{"id":2121,"date":"2019-06-04T05:41:40","date_gmt":"2019-06-04T05:41:40","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2121"},"modified":"2019-06-04T05:41:42","modified_gmt":"2019-06-04T05:41:42","slug":"uma-nova-visao-dos-exoplanetas-com-o-futuro-telescopio-webb","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/06\/04\/uma-nova-visao-dos-exoplanetas-com-o-futuro-telescopio-webb\/","title":{"rendered":"Uma nova vis\u00e3o dos exoplanetas com o futuro Telesc\u00f3pio Webb"},"content":{"rendered":"\n<p>Embora conhe\u00e7amos atualmente milhares de exoplanetas &#8211; planetas em torno de outras estrelas -, a grande maioria do nosso conhecimento \u00e9 indireto. Ou seja, os cientistas n\u00e3o tiraram ainda muitas fotos dos exoplanetas e, devido aos limites da tecnologia atual, s\u00f3 podemos ver esses mundos como pontos de luz. No entanto, o n\u00famero de exoplanetas observados indiretamente est\u00e1 a crescer com o tempo. Quando o Telesc\u00f3pio Espacial James Webb da NASA for lan\u00e7ado em 2021, abrir\u00e1 uma nova janela para esses exoplanetas, vendo-os em comprimentos de onda nunca antes observados e obtendo novas informa\u00e7\u00f5es sobre a sua natureza.<\/p>\n\n\n\n<p>Os exoplanetas est\u00e3o pr\u00f3ximos de estrelas comparativamente muito mais brilhantes, de modo que a sua luz \u00e9 geralmente dominada pela luz das estrelas hospedeiras. Os astr\u00f3nomos costumam encontrar um exoplaneta inferindo a sua presen\u00e7a com base no escurecimento da luz da estrela-m\u00e3e quando o planeta passa \u00e0 sua frente &#8211; um evento chamado de &#8220;tr\u00e2nsito&#8221;. \u00c0s vezes, um planeta puxa a estrela, fazendo a estrela balan\u00e7ar levemente.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-j-p1929a-f4000x3000.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"739\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/qefTI1J.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2122\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/qefTI1J.jpg 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/qefTI1J-300x225.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/06\/qefTI1J-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Esta ilustra\u00e7\u00e3o mostra um exoplaneta em \u00f3rbita da sua estrela muito mais brilhante. O Webb vai permitir com que os cientistas observem exoploanetas em comprimentos de onda infravermelhos nunca antes estudados.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e G. Bacon (STScI)<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Em alguns casos, os cientistas capturaram fotos de exoplanetas usando instrumentos chamados coron\u00f3grafos. Estes dispositivos bloqueiam o brilho da estrela da mesma maneira que podemos usar a nossa m\u00e3o para bloquear a luz do Sol. No entanto, encontrar exoplanetas com esta t\u00e9cnica provou ser muito dif\u00edcil. Tudo isto vai mudar com a sensibilidade do Webb. Os seus coron\u00f3grafos a bordo permitir\u00e3o com que os cientistas observem exoplanetas em comprimentos de onda infravermelhos nunca antes tentados para este tipo de objeto astron\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"How Do We Find Exoplanets?\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fjd8I_cXUBE?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>As capacidades \u00fanicas do Webb<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os coron\u00f3grafos t\u00eam algo importante em comum com os eclipses. Durante um eclipse, a Lua bloqueia a luz do Sol, permitindo-nos ver estrelas que normalmente seriam ofuscadas pelo brilho da nossa. Os astr\u00f3nomos aproveitaram este facto durante o eclipse de 1919, fez dia 29 de maio 100 anos, a fim de testar a teoria da relatividade geral de Albert Einstein. Da mesma forma, um coron\u00f3grafo age como um &#8220;eclipse artificial&#8221; para bloquear a luz de uma estrela, permitindo ver planetas que de outra forma ficariam perdidos no brilho estelar.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Eclipse\/coronagraphy animation\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/fMNIJ6tND0o?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;A maioria dos planetas que detet\u00e1mos at\u00e9 agora s\u00e3o aproximadamente 10.000 a 1 milh\u00e3o de vezes mais fracos do que a sua estrela-m\u00e3e,&#8221; explicou Sasha Hinkley da Universidade de Exeter. Hinkley \u00e9 o investigador principal de um dos primeiros programas de observa\u00e7\u00e3o do Webb para estudar exoplanetas e sistemas exoplanet\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;H\u00e1, sem d\u00favida, uma popula\u00e7\u00e3o de planetas que s\u00e3o ainda mais fracos, que t\u00eam maiores r\u00e1cios de contraste e que est\u00e3o, possivelmente, mais afastados das suas estrelas,&#8221; comentou Hinkley. &#8220;Com o Webb, podemos ver planetas que s\u00e3o 10 milh\u00f5es, ou otimisticamente, 100 milh\u00f5es de vezes mais fracos.