{"id":2071,"date":"2019-05-17T07:39:44","date_gmt":"2019-05-17T07:39:44","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2071"},"modified":"2019-05-17T07:39:46","modified_gmt":"2019-05-17T07:39:46","slug":"a-lua-esta-a-encolher-e-a-produzir-sismos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/05\/17\/a-lua-esta-a-encolher-e-a-produzir-sismos\/","title":{"rendered":"A Lua est\u00e1 a encolher e a produzir sismos"},"content":{"rendered":"\n<p>A Lua est\u00e1 a encolher \u00e0 medida que o seu interior arrefece, tendo ficado 50 metros mais &#8220;magra&#8221; ao longo das \u00faltimas centenas de milh\u00f5es de anos. Assim como uma uva fica enrugada quando se transforma em passa, a Lua ganha rugas ao encolher. Ao contr\u00e1rio da pele flex\u00edvel de uma uva, a crosta superficial da Lua \u00e9 quebradi\u00e7a, por isso fragmenta-se \u00e0 medida que o sat\u00e9lite encolhe, formando &#8220;falhas de press\u00e3o&#8221; onde uma sec\u00e7\u00e3o da crosta \u00e9 empurrada para cima sobre uma parte vizinha.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;A nossa an\u00e1lise fornece a primeira evid\u00eancia de que estas falhas ainda est\u00e3o ativas e provavelmente a produzir, ainda hoje, sismos lunares, \u00e0 medida que a Lua continua gradualmente a arrefecer e a encolher,&#8221; disse Thomas Watters, cientista s\u00e9nior do Centro de Estudos da Terra e Planet\u00e1rios do Museu Nacional do Ar e do Espa\u00e7o do Smithsonian em Washington, EUA. &#8220;Alguns destes tremores podem ser bastante fortes, mais ou menos cinco na escala de Richter.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>Estas escarpas de falha assemelham-se a pequenas escarpas em forma de degraus quando vistas a partir da superf\u00edcie lunar, normalmente com dezenas de metros de altura e estendendo-se por v\u00e1rios quil\u00f3metros. Os astronautas Eugene Cernan e Harrison Schmitt tiveram que ziguezaguear o seu rover lunar ao subir a face do penhasco da falha Lee-Lincoln durante a miss\u00e3o Apollo 17 que aterrou no vale Taurus-Littrow em 1972.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/taurus-littrow-oblique-large.png\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"985\" height=\"985\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/xz14lL3.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2072\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/xz14lL3.png 985w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/xz14lL3-150x150.png 150w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/xz14lL3-300x300.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/xz14lL3-768x768.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 985px) 100vw, 985px\" \/><\/a><figcaption>Imagem do vale Taurus-Littrow obtida pela sonda LRO da NASA. O vale foi explorado em 1972 pelos astronautas da miss\u00e3o Apollo 17, Eugene Cernan e Harrison Schmitt. Eles tiveram que ziguezaguear o seu rover lunar ao subir a face do penhasco da falha Lee-Lincoln que corta este vale.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/GSFC\/Universidade Estatal do Arizona<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Watters \u00e9 o autor principal de um estudo que analisou dados de quatro sism\u00f3metros colocados na Lua pelos astronautas das Apollo usando um algoritmo, ou programa matem\u00e1tico, desenvolvido para identificar locais de sismos detetados por uma esparsa rede s\u00edsmica. O algoritmo deu-nos uma estimativa melhor dos locais dos tremores lunares. Os sism\u00f3metros s\u00e3o instrumentos que medem o tremor produzido por sismos, registando o tempo de chegada e a for\u00e7a de v\u00e1rias ondas s\u00edsmicas a fim de obter uma estimativa da sua localiza\u00e7\u00e3o, chamada epicentro. O estudo foi publicado dia 13 de maio na revista Nature Geoscience.<\/p>\n\n\n\n<p>Os astronautas colocaram os instrumentos na superf\u00edcie lunar durante as miss\u00f5es Apollo 11, 12, 14, 15 e 16. O sism\u00f3metro da Apollo 11 s\u00f3 operou durante tr\u00eas semanas, mas os quatro restantes registaram 28 sismos lunares a baixa profundidade &#8211; o tipo esperado para estas falhas &#8211; de 1969 a 1977. Os tremores variaram entre 2 a 5 na escala de Richter.