u00e3o&#8221;, \u00e9 geralmente associado a raios-X, e os investigadores n\u00e3o est\u00e3o a detet\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 estranho que n\u00e3o estejamos a ver raios-X neste sistema. Uma possibilidade \u00e9 que os pontos de acre\u00e7\u00e3o na an\u00e3 branca &#8211; as \u00e1reas para onde o material est\u00e1 a cair &#8211; sejam maiores do que o normal, e isso poder\u00e1 resultar na emiss\u00e3o de luz ultravioleta e vis\u00edvel em vez de raios-X,&#8221; acrescentou Burdge.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa diz que a an\u00e3 branca dupla, localizada a quase 8000 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Boieiro, dever\u00e1 continuar a piscar no c\u00e9u noturno por aproximadamente cem mil anos. Os astr\u00f3nomos amadores at\u00e9 poder\u00e3o observar o par como um \u00fanico ponto no c\u00e9u, piscando a cada sete minutos, com a ajuda de um telesc\u00f3pio com pelo menos um metro de tamanho.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.caltech.edu\/about\/news\/dead-stars-found-whipping-around-each-other-minutes\" target=\"_blank\">\/\/ Caltech (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.noao.edu\/news\/2019\/pr1907.php\" target=\"_blank\">\/\/ NOAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41586-019-1403-0\" target=\"_blank\">\/\/ Nature (artigo cient\u00edfico)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.astronomy.com\/news\/2019\/07\/fastest-pair-of-white-dwarfs-ever-found-orbits-every-seven-minutes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/dead-stars-white-dwarfs-dizzying-orbit.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/white-dwarfs-really-on-the-move\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2211009-two-incredibly-fast-orbiting-stars-seem-to-be-the-wrong-temperature\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/these-stars-are-careening-around-each-other-at-the-fastest-known-orbit-yet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/d-brief\/2019\/07\/24\/fastest-star-pair-ever-found-orbits-every-seven-minutes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Discover<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-07-fastest-eclipsing-binary-valuable-gravitational.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newsweek.com\/record-breaking-white-dwarf-stars-seven-minutes-fastest-orbit-known-universe-1450918\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Newsweek<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.engadget.com\/2019\/07\/25\/white-dwarf-binary-dance\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">engadget<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/this-amazing-white-dwarf-discovery-could-be-a-gold-mine-1836663753\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s brancas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/docs\/science\/know_l2\/dwarfs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gracedb.ligo.org\/latest\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GraceDB (Gravitational Wave Candidate Event Database)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave_detection\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomia de ondas gravitacionais &#8211; Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127255\/gravitational-waves-101\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ondas gravitacionais: como distorcem o espa\u00e7o &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127286\/gravitational-wave-detectors-how-they-work\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Detetores: como funcionam &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127329\/gravitational-wave-sources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">As fontes de ondas gravitacionais &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4GbWfNHtHRg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O que \u00e9 uma onda gravitacional (YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ZTF:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.ztf.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Caltech<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.ipac.caltech.edu\/project\/ztf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ipac<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Zwicky_Transient_Facility\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Palomar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.astro.caltech.edu\/palomar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.caltech.edu\/palomar\/about\/telescopes\/hale.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Telesc\u00f3pio Hale<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Palomar_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>LISA:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.elisascience.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/lisa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"https:\/\/lisa.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Laser_Interferometer_Space_Antenna\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Duas estrelas mortas foram vistas a orbitar-se uma \u00e0 outra a cada sete minutos. 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