&#8221; Para observar os seus alvos, a equipa vai usar imagiologia de alto contraste, que distingue essa grande diferen\u00e7a de brilho entre o planeta e a estrela.<\/p>\n\n\n\n<p>O Webb ter\u00e1 a capacidade de observar os seus alvos no infravermelho m\u00e9dio, que \u00e9 invis\u00edvel ao olho humano, mas com sensibilidade muito superior a qualquer outro observat\u00f3rio j\u00e1 constru\u00eddo. Isto significa que o Webb ser\u00e1 sens\u00edvel a uma classe de planetas ainda n\u00e3o detetada. Especificamente, podem estar ao alcance do Webb planetas semelhantes a Saturno em grandes separa\u00e7\u00f5es orbitais das suas estrelas hospedeiras.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O nosso programa est\u00e1 a olhar para planetas jovens e rec\u00e9m-formados e para os sistemas que habitam,&#8221; explicou a coinvestigadora principal Beth Biller, da Universidade de Edimburgo. &#8220;O Webb vai permitir fazer isto com muito mais detalhe e em comprimentos de onda que nunca explor\u00e1mos antes. Por isso, ser\u00e1 vital entender como estes objetos se formam e como s\u00e3o estes sistemas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Testando as \u00e1guas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es da equipa far\u00e3o parte do programa Cient\u00edfico Discricion\u00e1rio Inicial do Diretor, que fornece tempo para projetos selecionados no in\u00edcio da miss\u00e3o do telesc\u00f3pio. Este programa permite que a comunidade astron\u00f3mica aprenda rapidamente a melhor maneira de usar as capacidades do Webb, ao mesmo tempo que produz ci\u00eancia robusta.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Com o nosso programa, estaremos realmente a &#8216;testar as \u00e1guas&#8217; para entender como o Webb se comporta,&#8221; disse Hinkley. &#8220;Precisamos realmente da melhor compreens\u00e3o dos instrumentos, da estabilidade, da maneira mais eficaz de p\u00f3s-processar os dados. As nossas observa\u00e7\u00f5es v\u00e3o informar a comunidade da maneira mais eficiente de usar o Webb.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os alvos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A equipa de Hinkley vai usar todos os quatro instrumentos do Webb para observar tr\u00eas alvos: um exoplaneta descoberto recentemente; um objeto que \u00e9 ou um exoplaneta ou uma an\u00e3 castanha; e um anel bem estudado de poeira e planetesimais em \u00f3rbita de uma jovem estrela.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exoplaneta HIP 65426b:<\/strong>&nbsp;este exoplaneta rec\u00e9m-descoberto e fotografado diretamente tem uma massa entre seis e 12 vezes a de J\u00fapiter e est\u00e1 em \u00f3rbita de uma estrela que \u00e9 mais quente e que tem o dobro da massa do nosso Sol. O exoplaneta est\u00e1 aproximadamente 92 vezes mais distante da sua estrela do que a Terra est\u00e1 do Sol. A grande separa\u00e7\u00e3o entre este jovem planeta e a sua estrela hospedeira significa que as observa\u00e7\u00f5es da equipa ser\u00e3o muito menos afetadas pelo brilho estelar. Hinkley e a sua equipa planeiam usar o conjunto completo de coron\u00f3grafos do Webb para visualizar este alvo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Companheiro de massa planet\u00e1ria VHS 1256b:<\/strong>&nbsp;um objeto algures entre o limite planeta\/an\u00e3 castanha, VHS 1256b tamb\u00e9m est\u00e1 a uma grande dist\u00e2ncia da sua an\u00e3 vermelha hospedeira &#8211; cerca de 100 vezes a dist\u00e2ncia a que a Terra est\u00e1 do Sol. Dada a sua grande separa\u00e7\u00e3o, as observa\u00e7\u00f5es deste objeto ser\u00e3o provavelmente muito menos afetadas pela luz indesejada da estrela. Al\u00e9m de imagens de alto contraste, a equipa espera obter um dos primeiros espectros &#8220;n\u00e3o corrompidos&#8221; de um corpo semelhante a um planeta em comprimentos de onda onde estes objetos nunca antes foram estudados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Disco circum-estelar de detritos:<\/strong>\u00a0h\u00e1 mais de 20 anos que os cientistas estudam um anel de poeira e planetesimais em \u00f3rbita de uma jovem estrela chamada HR 4796A, que tem cerca de duas vezes a massa do nosso pr\u00f3prio Sol. Os astr\u00f3nomos pensam que a maioria dos sistemas planet\u00e1rios, inicialmente, provavelmente pareciam-se muito com HR 4796A e com o seu anel de detritos, tornando este um alvo particularmente interessante de estudar. A equipa usar\u00e1 imagiologia de alto contraste dos coron\u00f3grafos do Webb para ver o disco em diferentes comprimentos de onda. O seu objetivo \u00e9 ver se as estruturas do disco parecem diferentes de comprimento de onda para comprimento de onda.