<\/p>\n\n\n\n<p>Usando as estimativas revistas de localiza\u00e7\u00e3o do novo algoritmo, a equipa descobriu que oito dos 28 sismos superficiais estavam at\u00e9 30 km de falhas vis\u00edveis nas imagens lunares. Isto \u00e9 pr\u00f3ximo o suficiente para atribuir os sismos \u00e0s falhas, uma vez que a modelagem da equipa mostra que esta \u00e9 a dist\u00e2ncia em que se espera que ocorra forte oscila\u00e7\u00e3o, dado o tamanho destas escarpas de falha. Al\u00e9m disso, a nova an\u00e1lise descobriu que seis dois oito sismos lunares ocorreram quando a Lua estava no seu apogeu ou l\u00e1 perto, que \u00e9 o ponto orbital mais distante da Terra. \u00c9 aqui que os stresses adicionais das mar\u00e9s da gravidade da Terra causam um pico no stress total, tornando os eventos de deslizamento ao longo destas falhas mais prov\u00e1veis.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/press_image_1_v2.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/ITr24K4.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Esta proeminente falha lunar \u00e9 uma das milhares descobertas em imagens do instrumento LROC (Lunar Reconnaissance Orbiter Camera). A escarpa de falha \u00e9 como degraus na paisagem lunar (setas que apontam para a esquerda) formados quando a crosta perto da superf\u00edcie \u00e9 empurrada, \u00e9 quebrada e empurrada para cima ao longo de uma falha \u00e0 medida que a Lua se contrai. Na imagem podem ser vistos campos de pedregulhos, manchas de solo ou reg\u00f3lito relativamente brilhante, na face da escarpa e no terreno por tr\u00e1s (setas que apontam para a direita).<br>Cr\u00e9dito: NASA\/GSFC\/Universidade Estatal do Arizona\/Smithsonian <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00f3s achamos que \u00e9 muito prov\u00e1vel que estes oito tremores tenham sido produzidos por falhas que se acumularam quando a crosta lunar foi comprimida pela contra\u00e7\u00e3o global e pelas for\u00e7as de mar\u00e9, indicando que os sism\u00f3metros das Apollo registaram a Lua a encolher e que a Lua ainda \u00e9 tectonicamente ativa,&#8221; disse Watters. Os investigadores correram 10.000 simula\u00e7\u00f5es para calcular a probabilidade de uma coincid\u00eancia produzir tantos sismos perto das falhas em redor da altura de maior stress. Descobriram que \u00e9 inferior a 4%. Adicionalmente, enquanto outros eventos, como os impactos de meteoroides, podem produzir tremores, esses criam uma assinatura s\u00edsmica diferente da dos sismos provocados pelos eventos de falha.<\/p>\n\n\n\n<p>Outra evid\u00eancia de que estas falhas est\u00e3o ativas vem de imagens altamente detalhadas da Lua obtidas pela sonda LRO (Lunar Reconnaissance Orbiter) da NASA. O instrumento LROC (Lunar Reconnaissance Orbiter Camera) registou mais de 3500 escarpas de falha. Algumas dessas imagens mostram deslizamentos de terra ou pedregulhos no fundo de manchas relativamente brilhantes nas encostas de falhas ou em terrenos pr\u00f3ximos. A radia\u00e7\u00e3o solar e espacial escurece gradualmente o material \u00e0 superf\u00edcie lunar, de modo que \u00e1reas mais brilhantes indicam regi\u00f5es recentemente expostas ao espa\u00e7o, como esperado de um recente sismo que faz deslizar material por um penhasco. Os exemplos de campos de rochas novos podem ser encontrados nas encostas de uma escarpa de falhas no aglomerado Vitello e exemplos de poss\u00edveis caracter\u00edsticas brilhantes est\u00e3o associados com falhas que ocorrem perto das crateras Gemma Frisius C e Mouchez L. Outras imagens recolhidas pelo LROC mostram rastos de quedas de rochas, que seriam de esperar se a falha desliza e o sismo resultante provoca deslizamentos de rochas. Estas marcas s\u00e3o evid\u00eancias de um sismo recente porque devem ser apagadas relativamente depressa, em termos de escalas de tempo geol\u00f3gico, pela chuva constante de impactos de meteoroides na Lua. Os rastos de pedregulhos perto de falhas na bacia de Schr\u00f6dinger foram atribu\u00eddos a quedas recentes de rochas induzidas por tremores lunares.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/sites\/default\/files\/thumbnails\/image\/press_image_2_v1.