{"id":2205,"date":"2019-07-05T05:29:49","date_gmt":"2019-07-05T05:29:49","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2205"},"modified":"2019-07-05T05:29:51","modified_gmt":"2019-07-05T05:29:51","slug":"hubble-e-spitzer-revelam-atmosfera-de-planeta-de-tamanho-medio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/07\/05\/hubble-e-spitzer-revelam-atmosfera-de-planeta-de-tamanho-medio\/","title":{"rendered":"Hubble e Spitzer revelam atmosfera de planeta de tamanho m\u00e9dio"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dois telesc\u00f3pios espaciais da NASA uniram for\u00e7as para identificar, pela primeira vez, a &#8220;impress\u00e3o digital&#8221; qu\u00edmica detalhada de um planeta com tamanho interm\u00e9dio entre o da Terra e o de Neptuno. N\u00e3o existe nenhum planeta como este no nosso Sistema Solar, mas s\u00e3o comuns em torno de outras estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta, Gliese 3470 b (tamb\u00e9m conhecido como GJ 3470 b), pode ser um cruzamento entre a Terra e Neptuno, com um grande n\u00facleo rochoso enterrado sob uma profunda atmosfera de hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio. Com 12,6 massas terrestres, o planeta \u00e9 mais massivo do que a Terra, mas menos massivo que Neptuno (que tem mais de 17 massas terrestres).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muitos mundos semelhantes j\u00e1 foram descobertos pelo observat\u00f3rio espacial Kepler da NASA, cuja miss\u00e3o terminou em 2018. De facto, 80% dos planetas na nossa Gal\u00e1xia podem cair nesta gama de massas. No entanto, os astr\u00f3nomos nunca foram capazes de compreender a natureza qu\u00edmica de tal planeta. At\u00e9 agora.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/hubblesite.org\/uploads\/image_file\/image_attachment\/31812\/STSCI-H-p1938a-f-2400x3000.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/irt4wrC-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2206\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/irt4wrC-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/irt4wrC-300x169.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/irt4wrC-768x432.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/irt4wrC.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Esta impress\u00e3o de artista mostra a estrutura interna te\u00f3rica do exoplaneta GJ 3470 b. \u00c9 totalmente diferente de qualquer planeta do Sistema Solar. Com 12,6 massas terrestres, o planeta \u00e9 mais massivo do que a Terra mas menos massivo do que Neptuno. E, ao contr\u00e1rio de Neptuno, que est\u00e1 a 4,5 mil milh\u00f5es de quil\u00f3metros do Sol, GJ 3470 b pode ter sido formado muito perto da sua estrela an\u00e3 vermelha, como um objeto seco e rochoso. Atra\u00edu, depois, gravitacionalmente, hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio de um disco protoplanet\u00e1rio para formar uma espessa atmosfera. O disco dissipou-se h\u00e1 milhares de milh\u00f5es de anos e o planeta parou de crescer. A ilustra\u00e7\u00e3o de baixo mostra o aspeto do disco. Atrav\u00e9s das observa\u00e7\u00f5es com os telesc\u00f3pios espaciais Hubble e Spitzer da NASA, os cientistas conseguiram analisar quimicamente a composi\u00e7\u00e3o da atmosfera muito limpa e profunda de GJ 3470 b, fornecendo pistas sobre as origens do planeta. Existem, na Via L\u00e1ctea, muitos planetas com esta massa.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e L. Hustak (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ao fazerem um invent\u00e1rio do conte\u00fado da atmosfera de GJ 3470 b, os astr\u00f3nomos conseguiram descobrir pistas sobre a natureza e origem do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta \u00e9 uma grande descoberta, da perspetiva da forma\u00e7\u00e3o planet\u00e1ria. O planeta orbita muito perto da estrela e \u00e9 bem menos massivo do que J\u00fapiter &#8211; que tem 318 vezes a massa da Terra &#8211; mas conseguiu acumular a atmosfera primordial de hidrog\u00e9nio\/h\u00e9lio que em grande n\u00e3o est\u00e1 &#8216;polu\u00edda&#8217; por elementos mais pesados,&#8221; comentou Bj\u00f6rn Benneke da Universidade de Montreal, no Canad\u00e1. &#8220;N\u00e3o temos nada assim no Sistema Solar e \u00e9 isso que o torna t\u00e3o impressionante.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos recrutaram as capacidades combinadas de v\u00e1rios comprimentos de onda dos telesc\u00f3pios espaciais Hubble e Spitzer da NASA para fazer um estudo in\u00e9dito da atmosfera de GJ 3470 b.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Tal foi conseguido medindo a absor\u00e7\u00e3o da luz estelar \u00e0 medida que o planeta passava em frente (ou &#8220;transitava&#8221;) da sua estrela e a perda da luz refletida do planeta quando passava por tr\u00e1s (eclipse) da estrela. Os telesc\u00f3pios espaciais observaram 12 tr\u00e2nsitos e 20 eclipses. A ci\u00eancia de analisar as impress\u00f5es digitais qu\u00edmicas com base na luz \u00e9 chamada &#8220;espectroscopia&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Pela primeira vez, temos uma assinatura espectrosc\u00f3pica de tal mundo,&#8221; disse Benneke. Mas tem muitas d\u00favidas quanto \u00e0 sua classifica\u00e7\u00e3o: dever\u00e1 ser chamado de &#8220;super-Terra&#8221; ou &#8220;sub-Neptuno?