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/stsci-j-p1929b-f-1600x1600.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/kd6XR6h.png\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Um dos alvos que o James Webb vai estudar \u00e9 o bem conhecido e gigante anel de poeira e planetesimais em torno de uma jovem estrela chamada HR 4796A. Esta fotografia pelo Telesc\u00f3pio Espacial Hubble mostra uma vasta e complexa estrutura de poeira que envolve a estrela HR 4796A (a luz de HR 4796A e a luz da sua companheira estelar, HR 4796B, foram bloqueadas para revelar a estrutura de poeira muito mais t\u00e9nue). Um anel interno de poeira, estreito e brilhante, que rodeia a estrela, pode ter sido encurralado pela atra\u00e7\u00e3o gravitacional de um planeta gigante invis\u00edvel.<br>Cr\u00e9dito: NASA, ESA e G. Schneider (Universidade do Arizona) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Planeando o programa<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Para planear este programa Cient\u00edfico Inicial, Hinkley perguntou ao maior n\u00famero poss\u00edvel de membros da comunidade cient\u00edfica a simples pergunta: se quiser planear um levantamento para procurar exoplanetas, quais s\u00e3o as perguntas para as quais precisa de respostas?<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;O que n\u00f3s desenvolvemos foi um conjunto de observa\u00e7\u00f5es que pensamos vai responder a essas perguntas. Vamos dizer \u00e0 comunidade que \u00e9 assim que o Webb funciona neste modo, que \u00e9 este o tipo de sensibilidade que temos, que \u00e9 este o tipo de contraste que alcan\u00e7amos. E precisamos rapidamente de informar a comunidade para que os astr\u00f3nomos possam preparar, de maneira igualmente r\u00e1pida, as suas propostas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A equipa est\u00e1 ansiosa por ver os seus alvos em comprimentos de onda nunca antes observados, e para partilhar os seus conhecimentos. De acordo com Biller, &#8220;j\u00e1 t\u00ednhamos no\u00e7\u00e3o, h\u00e1 anos, que para alguns dos planetas descobertos, o Webb seria realmente transformador.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>O Telesc\u00f3pio Espacial James Webb ser\u00e1 o principal observat\u00f3rio de ci\u00eancias espaciais do mundo quando for lan\u00e7ado em 2021. O Webb resolver\u00e1 mist\u00e9rios no nosso Sistema Solar, olhar\u00e1 mais al\u00e9m para mundos distantes em redor de outras estrelas e investigar\u00e1 as misteriosas estruturas e origens do nosso Universo e o nosso lugar nele. O Webb \u00e9 um programa internacional liderado pela NASA com os seus parceiros, a ESA e a Ag\u00eancia Espacial Canadiana.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/feature\/goddard\/2019\/a-new-view-of-exoplanets-with-nasa-s-webb-telescope\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=fMNIJ6tND0o\" target=\"_blank\"><\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>JWST (Telesc\u00f3pio Espacial James Webb):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.jwst.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/jwst\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/science-e\/www\/area\/index.cfm?fareaid=29\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/JWST\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>HIP 65426b:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/hip_65426_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/HIP%2065426%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>VHS 1256:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/VHS_1256-1257\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/vhs_1256-1257_b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">VHS 1256b (Exoplanet.eu)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/planet\/VHS%201256-1257%20b\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>HR 4796:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/HR_4796\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Embora conhe\u00e7amos atualmente milhares de exoplanetas &#8211; planetas em torno de outras estrelas -, a grande maioria do nosso conhecimento \u00e9 indireto. 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