{"id":2218,"date":"2019-07-12T05:26:49","date_gmt":"2019-07-12T05:26:49","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2218"},"modified":"2019-07-12T05:26:51","modified_gmt":"2019-07-12T05:26:51","slug":"um-novo-plano-para-manter-vivos-os-exploradores-mais-antigos-da-nasa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/07\/12\/um-novo-plano-para-manter-vivos-os-exploradores-mais-antigos-da-nasa\/","title":{"rendered":"Um novo plano para manter vivos os exploradores mais antigos da NASA"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/7-8voyager-annotated.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"646\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/VxM72TB.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2219\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/VxM72TB.png 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/VxM72TB-300x197.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/VxM72TB-768x504.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de uma das sondas Voyager da NASA, incluindo a posi\u00e7\u00e3o do instrumento CRS (cosmic ray subsystem). Ambas as Voyager foram lan\u00e7adas com instrumentos CRS operacionais. Cr\u00e9dito: NASA\/JPL-Caltech; <a href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/images\/voyager\/20190708\/voyager20190708.jpg\">vers\u00e3o sem legendas<\/a><\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com meticuloso planeamento e tra\u00e7os de criatividade, os engenheiros conseguiram manter as sondas Voyager 1 e 2 da NASA a trabalhar durante quase 42 anos &#8211; mais do que qualquer outra nave espacial na hist\u00f3ria. Para garantir que estas miss\u00f5es continuem a transmitir os melhores dados cient\u00edficos poss\u00edveis das fronteiras do espa\u00e7o, os engenheiros est\u00e3o a implementar um novo plano. E isso envolve fazer escolhas dif\u00edceis, particularmente sobre instrumentos e propulsores.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma quest\u00e3o fundamental \u00e9 que ambas as Voyager, lan\u00e7adas em 1977, t\u00eam cada vez menos energia dispon\u00edvel para fazer trabalhar os seus instrumentos cient\u00edficos e os aquecedores que os mant\u00eam aquecidos no frio do espa\u00e7o profundo. Os engenheiros tiveram que decidir que partes obteriam energia e quais partes teriam que ser desligadas em ambas as naves espaciais. Mas essas decis\u00f5es t\u00eam que ser tomadas mais cedo para a Voyager 2 do que para a Voyager 1, porque a Voyager 2 tem mais um instrumento cient\u00edfico a recolher dados &#8211; e a necessitar de energia &#8211; do que a sua irm\u00e3.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Depois de longas discuss\u00f5es com a equipa de cientistas, os gerentes da miss\u00e3o desligaram recentemente um aquecedor do instrumento CRS (cosmic ray subsystem) na Voyager 2 como parte do novo plano de gest\u00e3o energ\u00e9tica. O instrumento de raios c\u00f3smicos desempenhou um papel crucial no passado m\u00eas de novembro ao determinar que a Voyager 2 havia sa\u00eddo da heliosfera, a bolha protetora criada por um fluxo constante (ou vento) de part\u00edculas ionizadas do Sol. Desde ent\u00e3o, as duas Voyager t\u00eam enviado detalhes sobre como a nossa heliosfera interage com o vento que flui do espa\u00e7o interestelar, o espa\u00e7o entre as estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas da miss\u00e3o Voyager n\u00e3o fornecem apenas observa\u00e7\u00f5es de um territ\u00f3rio verdadeiramente desconhecido, como tamb\u00e9m nos ajudam a entender a pr\u00f3pria natureza da energia e da radia\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o &#8211; informa\u00e7\u00f5es importantes para proteger as miss\u00f5es e os astronautas da NASA, mesmo quando mais perto de casa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os membros da equipa podem agora confirmar preliminarmente que o instrumento de raios c\u00f3smicos da Voyager 2 ainda est\u00e1 a transmitir dados, apesar de descer para uns frios -59\u00ba C. Esta temperatura \u00e9 inferior \u00e0 temperatura na qual o CRS foi testado h\u00e1 mais de 42 anos (at\u00e9 -45\u00ba C). Outro instrumento da Voyager tamb\u00e9m continuou a funcionar durante anos depois de cair abaixo das temperaturas para o qual foi testado.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 incr\u00edvel que os instrumentos das Voyager sejam t\u00e3o resistentes,&#8221; disse Suzanne Dodd, gerente do projeto Voyager, no JPL da NASA em Pasadena, no estado norte-americano da Calif\u00f3rnia. &#8220;Estamos orgulhosos por terem resistido ao teste do tempo. As longas vidas das sondas significam que estamos a lidar com cen\u00e1rios que nunca pens\u00e1mos encontrar. Vamos continuar a explorar todas as op\u00e7\u00f5es que temos para manter as Voyager a fazer o seu melhor trabalho cient\u00edfico poss\u00edvel.