{"id":2221,"date":"2019-07-12T05:29:55","date_gmt":"2019-07-12T05:29:55","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2221"},"modified":"2019-07-12T05:34:15","modified_gmt":"2019-07-12T05:34:15","slug":"novo-metodo-pode-resolver-a-dificuldade-de-medir-a-expansao-do-universo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/07\/12\/novo-metodo-pode-resolver-a-dificuldade-de-medir-a-expansao-do-universo\/","title":{"rendered":"Novo m\u00e9todo pode resolver a dificuldade de medir a expans\u00e3o do Universo"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/nrao19df_NS_ArtistImpression_07082019.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"525\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/EvEK6oO-1024x525.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2222\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/EvEK6oO-1024x525.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/EvEK6oO-300x154.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/EvEK6oO-768x394.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/EvEK6oO.jpg 1170w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista da explos\u00e3o e do surto de ondas gravitacionais emitidas quando um par de estrelas de neutr\u00f5es superdensas colidem. Novas observa\u00e7\u00f5es com radiotelesc\u00f3pios mostram que estes eventos podem ser usados para medir o ritmo de expans\u00e3o do Universo.\nCr\u00e9dito: NRAO\/AUI\/NSF<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando radiotelesc\u00f3pios da NSF (National Science Foundation), os astr\u00f3nomos demonstraram como uma combina\u00e7\u00e3o de observa\u00e7\u00f5es de ondas gravitacionais e r\u00e1dio, juntamente com uma modelagem te\u00f3rica, pode transformar as fus\u00f5es de pares de estrelas de neutr\u00f5es numa &#8220;r\u00e9gua c\u00f3smica&#8221; capaz de medir a expans\u00e3o do Universo e resolver uma quest\u00e3o pendente sobre o seu ritmo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos usaram o VLBA (Very Long Baseline Array), o VLA (Karl G. Jansky Very Large Array) e o GBT (Robert C. Byrd Green Bank Telescope) para estudar as consequ\u00eancias da colis\u00e3o de duas estrelas de neutr\u00f5es que produziram ondas gravitacionais detetadas em 2017. Este evento fornece uma nova maneira de medir o ritmo de expans\u00e3o do Universo, conhecido pelos cientistas como a Constante de Hubble. O ritmo de expans\u00e3o do Universo pode ser usado para determinar o seu tamanho e idade, al\u00e9m de servir como uma ferramenta essencial para interpretar observa\u00e7\u00f5es de objetos noutras partes do Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dois m\u00e9todos principais de determina\u00e7\u00e3o da Constante de Hubble usam as caracter\u00edsticas da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica de fundo em micro-ondas, radia\u00e7\u00e3o remanescente do Big Bang, ou um tipo espec\u00edfico de explos\u00f5es de supernova, de nome supernovas do Tipo Ia, no Universo distante. No entanto, estes dois m\u00e9todos fornecem resultados diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A fus\u00e3o de estrelas de neutr\u00f5es d\u00e1-nos uma nova maneira de medir a constante de Hubble e, esperan\u00e7osamente, de resolver o problema,&#8221; disse Kunal Mooley, do NRAO (National Radio Astronomy Observatory) e do Caltech.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A t\u00e9cnica \u00e9 semelhante \u00e0 que usa explos\u00f5es de supernova. Pensa-se que as explos\u00f5es de supernova do Tipo Ia tenham todas um brilho intr\u00ednseco que pode ser calculado com base na velocidade com que crescem e diminuem de brilho. A medi\u00e7\u00e3o deste brilho, a partir da Terra, indica-nos a dist\u00e2ncia da explos\u00e3o de supernova. A medi\u00e7\u00e3o do desvio Doppler da luz da gal\u00e1xia hospedeira indica a velocidade a que a gal\u00e1xia se est\u00e1 a afastar da Terra. A velocidade, dividida pela dist\u00e2ncia, produz a constante de Hubble. Para obter um valor preciso, t\u00eam que ser feitas muitas medi\u00e7\u00f5es a dist\u00e2ncias diferentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando duas estrelas de neutr\u00f5es colidem, produzem uma explos\u00e3o e um surto de ondas gravitacionais. A forma do sinal da onda gravitacional diz aos cientistas qu\u00e3o &#8220;brilhante&#8221; foi esse surto de ondas gravitacionais. A medi\u00e7\u00e3o do &#8220;brilho&#8221;, ou intensidade das ondas gravitacionais recebidas na Terra, pode fornecer a dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Este \u00e9 um meio completamente independente de esclarecermos o verdadeiro valor da Constante de Hubble,&#8221; disse Mooley.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/nrao19df_NS_graphic_07082019-01.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/k8F38K0.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> <br>Observa\u00e7\u00f5es r\u00e1dio de um jato de material expelido no rescaldo da fus\u00e3o de duas estrelas de neutr\u00f5es foram essenciais na determina\u00e7\u00e3o da orienta\u00e7\u00e3o do plano orbital das estrelas antes da fus\u00e3o e, assim sendo, do &#8220;brilho&#8221; das ondas gravitacionais emitidas na dire\u00e7\u00e3o da Terra. Esta determina\u00e7\u00e3o torna estes eventos numa nova e importante ferramenta para medir o ritmo de expans\u00e3o do Universo.