{"id":2152,"date":"2019-06-18T05:38:09","date_gmt":"2019-06-18T05:38:09","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2152"},"modified":"2019-06-18T05:38:41","modified_gmt":"2019-06-18T05:38:41","slug":"exoplanetas-tipo-jupiter-encontrados-no-ponto-ideal-da-maioria-dos-sistemas-planetarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/06\/18\/exoplanetas-tipo-jupiter-encontrados-no-ponto-ideal-da-maioria-dos-sistemas-planetarios\/","title":{"rendered":"Exoplanetas tipo-J\u00fapiter encontrados no &#8220;ponto ideal&#8221; da maioria dos sistemas planet\u00e1rios"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c0 medida que os planetas se formam no turbilh\u00e3o de g\u00e1s e poeira em torno de estrelas jovens, parece haver um ponto ideal onde a maioria dos grandes gigantes gasosos, como J\u00fapiter, se re\u00fanem, centrados na \u00f3rbita onde J\u00fapiter est\u00e1 hoje no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A localiza\u00e7\u00e3o deste ponto ideal est\u00e1 a 3-10 vezes a dist\u00e2ncia que a Terra fica do nosso Sol (3-10 UA, ou unidades astron\u00f3micas). J\u00fapiter est\u00e1 a 5,2 UA do nosso Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Esta \u00e9 apenas uma das conclus\u00f5es de uma an\u00e1lise sem precedentes de 300 estrelas estudadas pelo GPI (Gemini Planet Imager), um detetor infravermelho sens\u00edvel montado no Telesc\u00f3pio Gemini Sul de 8 metros no Chile.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/5h2wbho.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"750\" height=\"500\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/5h2wbho.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2153\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/5h2wbho.jpg 750w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/5h2wbho-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 750px) 100vw, 750px\" \/><\/a><figcaption>O GPI procurou exoplanetas em centenas de estrelas pr\u00f3ximas usando o Telesc\u00f3pio Gemini Sul localizado nos Andes Chilenos. O astr\u00f3nomo Marshall Perrin est\u00e1 no plano da frente com as Nuvens de Magalh\u00e3es &#8211; duas gal\u00e1xias sat\u00e9lites da Via L\u00e1ctea &#8211; descendo em dire\u00e7\u00e3o ao horizonte a oeste.<br>Cr\u00e9dito: Marshall Perrin, STScI<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O GPI Exoplanet Survey, ou GPIES, \u00e9 um de dois grandes projetos que procuram exoplanetas diretamente, bloqueando a luz estelar e fotografando os pr\u00f3prios planetas, em vez de procurar oscila\u00e7\u00f5es na estrela &#8211; o m\u00e9todo de velocidade radial &#8211; ou planetas que passam em frente da estrela &#8211; a t\u00e9cnica de tr\u00e2nsito. A c\u00e2mara GPI \u00e9 sens\u00edvel ao calor emitido por planetas rec\u00e9m-formados e an\u00e3s castanhas, que s\u00e3o mais massivas do que os planetas gigantes gasosos, mas ainda pequenas demais para despoletar a fus\u00e3o e assim tornarem-se estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A an\u00e1lise das primeiras 300, entre mais de 500 estrelas investigadas pelo GPIES, publicada na edi\u00e7\u00e3o de 12 de junho da revista The Astronomical Journal, &#8220;\u00e9 um marco,&#8221; disse Eugene Chiang, professor de astronomia da Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley e membro do grupo te\u00f3rico da colabora\u00e7\u00e3o. &#8220;Agora temos excelentes estat\u00edsticas da frequ\u00eancia com que os planetas ocorrem, a sua distribui\u00e7\u00e3o de massa e qu\u00e3o longe est\u00e3o das suas estrelas. \u00c9 a an\u00e1lise mais abrangente que j\u00e1 vi neste campo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo complementa investiga\u00e7\u00f5es exoplanet\u00e1rias anteriores atrav\u00e9s da contagem de planetas entre 10 e 100 UA, uma gama na qual \u00e9 improv\u00e1vel que as observa\u00e7\u00f5es de tr\u00e2nsitos pelo Telesc\u00f3pio Espacial Kepler e observa\u00e7\u00f5es de velocidade radial detetem planetas. Foi liderado por Eric Nielsen, investigador do Instituto Kavli para Astrof\u00edsica de Part\u00edculas e Cosmologia da Universidade de Stanford e envolveu mais de 100 investigadores de 40 institui\u00e7\u00f5es de todo o mundo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Gemini&#039;s Five-Year Search for Planets is Done!