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Voyager 2 continua a transmitir dados de cinco instrumentos enquanto viaja pelo espa\u00e7o interestelar. Al\u00e9m do instrumento de raios c\u00f3smicos, que deteta part\u00edculas em r\u00e1pido movimento que podem ser origin\u00e1rios do Sol ou de fontes externas ao Sistema Solar, a sonda opera dois instrumentos dedicados ao estudo do plasma (um g\u00e1s no qual os \u00e1tomos foram ionizados e os eletr\u00f5es flutuam livremente) e um magnet\u00f3metro (que mede campos magn\u00e9ticos) para estudar as esparsas nuvens de material no espa\u00e7o interestelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Recolhendo dados de uma s\u00e9rie de dire\u00e7\u00f5es, o instrumento de part\u00edculas carregadas de baixa energia \u00e9 particularmente \u00fatil para estudar a transi\u00e7\u00e3o da sonda para longe da nossa heliosfera. Dado que o CRS s\u00f3 pode observar apenas em certas dire\u00e7\u00f5es fixas, a equipa cient\u00edfica da Voyager decidiu desligar primeiro o aquecedor do CRS.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Voyager 1, que cruzou o espa\u00e7o interestelar em agosto de 2012, continua tamb\u00e9m a recolher dados do seu instrumento de raios c\u00f3smicos, al\u00e9m de um instrumento de plasma, do magnet\u00f3metro e do instrumento de part\u00edculas carregadas de baixa energia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Porqu\u00ea desligar os aquecedores?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Lan\u00e7adas separadamente em 1977, as duas Voyager est\u00e3o agora a 18 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros do Sol e longe do seu calor. Os engenheiros t\u00eam que controlar cuidadosamente a temperatura em ambas as naves espaciais, a fim de mant\u00ea-las em funcionamento. Por exemplo, se as linhas de combust\u00edvel que alimentam os propulsores que mant\u00eam as espa\u00e7onaves orientadas congelarem, as antenas das Voyager podem deixar de apontar para a Terra. Isso impediria que os engenheiros enviassem comandos ou recebessem dados cient\u00edficos. De modo que as sondas foram constru\u00eddas para se aquecerem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas os aquecedores &#8211; e os instrumentos &#8211; requerem energia, energia esta que est\u00e1 constantemente a diminuir nas duas Voyager.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cada uma das sondas \u00e9 alimentada por tr\u00eas RTGs (&#8220;radioisotope thermoelectric generators&#8221;, em portugu\u00eas &#8220;geradores termoel\u00e9tricos de radiois\u00f3topos&#8221;), que produzem calor atrav\u00e9s do decaimento natural de radiois\u00f3topos de plut\u00f3nio-238 e convertem esse calor em energia el\u00e9trica. Dado que a energia t\u00e9rmica do plut\u00f3nio nos RTGs diminui e a sua efici\u00eancia interna diminui com o tempo, cada sonda perde, a cada ano, cerca de 4 watts na sua produ\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. Isto significa que os geradores produzem cerca de 40% menos energia do que durante o lan\u00e7amento h\u00e1 quase 42 anos, limitando o n\u00famero de sistemas que podem ser executados na nave.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo plano de gest\u00e3o energ\u00e9tica da miss\u00e3o explora v\u00e1rias op\u00e7\u00f5es para lidar com a diminui\u00e7\u00e3o de energia em ambas as naves, incluindo o desligar de aquecedores adicionais nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Dando nova vida a propulsores velhos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outro desafio enfrentado pelos engenheiros \u00e9 a gest\u00e3o da degrada\u00e7\u00e3o de alguns dos propulsores das sondas, que disparam em pulsos min\u00fasculos, a fim de girar subtilmente as naves. Isto tornou-se um problema em 2017, quando os controladores da miss\u00e3o notaram que um conjunto de propulsores na Voyager 1 precisava de efetuar mais pulsos para manter a antena da sonda apontada para a Terra. Para garantir que continuava com uma orienta\u00e7\u00e3o adequada, a equipa ligou outro conjunto de propulsores na Voyager 1 que j\u00e1 n\u00e3o eram usados h\u00e1 37 anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os atuais propulsores da Voyager 2 tamb\u00e9m come\u00e7aram a degradar-se. Os gerentes da miss\u00e3o decidiram ligar este m\u00eas os propulsores hom\u00f3logos. A Voyager 2 usou estes propulsores (conhecidos como propulsores de manobras de corre\u00e7\u00e3o de trajet\u00f3ria) pela \u00faltima vez durante o seu encontro com Neptuno em 1989.