<br>Cr\u00e9dito: Sophia Dagnello, NRAO\/AUI\/NSF <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">No entanto, h\u00e1 uma reviravolta. A intensidade das ondas gravitacionais varia com a sua orienta\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao plano orbital das duas estrelas de neutr\u00f5es. As ondas gravitacionais s\u00e3o mais fortes na dire\u00e7\u00e3o perpendicular ao plano orbital e mais fracas se o plano orbital estiver de lado, visto da perspetiva da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A fim de usar as ondas gravitacionais para medir a dist\u00e2ncia, precis\u00e1vamos de conhecer essa orienta\u00e7\u00e3o,&#8221; explicou Adam Deller, da Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austr\u00e1lia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante um per\u00edodo de meses, os astr\u00f3nomos usaram os radiotelesc\u00f3pios para medir o movimento de um jato super-r\u00e1pido de material ejetado da explos\u00e3o. &#8220;N\u00f3s us\u00e1mos estas medi\u00e7\u00f5es, juntamente com simula\u00e7\u00f5es hidrodin\u00e2micas detalhadas, para determinar o \u00e2ngulo de orienta\u00e7\u00e3o, permitindo assim a utiliza\u00e7\u00e3o das ondas gravitacionais para descobrir a dist\u00e2ncia,&#8221; disse Ehud Nakar da Universidade de Tel Aviv.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os cientistas dizem que esta \u00fanica medi\u00e7\u00e3o, de um evento a cerca de 130 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, ainda n\u00e3o \u00e9 suficiente para resolver a incerteza, mas a t\u00e9cnica agora pode ser aplicada a futuras fus\u00f5es de estrelas de neutr\u00f5es detetadas com ondas gravitacionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pensamos que mais 15 eventos deste tipo, que podem ser observados tanto com ondas gravitacionais quanto em grande com radiotelesc\u00f3pios, podem resolver o problema,&#8221; disse Kenta Hotokezaka, da Universidade de Princeton. &#8220;Este seria um avan\u00e7o importante na nossa compreens\u00e3o de um dos aspetos mais importantes do Universo,&#8221; acrescentou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa cient\u00edfica internacional liderada por Hotokezaka divulgou os seus resultados num artigo publicado na revista Nature Astronomy.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/new-method-measuring-universe-expansion\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.princeton.edu\/news\/2019\/07\/09\/princeton-astrophysicists-are-closing-hubble-constant\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Princeton (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/dx.doi.org\/10.1038\/s41550-019-0820-1\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1806.10596\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2019\/07\/190709110202.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/that-neutron-star-collision-has-now-helped-astronomers-refine-the-hubble-constant\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-07-method-difficulty-universe-expansion.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>&#8220;Escada&#8221; c\u00f3smica de dist\u00e2ncias:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Cosmic_distance_ladder\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Ondas gravitacionais:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/gracedb.ligo.org\/latest\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">GraceDB (Gravitational Wave Candidate Event Database)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gravitational_wave_detection\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomia de ondas gravitacionais &#8211; Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127255\/gravitational-waves-101\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ondas gravitacionais: como distorcem o espa\u00e7o &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127286\/gravitational-wave-detectors-how-they-work\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Detetores: como funcionam &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.universetoday.com\/127329\/gravitational-wave-sources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">As fontes de ondas gravitacionais &#8211; Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4GbWfNHtHRg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O que \u00e9 uma onda gravitacional (YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GW170817:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/GW170817\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Estrelas de neutr\u00f5es:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Neutron_star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astro.umd.edu\/~miller\/nstar.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Maryland<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Supernova do Tipo Ia:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Type_Ia_supernova\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLBA:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/science.nrao.edu\/facilities\/vlba\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NRAO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Long_Baseline_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.vla.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NRAO<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GBT:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/greenbankobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Green_Bank_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista da explos\u00e3o e do surto de ondas gravitacionais emitidas quando um par de estrelas de neutr\u00f5es superdensas colidem. 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