&#8221; Ou talvez outro nome?<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por sorte, a atmosfera de GJ 3470 b mostrou-se na maior parte limpa, com apenas neblinas finas, permitindo que os cientistas examinassem profundamente a atmosfera.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esper\u00e1vamos uma atmosfera fortemente enriquecida com elementos mais pesados, como oxig\u00e9nio e carbono, que formam vapor de \u00e1gua e metano abundantes, de modo id\u00eantico ao que vemos em Neptuno,&#8221; explicou Benneke. &#8220;Em vez disso, encontramos uma atmosfera t\u00e3o pobre em elementos pesados que a sua composi\u00e7\u00e3o se assemelha \u00e0 composi\u00e7\u00e3o rica em hidrog\u00e9nio e h\u00e9lio do Sol.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pensa-se que outros exoplanetas, chamados &#8220;J\u00fapiteres quentes&#8221;, se formem longe das suas estrelas e, com o tempo, migrem para muito mais perto. Mas este planeta parece ter sido formado exatamente onde est\u00e1 hoje, acrescentou Benneke.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A explica\u00e7\u00e3o mais plaus\u00edvel, segundo Benneke, \u00e9 que GJ 3470 b nasceu precariamente perto da sua estrela an\u00e3 vermelha, que tem mais ou menos metade da massa do nosso Sol. Ele teoriza que, essencialmente, come\u00e7ou como uma rocha seca e rapidamente acretou hidrog\u00e9nio de um disco primordial de g\u00e1s quando a sua estrela era ainda muito jovem. Ao disco chamamos &#8220;disco protoplanet\u00e1rio&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Estamos a ver um objeto que foi capaz de acumular hidrog\u00e9nio a partir do disco protoplanet\u00e1rio, mas n\u00e3o fugiu para se tornar um J\u00fapiter quente,&#8221; salientou Benneke. &#8220;Este \u00e9 um regime intrigante.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma explica\u00e7\u00e3o \u00e9 que o disco se dissipou antes que o planeta pudesse aumentar ainda mais. &#8220;O planeta ficou preso sendo um sub-Neptuno,&#8221; disse Benneke.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA ser\u00e1 capaz de investigar ainda mais profundamente a atmosfera de GJ 3470 b, gra\u00e7as \u00e0 sua sensibilidade sem precedentes no infravermelho. Os novos resultados j\u00e1 suscitaram grande interesse por parte de equipas norte-americanas e canadianas que est\u00e3o a desenvolver os instrumentos do Webb. As equipas v\u00e3o observar os tr\u00e2nsitos e os eclipses de GJ 3470 b no vis\u00edvel, onde as neblinas atmosf\u00e9ricas se tornam cada vez mais transparentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/news\/1588\/atmosphere-of-midsize-planet-revealed-by-hubble-spitzer\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.jpl.nasa.gov\/news\/news.php?feature=7444\" target=\"_blank\">\/\/ JPL\/NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/hubblesite.org\/contents\/news-releases\/2019\/news-2019-38\" target=\"_blank\">\/\/ Hubblesite (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/nouvelles.umontreal.ca\/en\/article\/2019\/07\/02\/probing-a-new-class-of-exoplanets\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Montreal (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.caltech.edu\/about\/news\/probing-new-class-exoplanets\" target=\"_blank\">\/\/ Caltech (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41550-019-0800-5\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Astronomy)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencemag.org\/news\/2019\/07\/astronomers-probe-atmosphere-alien-world-s-cross-between-earth-and-neptune\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astronomy.com\/news\/2019\/07\/astronomers-peer-into-super-earths-atmosphere-for-first-time\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.universetoday.com\/142744\/nasa-telescopes-reveal-the-atmosphere-of-a-strange-hybrid-exoplanet\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universe Today<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2019\/07\/190702164603.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/d-brief\/2019\/07\/03\/astronomers-peer-into-the-atmosphere-of-a-super-earth-for-the-first-time\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Discover<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-07-atmosphere-mid-size-planet-revealed-hubble.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GJ 3470 b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/6562\/gj-3470-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/gj_3470_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/Gliese%203470%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gliese_3470_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Spitzer:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/spitzer\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/ssc.spitzer.caltech.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Centro Espacial Spitzer<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Spitzer_Space_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dois telesc\u00f3pios espaciais da NASA uniram for\u00e7as para identificar, pela primeira vez, a &#8220;impress\u00e3o digital&#8221; qu\u00edmica detalhada de um planeta com tamanho interm\u00e9dio entre o da Terra e o de Neptuno. 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