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Muitos quil\u00f3metros a percorrer antes de descansarem<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O plano dos engenheiros para lidar com a perda energ\u00e9tica e com o envelhecimento da Voyager 1 e 2 dever\u00e1 garantir que possam continuar a recolher dados do espa\u00e7o interestelar por v\u00e1rios anos. Os dados das Voyager continuam a fornecer aos cientistas observa\u00e7\u00f5es nunca antes vistas da nossa fronteira com o espa\u00e7o interestelar, complementando a IBEX (Interstellar Boundary Explorer) da NASA, uma miss\u00e3o que est\u00e1 a detetar remotamente esse limite. A NASA tamb\u00e9m est\u00e1 a preparar a IMAP (Interstellar Mapping and Acceleration Probe), com lan\u00e7amento previsto para 2024, a fim de capitalizar as observa\u00e7\u00f5es das Voyager.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Ambas as sondas Voyager est\u00e3o a explorar regi\u00f5es nunca antes visitadas, de modo que todos os dias s\u00e3o dias de descoberta,&#8221; disse Ed Stone, cientista do projeto Voyager no Caltech. &#8220;A miss\u00e3o Voyager vai continuar a surpreender-nos com novas informa\u00e7\u00f5es sobre o espa\u00e7o profundo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/jpl\/a-new-plan-for-keeping-nasas-oldest-explorers-going\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/voyager-heater-turned-off-as-power-wanes.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"http:\/\/spaceref.com\/missions-and-programs\/nasa\/jpl-has-a-new-plan-for-keeping-nasas-oldest-explorers-going.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">spaceref<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-07-nasa-oldest-explorers.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.forbes.com\/sites\/brucedorminey\/2019\/07\/10\/nasa-starts-cutting-spacecraft-heat-to-prolong-voyager-missions-interstellar-journey\/#590f316b6601\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Forbes<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/how-nasa-will-prolong-the-lives-of-the-voyager-probes-1836219431\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sondas Voyager:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/voyager.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.heavens-above.com\/SolarEscape.aspx?lat=0&amp;lng=0&amp;loc=Unspecified&amp;alt=0&amp;tz=CET\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Heavens Above<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Voyager_1\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Voyager 1 (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Voyager_2\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Voyager 2 (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=seXbrauRTY4\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Document\u00e1rio &#8220;Voyager &#8211; Journey to the Stars&#8221; (SpaceRip via YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Heliosfera:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Heliosphere\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sistema Solar:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.ccvalg.pt\/astronomia\/sistema_solar\/introducao.htm\" target=\"_blank\"><\/a><a href=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/introducao-ao-sistema-solar\/\">CCVAlg &#8211; Astronomia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_System\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Espa\u00e7o interestelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Interstellar_medium\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>IBEX:<br><\/strong><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/ibex\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Interstellar_Boundary_Explorer\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>IMAP (Interstellar Mapping and Acceleration Probe):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/imap.princeton.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Princeton<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Interstellar_Mapping_and_Acceleration_Probe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de uma das sondas Voyager da NASA, incluindo a posi\u00e7\u00e3o do instrumento CRS (cosmic ray subsystem). 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