{"id":2234,"date":"2019-07-16T05:59:29","date_gmt":"2019-07-16T05:59:29","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2234"},"modified":"2019-10-01T05:43:49","modified_gmt":"2019-10-01T05:43:49","slug":"hubble-descobre-misterioso-disco-de-buraco-negro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/07\/16\/hubble-descobre-misterioso-disco-de-buraco-negro\/","title":{"rendered":"Hubble descobre misterioso disco de buraco negro"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/cdn.spacetelescope.org\/archives\/images\/large\/heic1913a.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"733\" height=\"300\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/heic1913a.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2235\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/heic1913a.jpg 733w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/heic1913a-300x123.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 733px) 100vw, 733px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista do peculiar disco fino de material que rodeia um buraco negro supermassivo no cora\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia espiral NGC 3147, localizada a 130 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, M. Kornmesser<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Gra\u00e7as ao Telesc\u00f3pio Espacial Hubble da NASA\/ESA, os astr\u00f3nomos observaram um disco fino e inesperado de material envolvendo um buraco negro supermassivo no cora\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia espiral NGC 3147, localizada a 130 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A presen\u00e7a do disco do buraco negro, numa gal\u00e1xia ativa de t\u00e3o baixa luminosidade, deixou os astr\u00f3nomos surpresos. Considera-se que os buracos negros em certos tipos de gal\u00e1xias, como NGC 3147, est\u00e3o a passar fome, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 suficiente material capturado gravitacionalmente para os alimentar regularmente. \u00c9, portanto, intrigante que haja um disco fino rodeando um buraco negro faminto que imita os discos muito maiores encontrados em gal\u00e1xias extremamente ativas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De particular interesse, este disco de material que circula o buraco negro fornece uma oportunidade \u00fanica para testar as teorias da relatividade de Albert Einstein. O disco est\u00e1 t\u00e3o profundamente incrustado no campo gravitacional intenso do buraco negro que a luz do disco de g\u00e1s \u00e9 alterada, de acordo com estas teorias, dando aos astr\u00f3nomos uma vis\u00e3o \u00fanica dos processos din\u00e2micos pr\u00f3ximos de um buraco negro.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Artist\u2019s Impression of NGC3147 black hole disc\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/KfQZsou8JgQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Nunca vimos os efeitos da relatividade geral e especial na luz vis\u00edvel com tanta clareza,&#8221; disse o membro da equipa Marco Chiaberge da AURA para a ESA, STScI e da Universidade Johns Hopkins.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O material do disco foi medido pelo Hubble e est\u00e1 a girar em torno do buraco negro a mais de 10% da velocidade da luz. A estas velocidades extremas, o g\u00e1s parece aumentar de brilho enquanto viaja na dire\u00e7\u00e3o da Terra num lado e diminuir de brilho \u00e0 medida que se afasta do nosso planeta. Este efeito \u00e9 conhecido como irradia\u00e7\u00e3o relativ\u00edstica. As observa\u00e7\u00f5es do Hubble tamb\u00e9m mostram que o g\u00e1s est\u00e1 t\u00e3o profundamente enterrado num po\u00e7o gravitacional que a luz est\u00e1 a lutar para escapar e, portanto, parece esticada para comprimentos de onda mais vermelhos. A massa do buraco negro \u00e9 equivalente a cerca de 250 milh\u00f5es de massas solares.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 uma espiadela intrigante de um disco muito perto de um buraco negro, t\u00e3o perto que as velocidades e a intensidade da atra\u00e7\u00e3o gravitacional est\u00e3o a afetar a forma como vemos os fot\u00f5es de luz,&#8221; explicou o primeiro autor do estudo, Stefano Bianchi Universit\u00e0 degli Studi Roma Tre em It\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A fim de estudar a mat\u00e9ria situada nas profundezas deste disco, os investigadores usaram o instrumento STIS (Space Telescope Imaging Spectrograph) do Telesc\u00f3pio Espacial Hubble. Esta ferramenta de diagn\u00f3stico divide a luz de um objeto nos seus comprimentos de onda individuais para determinar a velocidade, a temperatura e outras caracter\u00edsticas do objeto com uma precis\u00e3o muito alta. O STIS foi essencial para observar eficazmente a regi\u00e3o de baixa luminosidade em redor do buraco negro, bloqueando a luz brilhante da gal\u00e1xia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-h-p1935a-f-3319x1391.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/6o8thl4.