{"id":2097,"date":"2019-05-24T05:50:21","date_gmt":"2019-05-24T05:50:21","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2097"},"modified":"2019-05-24T05:50:22","modified_gmt":"2019-05-24T05:50:22","slug":"descobertos-18-exoplanetas-do-tamanho-da-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/05\/24\/descobertos-18-exoplanetas-do-tamanho-da-terra\/","title":{"rendered":"Descobertos 18 exoplanetas do tamanho da Terra"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Cientistas do Instituto Max Planck para Pesquisa do Sistema Solar, da Universidade Georg August de Gotinga e do Observat\u00f3rio de Sonneberg descobriram 18 planetas do tamanho da Terra para l\u00e1 do Sistema Solar. Os mundos s\u00e3o t\u00e3o pequenos que as investiga\u00e7\u00f5es anteriores os ignoraram. Um deles \u00e9 um dos mais pequenos conhecidos at\u00e9 agora; outro pode albergar condi\u00e7\u00f5es favor\u00e1veis \u00e0 vida. Os investigadores reanalisaram uma parte dos dados do Telesc\u00f3pio Espacial Kepler da NASA com um m\u00e9todo novo e mais sens\u00edvel que desenvolveram. A equipa estima que o seu novo m\u00e9todo tem o potencial de encontrar mais de 100 exoplanetas adicionais no conjunto de dados da miss\u00e3o Kepler. Os cientistas descrevem os seus resultados na revista Astronomy &amp; Astrophysics.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Atualmente conhecemos pouco mais de 4000 planetas em \u00f3rbita de estrelas para l\u00e1 do nosso Sistema Solar. Destes chamados exoplanetas, cerca de 96% s\u00e3o significativamente maiores do que a nossa Terra, a maioria deles mais compar\u00e1vel com as dimens\u00f5es dos gigantes gasosos Neptuno ou J\u00fapiter. Esta percentagem provavelmente n\u00e3o reflete as condi\u00e7\u00f5es reais no espa\u00e7o, dado que planetas pequenos s\u00e3o muito mais dif\u00edceis de rastrear do que grandes. Al\u00e9m disso, os mundos pequenos s\u00e3o alvos fascinantes na busca por planetas potencialmente habit\u00e1veis, semelhantes \u00e0 Terra, fora do Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os 18 mundos rec\u00e9m-descobertos enquadram-se na categoria de planetas do tamanho da Terra. O mais pequeno tem apenas 69% do tamanho da Terra; o maior tem pouco mais que o dobro do raio do nosso planeta. E t\u00eam ainda outra coisa em comum: todos os 18 exoplanetas n\u00e3o puderam ser detetados, at\u00e9 agora, nos dados do Telesc\u00f3pio Espacial Kepler. Os algoritmos de pesquisa comuns n\u00e3o eram suficientemente sens\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.mpg.de\/13506923\/original-1558515555.jpg?t=eyJ3aWR0aCI6MTIwMCwib2JqX2lkIjoxMzUwNjkyM30=--dcdf68a136732e94041c726cf08ca6d0199d9f79\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/original-1024x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2098\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/original-1024x1024.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/original-150x150.jpg 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/original-300x300.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/original-768x768.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/original.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><figcaption>Se a \u00f3rbita de um exoplaneta estiver alinhada de tal como que passa em frente da sua estrela quando visto da Terra, o planeta bloqueia uma pequena fra\u00e7\u00e3o da luz estelar de uma maneira muito caracter\u00edstica. Este processo, que tipicamente dura apenas algumas horas, tem o nome de tr\u00e2nsito. A partir da frequ\u00eancia deste evento peri\u00f3dio de diminui\u00e7\u00e3o de brilho, os astr\u00f3nomos podem medir diretamente a dura\u00e7\u00e3o do ano no planeta, e a partir da profundidade do tr\u00e2nsito estimar a rela\u00e7\u00e3o de tamanho entre o planeta e a estrela. O novo algoritmo de Heller, Rodenbeck e Hippke n\u00e3o procura quedas s\u00fabitas no brilho como os algoritmos comuns anteriores, mas a diminui\u00e7\u00e3o e recupera\u00e7\u00e3o gradual e caracter\u00edstica. Isto torna o novo algoritmo de pesquisa de tr\u00e2nsito muito mais sens\u00edvel a planetas pequenos do tamanho da Terra.