\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8a6WBq6RAJs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Um novo planeta, uma nova an\u00e3 castanha<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde que o levantamento GPIES come\u00e7ou h\u00e1 cinco anos, que a equipa fotografou seis planetas e tr\u00eas an\u00e3s castanhas em \u00f3rbita destas 300 estrelas. A equipa estima que cerca de 9% das estrelas massivas t\u00eam gigantes gasosos entre 5 e 13 massas de J\u00fapiter para l\u00e1 das 10 UA, e menos de 1% t\u00eam an\u00e3s castanhas entre 10 e 100 UA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo conjunto de dados fornece informa\u00e7\u00f5es importantes sobre como e onde os objetos massivos se formam nos sistemas planet\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c0 medida que nos afastamos da estrela central, os planetas gigantes tornam-se mais frequentes. Mais ou menos a 3-10 UA, a taxa de ocorr\u00eancia aumenta,&#8221; disse Chiang. &#8220;Sabemos que este pico ocorre porque o Kepler e os levantamentos via velocidade radial observam um aumento nesta taxa, indo de J\u00fapiteres quentes muito pr\u00f3ximos da estrela a J\u00fapiteres a algumas unidades astron\u00f3micas da estrela. O GPI preencheu a outra extremidade, indo de 10 a 100 UA, e descobrindo que a taxa de ocorr\u00eancia cai; os planetas gigantes s\u00e3o encontrados mais frequentemente a 10 do que a 100. Se combinarmos tudo, h\u00e1 um ponto ideal para a ocorr\u00eancia de planetas gigantes a 3-10 UA.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Com observat\u00f3rios futuros, particularmente o TMT (Thirty-Meter Telescope) e miss\u00f5es espaciais ambiciosas, come\u00e7aremos a fotografar os planetas que residem no local ideal para estrelas parecidas com o Sol,&#8221; disse o membro da equipa, Paul Kalas, professor adjunto de astronomia da Universidade da Calif\u00f3rnia em Berkeley.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O levantamento exoplanet\u00e1rio descobriu apenas um planeta anteriormente desconhecido &#8211; 51 Eridani b, com quase tr\u00eas vezes a massa de J\u00fapiter &#8211; e uma an\u00e3 castanha anteriormente desconhecida &#8211; HR 2562 B, com aproximadamente 26 vezes a massa de J\u00fapiter. Nenhum dos planetas gigantes fotografados est\u00e3o em redor de estrelas parecidas com o Sol. Ao inv\u00e9s, os planetas gigantes gasosos foram descobertos apenas em torno de estrelas mais massivas, pelo menos 50% maiores do que o nosso Sol, ou 1,5 massas solares.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/phW7Gb5.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/phW7Gb5.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> O GPI fotografou um planeta em torno da estrela 51 Eridanus. 51 Eri b \u00e9 o \u00fanico planeta anteriormente desconhecido descoberto entre as mais de 500 estrelas estudadas pelo levantamento GPIES. S\u00f3 300 das 531 estrelas foram analisadas neste novo estudo.<br>Cr\u00e9dito: Jason Wang, Caltech; Robert De Rosa, Stanford <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tendo em conta o que n\u00f3s e outros levantamentos vimos at\u00e9 agora, o nosso Sistema Solar n\u00e3o se parece com outros sistemas solares,&#8221; comentou Bruce Macintosh, investigador principal do GPI e professor de f\u00edsica em Stanford. &#8220;N\u00e3o temos tantos planetas acondicionados t\u00e3o pr\u00f3ximos do Sol quanto outras estrelas e agora temos mais evid\u00eancias de que somos raros devido \u00e0 exist\u00eancia destes planetas tipo-J\u00fapiter e ainda maiores.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O facto de os planetas gigantes serem mais comuns em estrelas mais massivas do que estrelas parecidas com o Sol \u00e9 um enigma interessante,&#8221; disse Chiang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dado que muitas estrelas vis\u00edveis no c\u00e9u noturno s\u00e3o jovens e massivas, chamadas estrelas A, isto significa que &#8220;as estrelas que vemos no c\u00e9u noturno \u00e0 vista desarmada s\u00e3o mais propensas a ter planetas com massas tipo-J\u00fapiter em seu redor do que as estrelas mais t\u00e9nues para as quais precisamos de telesc\u00f3pios,&#8221; disse Kalas. &#8220;Isto \u00e9 interessante.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A an\u00e1lise tamb\u00e9m mostra que planetas gigantes gasosos e an\u00e3s castanhas, embora aparentemente num continuum de massa crescente, podem ser duas popula\u00e7\u00f5es distintas formadas de diferentes maneiras. Os gigantes gasosos at\u00e9 cerca de 13 vezes a massa de J\u00fapiter parecem ter sido formados por acre\u00e7\u00e3o de g\u00e1s e poeira em objetos mais pequenos &#8211; de baixo para cima. As an\u00e3s castanhas, entre 13 e 80 vezes a massa de J\u00fapiter, formaram-se como estrelas, por colapso gravitacional &#8211; de cima para baixo &#8211; dentro da mesma nuvem de g\u00e1s e poeira que deu origem \u00e0s estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Penso que esta \u00e9 a evid\u00eancia mais clara de que estes dois grupos de objetos, planetas e an\u00e3s castanhas, formam-se de modo diferente,&#8221; explicou Chiang.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Fotografia direta \u00e9 o futuro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O GPI pode fotografar planetas em torno de estrelas distantes gra\u00e7as \u00e0 extrema \u00f3tica adaptativa, que deteta rapidamente a turbul\u00eancia na atmosfera e reduz a desfocagem ajustando a forma de um espelho flex\u00edvel. O instrumento deteta o calor de corpos ainda brilhando gra\u00e7as \u00e0 sua pr\u00f3pria energia interna, como exoplanetas grandes, entre 2 e 13 vezes a massa de J\u00fapiter, e jovens, com menos de 100 milh\u00f5es de anos, em compara\u00e7\u00e3o com a idade do nosso Sol de 4,6 mil milh\u00f5es de anos. Apesar de bloquear a maior parte da luz da estrela central, o brilho ainda limita o GPI a observar apenas planetas e an\u00e3s castanhas longe das estrelas que orbitam, entre 10 e 100 UA.