{"id":2041,"date":"2019-05-03T06:01:50","date_gmt":"2019-05-03T06:01:50","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=2041"},"modified":"2019-05-03T06:01:51","modified_gmt":"2019-05-03T06:01:51","slug":"investigadores-encontram-agua-em-amostras-do-asteroide-itokawa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/05\/03\/investigadores-encontram-agua-em-amostras-do-asteroide-itokawa\/","title":{"rendered":"Investigadores encontram \u00e1gua em amostras do asteroide Itokawa"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"450\" height=\"221\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Hayabausa_Image_of_the_asteroid_Itokawa.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2042\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Hayabausa_Image_of_the_asteroid_Itokawa.jpg 450w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/05\/Hayabausa_Image_of_the_asteroid_Itokawa-300x147.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 450px) 100vw, 450px\" \/><figcaption>Imagem do asteroide Itokawa, obtida em 2005 pela sonda Hayabusa a 8 km de dist\u00e2ncia.\nCr\u00e9dito: JAXA<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dois cosmoqu\u00edmicos da Universidade Estatal do Arizona fizeram as primeiras medi\u00e7\u00f5es de \u00e1gua presente em amostras obtidas da superf\u00edcie de um asteroide. As amostras vieram do asteroide Itokawa e foram recolhidas pela sonda espacial japonesa Hayabusa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As descobertas da equipa sugerem que os impactos iniciais na hist\u00f3ria da Terra, por asteroides semelhantes, podem ter fornecido at\u00e9 metade da \u00e1gua dos oceanos do planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Descobrimos que as amostras que examin\u00e1mos foram enriquecidas com \u00e1gua em compara\u00e7\u00e3o com a m\u00e9dia dos objetos do Sistema Solar interior,&#8221; disse Ziliang Jin. P\u00f3s-doutorado na Escola de Explora\u00e7\u00e3o da Terra e do Espa\u00e7o da mesma universidade, Jin \u00e9 o autor principal de um artigo publicado na edi\u00e7\u00e3o de 1 de maio da revista Science Advances. Maitrayee Bose \u00e9 coautora do artigo, professora assistente na mesma escola.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Foi um privil\u00e9gio que a JAXA, a ag\u00eancia espacial japonesa, estivesse disposta a partilhar cinco part\u00edculas do Itokawa com um investigador norte-americano,&#8221; disse Bose.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A ideia da equipa de procurar \u00e1gua nas amostras do Itokawa foi uma surpresa para o projeto Hayabusa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;At\u00e9 que o propusemos, ningu\u00e9m tinha pensado em procurar \u00e1gua,&#8221; comentou Bose. &#8220;Fico feliz por informar que o nosso pressentimento valeu a pena.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em duas das cinco part\u00edculas, a equipa identificou o mineral pirox\u00e9nio. Em amostras terrestres, as piroxenas possuem \u00e1gua na sua estrutura cristalina. Bose e Jin suspeitavam que as part\u00edculas de Itokawa tamb\u00e9m pudessem ter tra\u00e7os de \u00e1gua, mas queriam saber exatamente quanto. Itokawa teve uma hist\u00f3ria dif\u00edcil envolvendo aquecimento, m\u00faltiplos impactos, choques e fragmenta\u00e7\u00e3o. Estes eventos teriam aumentado a temperatura dos minerais e expulsado a \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/asunow.asu.edu\/sites\/default\/files\/styles\/asu_news_gallery_image\/public\/itokawa_particles.jpg?itok=6E1ruI9I\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/asunow.asu.edu\/sites\/default\/files\/styles\/asu_news_gallery_image\/public\/itokawa_particles.jpg?itok=6E1ruI9I\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>As duas part\u00edculas estudadas por Jin e Bose s\u00e3o min\u00fasculas: para compara\u00e7\u00e3o, um cabelo humano tem 100 a 500 micr\u00f3metros em di\u00e2metro. O instrumento NanoSIMS tornou poss\u00edvel extrair informa\u00e7\u00e3o sobre o conte\u00fado de \u00e1gua das part\u00edculas.<br>Cr\u00e9dito: Z. Jin e M. Bose\/ASU\/JAXA <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para estudar as amostras, cada uma com cerca de metade da espessura de um fio de cabelo humano, a equipa usou o espectr\u00f3metro NanoSIMS (Nanoscale Secondary Ion Mass Spectrometer) da Universidade Estatal do Arizona, que pode medir gr\u00e3os min\u00fasculos com grande sensibilidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As medi\u00e7\u00f5es do NanoSIMS revelaram que as amostras eram inesperadamente ricas em \u00e1gua. Tamb\u00e9m sugerem que at\u00e9 asteroides nominalmente secos, como o Itokawa, podem de facto albergar mais \u00e1gua do que os cientistas supunham.