<br>Cr\u00e9dito: ASA\/SDO (Sol), MPS\/Ren\u00e9 Heller<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na sua busca por mundos distantes, os cientistas frequentemente usam o chamado m\u00e9todo de tr\u00e2nsito para procurar estrelas com quedas periodicamente recorrentes de brilho. Se uma estrela tiver um planeta cujo plano orbital esteja alinhado com a linha de vis\u00e3o da Terra, o planeta oculta uma pequena fra\u00e7\u00e3o da luz estelar quando passa em frente da estrela uma vez por \u00f3rbita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na sua busca por mundos distantes, os cientistas frequentemente usam o chamado m\u00e9todo de tr\u00e2nsito para procurar estrelas com quedas periodicamente recorrentes de brilho. Se uma estrela tiver um planeta cujo plano orbital esteja alinhado com a linha de vis\u00e3o da Terra, o planeta oculta uma pequena fra\u00e7\u00e3o da luz estelar quando passa em frente da estrela uma vez por \u00f3rbita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os algoritmos de busca tentam identificar quedas repentinas no brilho,&#8221; explica o Dr. Ren\u00e9 Heller, do Instituto Max Planck, autor principal da publica\u00e7\u00e3o atual. &#8220;No entanto, na realidade, um disco estelar parece um pouco mais escuro na orla do que no centro. Quando um planeta passa em frente de uma estrela, bloqueia inicialmente menos luz estelar do que no meio do tr\u00e2nsito. A diminui\u00e7\u00e3o m\u00e1xima ocorre no centro do tr\u00e2nsito, antes da estrela se tornar gradualmente mais brilhante outra vez,&#8221; explica.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os planetas grandes tendem a produzir varia\u00e7\u00f5es de brilho profundas e claras nas suas estrelas hospedeiras, de modo que a varia\u00e7\u00e3o subtil de brilho do centro ao limbo na estrela dificilmente desempenha um papel na sua descoberta. Os planetas pequenos, no entanto, fornecem aos cientistas imensos desafios. O seu efeito sobre o brilho estelar \u00e9 t\u00e3o pequeno que \u00e9 extremamente dif\u00edcil de distinguir das flutua\u00e7\u00f5es naturais do brilho da estrela e do ru\u00eddo que necessariamente surge com qualquer tipo de observa\u00e7\u00e3o. A equipa de Ren\u00e9 Heller conseguiu agora mostrar que a sensibilidade do m\u00e9todo de tr\u00e2nsito pode ser significativamente melhorada, se uma curva de luz mais realista for assumida no algoritmo de busca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O nosso novo algoritmo ajuda a tra\u00e7ar um quadro mais realista da popula\u00e7\u00e3o de exoplanetas no espa\u00e7o,&#8221; resume Michael Hippke, do Observat\u00f3rio de Sonneberg. &#8220;Este m\u00e9todo constitui um avan\u00e7o significativo, especialmente na busca por planetas parecidos com a Terra.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os investigadores usaram dados do Telesc\u00f3pio Espacial Kepler da NASA como uma plataforma de testes para o novo algoritmo. Na primeira fase da miss\u00e3o, de 2009 a 2013, o Kepler registou as curvas de luz de mais de 100.000 estrelas, resultando na descoberta de mais de 2300 planetas. Ap\u00f3s um defeito t\u00e9cnico, o telesc\u00f3pio teve que ser usado num modo de observa\u00e7\u00e3o alternativo, chamado miss\u00e3o K2, mas ainda assim monitorizou mais de 100.000 estrelas at\u00e9 ao final da miss\u00e3o em 2018. Como uma primeira amostra para o seu novo algoritmo, os investigadores decidiram reanalisar todas as 517 estrelas do K2 que j\u00e1 eram conhecidas por abrigarem pelo menos um planeta em tr\u00e2nsito.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.mpg.de\/13507227\/original-1558519003.jpg?t=eyJ3aWR0aCI6MTIwMCwib2JqX2lkIjoxMzUwNzIyN30=--ce89169259c52c79a4620b57b4f167be9a0b1434\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.mpg.de\/13507227\/original-1558519003.jpg?t=eyJ3aWR0aCI6MTIwMCwib2JqX2lkIjoxMzUwNzIyN30=--ce89169259c52c79a4620b57b4f167be9a0b1434\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Quase todos os exoplanetas conhecidos s\u00e3o maiores do que a Terra e tipicamente t\u00e3o grandes quanto o planeta gasoso Neptuno. Os 18 rec\u00e9m-descobertos planetas (aqui em laranja e verde), em compara\u00e7\u00e3o, s\u00e3o muito mais pequenos do que Neptuno, tr\u00eas dos quais ainda mais pequenos do que a Terra e dois t\u00e3o grandes quanto a Terra. O planeta EPIC 201238110.02 \u00e9 o \u00fanico dos novos planetas que \u00e9 frio o suficiente para potencialmente albergar \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 sua superf\u00edcie.