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/i.imgur.com\/PigAcch.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/PigAcch.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Os resultados do levantamento de 531 estrelas e dos seus exoplanetas no c\u00e9u do hemisf\u00e9rio sul est\u00e3o aqui ilustrados para indicar a sua dist\u00e2ncia \u00e0 Terra (um parsec corresponde a 3,26 anos-luz). Os pontos cinzentos s\u00e3o estrelas sem exoplanetas ou um disco de poeira; os pontos vermelhos s\u00e3o estrelas que t\u00eam um disco de poeira mas sem planetas; os pontos azuis s\u00e3o estrelas com planetas. Os pontos e os an\u00e9is indicam estrelas fotografadas v\u00e1rias vezes.<br>Cr\u00e9dito: Paul Kalas, UC Berkeley; Dmitry Savransky, Cornell; Robert De Rosa, Stanford <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa planeia analisar os dados das estrelas restantes da investiga\u00e7\u00e3o, na esperan\u00e7a de obter mais informa\u00e7\u00f5es sobre os tipos e tamanhos mais comuns de planetas e an\u00e3s castanhas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Chiang salientou que o sucesso do GPIES mostra que a observa\u00e7\u00e3o direta tornar-se-\u00e1 cada vez mais importante no estudo dos exoplanetas, especialmente para entender a sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A observa\u00e7\u00e3o direta \u00e9 a melhor maneira de estudar planetas jovens,&#8221; acrescentou. &#8220;Quando os planetas jovens est\u00e3o a ser formados, as suas estrelas jovens s\u00e3o demasiado ativas, demasiado &#8216;nervosas&#8217;, para que os m\u00e9todos de velocidade radial ou de tr\u00e2nsito funcionem facilmente. Mas com imagens diretas, \u00e9 ver para crer.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.berkeley.edu\/2019\/06\/12\/jupiter-like-exoplanets-found-in-sweet-spot-in-most-planetary-systems\/\" target=\"_blank\">\/\/ UC Berkeley (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.gemini.edu\/node\/21206\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio Gemini (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/news.stanford.edu\/2019\/06\/12\/gemini-planet-imager-analyzes-300-stars\/\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Stanford (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.seti.org\/press-release\/gemini-planet-imager-planet-search-shows-giant-planets-orbiting-sun-stars-may-be-rare\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto SETI (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-3881\/ab16e9\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (The Astronomical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1904.05358\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=8a6WBq6RAJs\" target=\"_blank\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2019-06\/aouf-tfy061319.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2019\/06\/190612162904.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-06-jupiter-like-exoplanets-sweet-planetary.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/The_formative_years_giant_planets_vs__brown_dwarfs_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>51 Eridani b:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/exoplanet-catalog\/7109\/51-eridani-b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/51_eri_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/51%20Eri%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/51_Eridani_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HR 2562 B:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/exoplanetarchive.ipac.caltech.edu\/cgi-bin\/DisplayOverview\/nph-DisplayOverview?objname=HR+2562+b&amp;type=CONFIRMED_PLANET\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA Exoplanet Archive<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/hr_2562_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/HR_2562_b\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s castanhas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Brown_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/vision\/universe\/starsgalaxies\/brown_dwarf_detectives.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.darkstar1.co.uk\/ds3.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Andy Lloyd&#8217;s Dark Star Theory<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Gemini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gemini.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gemini_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00c0 medida que os planetas se formam no turbilh\u00e3o de g\u00e1s e poeira em torno de estrelas jovens, parece haver um ponto ideal onde a maioria dos grandes gigantes gasosos, como J\u00fapiter, se re\u00fanem, centrados na \u00f3rbita onde J\u00fapiter est\u00e1 hoje no nosso pr\u00f3prio Sistema Solar. 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