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/4jWSasj.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> O vale Taurus-Littrow \u00e9 o local de pouso da miss\u00e3o Apollo 17 (asterisco). Cortando o vale, logo acima do local de aterragem, est\u00e1 a escarpa da falha Lee-Lincoln. O movimento da falha \u00e9 provavelmente a fonte de in\u00fameros sismos lunares que despoletaram eventos no vale. 1) grandes deslizamentos de terra nas encostas do Maci\u00e7o Sul que decoram rochas e reg\u00f3lito (poeira) relativamente brilhantes. 2) pedregulhos que rolaram pelas encostas do Maci\u00e7o Norte, deixando marcas \u00e0 superf\u00edcie. 3) Deslizamentos nas encostas sudeste.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/GSFC\/Universidade Estatal do Arizona\/Smithsonian <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Adicionalmente, um dos epicentros revistos est\u00e1 a apenas 13 km da escarpa Lee-Lincoln atravessada pelos astronautas da Apollo 17. Os astronautas tamb\u00e9m examinaram pedregulhos e rastos de rochas na encosta do Maci\u00e7o Norte, perto do local de pouso da miss\u00e3o. Um grande deslizamento de terra no Maci\u00e7o Sul, que cobriu o segmento sul da escarpa Lee-Lincoln, \u00e9 mais uma evid\u00eancia de poss\u00edveis terremotos gerados por eventos de deslize de falhas.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 incr\u00edvel ver como os dados de h\u00e1 quase 50 anos e da miss\u00e3o LRO foram combinados para avan\u00e7ar a nossa compreens\u00e3o da Lua, sugerindo locais de miss\u00f5es futuras dedicadas ao estudo dos processos internos da Lua,&#8221; disse John Keller, cientista do projeto LRO no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland.<\/p>\n\n\n\n<p>Tendo em conta que a LRO fotografa a superf\u00edcie lunar desde 2009, a equipa gostaria de comparar imagens de regi\u00f5es com falhas espec\u00edficas em diferentes \u00e9pocas para ver se h\u00e1 alguma evid\u00eancia de atividade recente de um sismo lunar. Adicionalmente, &#8220;estabelecer uma nova rede de sism\u00f3metros \u00e0 superf\u00edcie lunar tem que ser uma prioridade para a explora\u00e7\u00e3o humana da Lua, tanto para aprender mais sobre o interior da Lua como para determinar os riscos dos sismos lunares,&#8221; disse Renee Weber, sism\u00f3loga planet\u00e1ria do Centro de Voo Espacial Marshall da NASA em Huntsville, Alabama, EUA.<\/p>\n\n\n\n<p>A Lua n\u00e3o \u00e9 o \u00fanico mundo no nosso Sistema Solar a encolher com a idade. Merc\u00fario tem enorme falhas &#8211; com at\u00e9 1000 quil\u00f3metros de comprimento e mais de 3 km de altura &#8211; que s\u00e3o significativamente maiores do que as da Lua, indicando que encolheu muito mais do que o nosso sat\u00e9lite natural. Dado que os mundos rochosos se expandem quando aquecem e contraem quando arrefecem, as grandes falhas de Merc\u00fario revelam que provavelmente era quente o suficiente para ficar completamente fundido ap\u00f3s a sua forma\u00e7\u00e3o. Os cientistas que tentam reconstruir a origem da Lua querem saber se lhe aconteceu o mesmo, ou se ao inv\u00e9s esteve apenas parcialmente derretida, talvez com um oceano de magma sobre um interior profundo de aquecimento mais lento. O tamanho relativamente pequeno das escarpas de falha na Lua est\u00e1 em linha com a contra\u00e7\u00e3o mais subtil esperada para um cen\u00e1rio parcialmente fundido.<\/p>\n\n\n\n<p>A NASA vai enviar a primeira mulher, e o pr\u00f3ximo homem, para a Lua em 2024. Estes astronautas v\u00e3o usar um sistema de aterragem tripulado a partir da esta\u00e7\u00e3o Gateway situada em \u00f3rbita lunar, e pousar no polo sul da Lua. A ag\u00eancia espacial norte-americana estabelecer\u00e1 miss\u00f5es sustent\u00e1veis at\u00e9 2028 e depois planeia utilizar o que at\u00e9 a\u00ed aprendeu para seguir at\u00e9 Marte.