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Mundo fragmentado<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Itokawa \u00e9 um asteroide em forma de amendoim com cerca de 550 metros de comprimento e 210 a 300 de largura. Orbita a nossa estrela a cada 18 meses a uma dist\u00e2ncia m\u00e9dia 1,3 vezes a dist\u00e2ncia entre a Terra o Sol. Parte do percurso do Itokawa leva-o para dentro da \u00f3rbita da Terra e, na sua parte mais distante, alcan\u00e7a um pouco al\u00e9m da de Marte.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base no espectro do Itokawa, obtido a partir de telesc\u00f3pios terrestres, os cientistas planet\u00e1rios colocam-no na classe S. Isto liga-os aos meteoritos rochosos, que se pensa serem fragmentos de asteroides do tipo S quebrados em colis\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Os asteroides do tipo S s\u00e3o dos objetos mais comuns na cintura de asteroide,&#8221; disse Bose. &#8220;Formaram-se originalmente a uma dist\u00e2ncia do Sol de aproximadamente um-ter\u00e7o a tr\u00eas vezes a dist\u00e2ncia da Terra.&#8221; Ela acrescentou que, embora sejam pequenos, estes asteroides mantiveram a \u00e1gua e outros materiais vol\u00e1teis com que se formaram.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na estrutura, Itokawa assemelha-se a um par aglomerado de destro\u00e7os. Tem dois l\u00f3bulos principais, cada um repleto de pedregulhos, mas com densidades gerais diferentes, enquanto entre os l\u00f3bulos est\u00e1 uma sec\u00e7\u00e3o mais estreita.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jin e Bose real\u00e7am que o Itokawa de hoje \u00e9 o remanescente de um corpo maior com pelo menos 19 km de di\u00e2metro que, em algum momento, foi aquecido a 530-815 graus Celsius. O corpo principal sofreu v\u00e1rios choques grandes de impactos, com um \u00faltimo evento que finalmente o fragmenta. No rescaldo, dois dos fragmentos fundiram-se e formaram o Itokawa de hoje, que atingiu o seu tamanho e forma atuais h\u00e1 cerca de 8 milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As part\u00edculas que analis\u00e1mos vieram de uma parte do Itokawa chamada Mar Muses,&#8221; disse Bose. &#8220;\u00c9 uma \u00e1rea do asteroide que \u00e9 lisa e est\u00e1 coberta de poeira.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Jin acrescentou: &#8220;embora as amostras tenham sido recolhidas \u00e0 superf\u00edcie, n\u00e3o sabemos onde esses gr\u00e3os estavam no corpo original. O nosso melhor palpite \u00e9 que estavam enterrados a mais de 100 metros de profundidade.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ele acrescenta que, apesar da catastr\u00f3fica fragmenta\u00e7\u00e3o do corpo maior, e apesar da exposi\u00e7\u00e3o dos gr\u00e3os da amostra \u00e0 radia\u00e7\u00e3o e aos impactos por micrometeoritos \u00e0 superf\u00edcie, os minerais ainda mostram evid\u00eancias de \u00e1gua que n\u00e3o foi perdida para o espa\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m disso, &#8220;os minerais t\u00eam composi\u00e7\u00f5es isot\u00f3picas de hidrog\u00e9nio que s\u00e3o indistingu\u00edveis da Terra,&#8221; disse Jin.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto significa que os asteroides do tipo S e os corpos parentes dos condritos comuns s\u00e3o provavelmente uma fonte crucial de \u00e1gua e de v\u00e1rios outros elementos para os planetas terrestres,&#8221; explicou Bose.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela acrescentou: &#8220;e s\u00f3 podemos dizer isto gra\u00e7as \u00e0s medi\u00e7\u00f5es isot\u00f3picas &#8216;in-situ&#8217; das amostras trazidas do reg\u00f3lito de asteroides &#8211; a sua poeira superficial e rochas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isto torna estes asteroides alvos de alta prioridade para explora\u00e7\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/asunow.asu.edu\/sites\/default\/files\/styles\/asu_news_gallery_image\/public\/ziliangjin-maitrayeebose.jpg?itok=T1-seON9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/asunow.asu.edu\/sites\/default\/files\/styles\/asu_news_gallery_image\/public\/ziliangjin-maitrayeebose.jpg?itok=T1-seON9\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Ziliang Jin (esquerda) e Maitrayee Bose preparam as amostras do Itokawa para an\u00e1lise na Universidade Estatal do Arizona. Bose est\u00e1 a construir um laborat\u00f3rio limpo na Universidade Estatal do Arizona que, juntamente com o NanoSIMS, ser\u00e1 a primeira instala\u00e7\u00e3o do tipo, numa universidade p\u00fablica, capaz de analisar gr\u00e3os de poeira oriundos de outros corpos do Sistema Solar.