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/JPL (Neptuno), NASA\/NOAA\/GSFC\/Suomi NPP\/VIIRS\/Norman Kuring (Terra), MPS\/Ren\u00e9 Heller <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m dos planetas anteriormente conhecidos, os investigadores descobriram 18 novos objetos que haviam sido negligenciados anteriormente. &#8220;Na maioria dos sistemas planet\u00e1rios que estud\u00e1mos, os novos planetas s\u00e3o os mais pequenos,&#8221; disse Kai Rodenbeck da Universidade de Gotinga e do Instituto Max Planck, descrevendo os resultados. Al\u00e9m disso, a maioria dos novos planetas orbita a sua estrela mais perto do que os seus companheiros planet\u00e1rios conhecidos. As superf\u00edcies destes novos planetas, portanto, provavelmente t\u00eam temperaturas bem superiores a 100 graus Celsius. Apenas um dos corpos \u00e9 uma exce\u00e7\u00e3o: provavelmente orbita a sua estrela an\u00e3 vermelha dentro da chamada zona habit\u00e1vel. A essa dist\u00e2ncia favor\u00e1vel da sua estrela, este planeta pode fornecer condi\u00e7\u00f5es sob as quais pode existir \u00e1gua l\u00edquida \u00e0 superf\u00edcie &#8211; um dos pr\u00e9-requisitos b\u00e1sicos para a vida como a conhecemos na Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Claro, os cientistas n\u00e3o podem descartar que o seu m\u00e9todo \u00e9 tamb\u00e9m cego a outros planetas nos sistemas que investigaram. Em particular, planetas pequenos a grandes dist\u00e2ncias das suas estrelas hospedeiras s\u00e3o conhecidos por serem problem\u00e1ticos. Estes exigem mais tempo para completar uma \u00f3rbita do que os planetas que orbitam as suas estrelas a dist\u00e2ncias menores. Como consequ\u00eancia, os tr\u00e2nsitos exoplanet\u00e1rios em \u00f3rbitas largas ocorrem com menos frequ\u00eancia, o que torna os seus sinais ainda mais dif\u00edceis de detetar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O novo m\u00e9todo desenvolvido por Heller e colegas abre novas possibilidades fascinantes. Al\u00e9m das 517 estrelas que agora est\u00e3o a ser investigadas, a miss\u00e3o Kepler tamb\u00e9m fornece conjuntos de dados para centenas de milhares de outras estrelas. Os investigadores assumem que o seu m\u00e9todo lhes permitir\u00e1 encontrar mais de 100 outros mundos do tamanho da Terra nos dados da miss\u00e3o principal do Kepler. &#8220;Este novo m\u00e9todo tamb\u00e9m \u00e9 particularmente \u00fatil para preparar a pr\u00f3xima miss\u00e3o PLATO da ESA, com lan\u00e7amento previsto para 2026,&#8221; diz o professor Dr. Laurent Gizon, Diretor Administrativo do Instituto Max Planck. O PLATO vai descobrir e caracterizar muitos outros sistemas multiplanet\u00e1rios em torno de estrelas parecidas com o Sol, alguns dos quais ser\u00e3o capazes de abrigar vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.mpg.de\/13505027\/0522-aero-061986-18-earth-sized-exoplanets-discovered?c=2249\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto Max Planck (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/dx.doi.org\/10.1051\/0004-6361\/201935600\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1905.09038\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/dx.doi.org\/10.1051\/0004-6361\/201935276\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (Astronomy &amp; Astrophysics)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1904.00651\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/pub_releases\/2019-05\/mpif-1ee052219.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2019\/05\/190522120523.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-05-eighteen-earth-sized-exoplanets.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Kepler:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/kepler.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA (p\u00e1gina oficial)<\/a><br><a href=\"http:\/\/keplerscience.arc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">K2 (NASA)<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/kepler\/\">Arquivo de dados do Kepler<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/k2\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arquivo de dados da miss\u00e3o K2<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PLATO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/plato\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/PLATO_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cientistas do Instituto Max Planck para Pesquisa do Sistema Solar, da Universidade Georg August de Gotinga e do Observat\u00f3rio de Sonneberg descobriram 18 planetas do tamanho da Terra para l\u00e1 do Sistema Solar. 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