<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/press-release\/goddard\/2019\/moonquakes\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/cmns.umd.edu\/news-events\/features\/4432\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Maryland (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/airandspace.si.edu\/stories\/editorial\/shrinking-tectonically-active-moon\" target=\"_blank\">\/\/ Museu Nacional do Ar e do Espa\u00e7o do Smithsonian (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41561-019-0362-2\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature Geoscience)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.astronomy.com\/news\/2019\/05\/apollo-era-moon-quakes-hint-that-moon-is-still-active-today\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.skyandtelescope.com\/astronomy-news\/apollo-era-data-reveal-moons-tectonic-activity\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sky &amp; Telescope<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/moonquakes-moon-is-shrinking-apollo-data.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/nasa-is-making-room-for-a-woman-astronaut-in-the-2024-moon-mission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.inverse.com\/article\/55833-moonquakes-active-moon-apollo-missions-nasa-lunar-exploration\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inverse<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-05-moon-quaking.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/science\/news-science\/moon-quaking-tectonically-active-087312\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/2019\/05\/moon-may-be-tectonically-active-geologists-shaken-apollo-moonquakes\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">National Geographic<\/a><br><a href=\"https:\/\/gizmodo.com\/new-analysis-of-apollo-era-moonquakes-show-the-moon-cou-1834722455\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Gizmodo<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.rtp.pt\/noticias\/ciencias\/lua-esta-a-encolher-e-a-ganhar-rugas_n1147278\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">RTP<\/a><br><a href=\"https:\/\/sicnoticias.pt\/mundo\/2019-05-13-Lua-esta-a-encolher-e-a-ganhar-rugas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SIC Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/tvi24.iol.pt\/tecnologia\/nasa\/lua-esta-a-encolher-e-a-ganhar-rugas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">tvi24<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.jn.pt\/mundo\/interior\/lua-esta-a-encolher-e-a-ganhar-rugas-10894365.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Jornal de Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.dn.pt\/vida-e-futuro\/interior\/lua-esta-a-encolher-e-a-ganhar-rugas-10894285.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Di\u00e1rio de Not\u00edcias<\/a><br><a href=\"https:\/\/expresso.pt\/sociedade\/2019-05-13-Lua-esta-a-encolher-e-a-ganhar-rugas#gs.c0t1zw\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Expresso<\/a><br><a href=\"https:\/\/24.sapo.pt\/atualidade\/artigos\/a-lua-esta-a-encolher-e-a-ganhar-rugas\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SAPO 24<\/a><br><a href=\"https:\/\/observador.pt\/2019\/05\/13\/missoes-apollo-captaram-sismos-na-lua-tremores-foram-causados-por-falhas-tectonicas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Observador<\/a><br><a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/lua-tremer-missoes-apollo-sismos-256379\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZAP.aeiou<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lua:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Moon\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Lunar Reconnaissance Orbiter:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/lunar.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/LRO\/main\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Lunar_Reconnaissance_Orbiter\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Programa Apollo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/apollo\/missions\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA&nbsp;<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Apollo_program\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Lua est\u00e1 a encolher \u00e0 medida que o seu interior arrefece, tendo ficado 50 metros mais &#8220;magra&#8221; 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