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Imagem da gal\u00e1xia NGC 3147 pelo Hubble, ao lado de uma impress\u00e3o de artista do buraco negro supermassivo que reside no seu n\u00facleo. A imagem do Hubble mostra os seus grandes bra\u00e7os espirais, repletos de jovens estrelas azuis, nebulosas rosadas e poeira em silhueta. No entanto, no brilhante n\u00facleo de NGC 3147 esconde-se um buraco negro monstruoso com mais ou menos 250 milh\u00f5es de vezes a massa do nosso Sol. As observa\u00e7\u00f5es do buraco negro, pelo Hubble, demonstram duas das teorias da relatividade de Einstein. O buraco negro est\u00e1 profundamente embebido dentro do seu campo gravitacional, visto pela grelha verde que ilustra a deforma\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o. O campo gravitacional \u00e9 t\u00e3o forte que a luz luta para escapar, um princ\u00edpio descrito na teoria da relatividade geral de Einstein. O material tamb\u00e9m est\u00e1 a girar t\u00e3o depressa em torno do buraco negro que aumenta de brilho quando se dirige em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 Terra, num lado do disco, e diminui de brilho quando se desloca na dire\u00e7\u00e3o oposta. Este efeito, chamado irradia\u00e7\u00e3o relativ\u00edstica, foi previsto pela teoria da relatividade especial de Einstein. NGC 3147 est\u00e1 localizada a 130 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o circumpolar norte de Drag\u00e3o.<br>Cr\u00e9dito: imagem Hubble &#8211; NASA, ESA, S. Bianchi (Universit\u00e0 degli Studi Roma Tre, It\u00e1lia), A. Laor (Instituto de Tecnologia Technion de Israel) e M. Chiaberge (ESA, STScI e JHU); ilustra\u00e7\u00e3o &#8211; NASA, ESA e A. Feild e L. Hustak (STScI) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos inicialmente selecionaram esta gal\u00e1xia para validar modelos aceites sobre gal\u00e1xias ativas de baixa luminosidade: aquelas com buracos negros desnutridos. Estes modelos preveem que discos de material devem formar-se quando grandes quantidades de g\u00e1s s\u00e3o capturadas pela forte for\u00e7a gravitacional de um buraco negro, emitindo subsequentemente muita luz e produzindo um farol brilhante chamado quasar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O tipo de disco que vemos \u00e9 um quasar reduzido que n\u00e3o esper\u00e1vamos existir,&#8221; explicou Bianchi. &#8220;\u00c9 o mesmo tipo de disco que vemos em objetos que s\u00e3o 1000 ou at\u00e9 100.000 vezes mais luminosos. As previs\u00f5es dos modelos atuais para gal\u00e1xias ativas muito fracas falharam claramente.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa espera usar o Hubble para procurar outros discos muito compactos em torno de buracos negros de baixa luminosidade em gal\u00e1xias ativas semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Top-Down View of Artist\u2019s Impression of NGC3147 black hole disc\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/wW8NfQEGxQo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.spacetelescope.org\/news\/heic1913\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)&nbsp;<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2019\/hubble-uncovers-black-hole-that-shouldnt-exist\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2019\/news-2019-35.html\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.media.inaf.it\/2019\/07\/11\/disco-buco-nero-hst\/\" target=\"_blank\">\/\/ INAF (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/academic.oup.com\/mnrasl\/article\/488\/1\/L1\/5522653\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Monthly Notices of the Royal Astronomical Society)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1905.09627\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/black-hole-disk-should-not-exist.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/142822\/hubble-spots-impossible-debris-disk-around-a-black-hole\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-07-hubble-mysterious-black-hole-disc.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/the-byte\/strangest-black-hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2019\/07\/12\/nasa-spots-black-hole-mysterious-shouldnt-actually-exist-10190477\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>NGC 3147:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/NGC_3147\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quasar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Quasar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Irradia\u00e7\u00e3o relativ\u00edstica:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Relativistic_beaming\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Teoria Geral da Relatividade:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/General_theory_of_relativity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Teoria Especial da Relatividade:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Special_relativity\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista do peculiar disco fino de material que rodeia um buraco negro supermassivo no cora\u00e7\u00e3o da gal\u00e1xia espiral NGC 3147, localizada a 130 milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia.Cr\u00e9dito: ESA\/Hubble, M. 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