<br> Cr\u00e9dito: Z. Jin e M.Bose\/ASU<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Procurando amostras<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Bose explicou que est\u00e1 a construir um laborat\u00f3rio limpo na Universidade Estatal do Arizona que, juntamente com o NanoSIMS, ser\u00e1 a primeira instala\u00e7\u00e3o do tipo, numa universidade p\u00fablica, capaz de analisar gr\u00e3os de poeira oriundos de outros corpos do Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra miss\u00e3o japonesa, Hayabusa2, est\u00e1 atualmente no asteroide Ryugu, onde vai recolher amostras e transport\u00e1-las para a Terra em dezembro de 2020.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para os cientistas planet\u00e1rios e cosmoqu\u00edmicos que est\u00e3o a construir uma imagem de como o Sistema Solar se formou, os asteroides s\u00e3o um grande recurso. Como restos dos materiais de constru\u00e7\u00e3o do sistema planet\u00e1rio, variam muito entre si enquanto preservam materiais do in\u00edcio da hist\u00f3ria do Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Miss\u00f5es de retorno de amostras s\u00e3o obrigat\u00f3rias se quisermos fazer um estudo aprofundado de objetos planet\u00e1rios,&#8221; disse Bose.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;A miss\u00e3o Hayabusa ao Itokawa expandiu o nosso conhecimento dos conte\u00fados vol\u00e1teis dos corpos que ajudaram a formar a Terra,&#8221; acrescentou. &#8220;N\u00e3o seria surpreendente encontrar mecanismos similares de produ\u00e7\u00e3o de \u00e1gua para exoplanetas rochosos em torno de outras estrelas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/asunow.asu.edu\/20190501-discoveries-asu-researchers-find-water-in-asteroid-itokawa-samples\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade Estatal do Arizona (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/advances.sciencemag.org\/content\/5\/5\/eaav8106\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science Advances)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/advances.sciencemag.org\/content\/advances\/5\/5\/eaav8106.full.pdf\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (PDF)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/astronomy.com\/news\/2019\/05\/asteroids-delivered-half-of-earths-water-new-sample-suggests\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/water-found-in-asteroid-itokawa-samples.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2019\/05\/190501141056.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-05-samples-asteroid-itokawa.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/water-found-dust-itokawa-asteroid-thought-be-bone-dry\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2201259-surprisingly-wet-asteroid-dust-could-spark-a-rethink-of-earths-water\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/asteroids-could-have-supplied-up-to-half-of-all-the-water-in-earth-s-oceans\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/the-byte\/japanese-probe-found-surface-water-asteroid\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/edition.cnn.com\/2019\/05\/01\/world\/asteroid-itokawa-samples-water-scn\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">CNN<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Asteroide Itokawa:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/25143_Itokawa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Asteroides:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.nineplanets.org\/asteroids.html\" target=\"_blank\">SEDS<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/asteroids\/main\/#.Uut94Pl_t8E\" target=\"_blank\">NASA<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Asteroid\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/S-type_asteroid\" target=\"_blank\">Asteroides do tipo-S (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Sonda Hayabusa:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.astro.mech.tohoku.ac.jp\/hayabusa\/page1_english.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universidade de Tohoku<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hayabusa\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagem do asteroide Itokawa, obtida em 2005 pela sonda Hayabusa a 8 km de dist\u00e2ncia. 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