{"id":1981,"date":"2019-04-08T23:13:24","date_gmt":"2019-04-08T23:13:24","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=1981"},"modified":"2019-04-08T23:17:42","modified_gmt":"2019-04-08T23:17:42","slug":"fragmentos-de-um-planeta-sobrevivem-a-destruicao-da-sua-estrela","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/04\/08\/fragmentos-de-um-planeta-sobrevivem-a-destruicao-da-sua-estrela\/","title":{"rendered":"Fragmentos de um planeta sobrevivem \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da sua estrela"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/warwick.ac.uk\/services\/communications\/medialibrary\/images\/march2019\/disintegrating_planet.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"650\" height=\"445\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/prensa1546_3680.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1982\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/prensa1546_3680.jpg 650w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/prensa1546_3680-300x205.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/04\/prensa1546_3680-110x75.jpg 110w\" sizes=\"auto, (max-width: 650px) 100vw, 650px\" \/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de um fragmento planet\u00e1rio em \u00f3rbita da estrela SDSS J122859.93+104032.9, deixando para tr\u00e1s uma cauda de g\u00e1s.<br>Cr\u00e9dito: Universidade de Warwick\/Mark Garlick<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um grupo de astr\u00f3nomos liderados pela Universidade de Warwick e que envolveu investigadores do Instituto de Astrof\u00edsica das Can\u00e1rias (IAC) e da Universidade de La Laguna (ULL) descobriu um fragmento de um planeta que sobreviveu \u00e0 morte da sua estrela num disco de detritos formados a partir de planetas destru\u00eddos que a estrela ir\u00e1, um dia, consumir.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planetesimal, rico em ferro e n\u00edquel, sobreviveu a um cataclismo a n\u00edvel do sistema que se seguiu \u00e0 morte da sua estrela-m\u00e3e, SDSS J122859.93+104032.9. Teorizado como tendo feito parte de um planeta maior, a sua sobreviv\u00eancia \u00e9 ainda mais surpreendente, pois orbita mais perto da sua estrela do que se pensava ser poss\u00edvel, completando uma \u00f3rbita a cada duas horas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta, divulgada a semana passada na revista Science, \u00e9 a primeira vez que cientistas usam espectroscopia para descobrir um corpo s\u00f3lido em \u00f3rbita de uma an\u00e3 branca, usando varia\u00e7\u00f5es subtis na luz emitida para identificar g\u00e1s adicional que o planetesimal est\u00e1 a produzir.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Observa\u00e7\u00f5es com o GTC<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Usando o espectr\u00f3grafo OSIRIS, instalado no GTC (Gran Telescopio Canarias), situado no Observat\u00f3rio Roque de los Muchachos (Garaf\u00eda, La Palma), os cientistas estudaram um disco de detritos em \u00f3rbita de uma an\u00e3 branca a 410 anos-luz de dist\u00e2ncia formado pelo &#8220;desmembramento&#8221; de corpos rochosos compostos por elementos como ferro, magn\u00e9sio, sil\u00edcio e oxig\u00e9nio &#8211; os quatro principais blocos de constru\u00e7\u00e3o da Terra e da maioria dos corpos rochosos. Dentro desse disco descobriram um anel de g\u00e1s que sai de um corpo s\u00f3lido, como a cauda de um cometa. Este g\u00e1s pode ser produzido pelo pr\u00f3prio corpo ou por evapora\u00e7\u00e3o de poeira quando colide com detritos pequenos dentro do disco.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos estimam que este corpo tem pelo menos um quil\u00f3metro em tamanho, mas pode ser t\u00e3o grande quanto algumas centenas de quil\u00f3metros [em di\u00e2metro], compar\u00e1vel aos maiores asteroides conhecidos no Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As an\u00e3s brancas s\u00e3o os remanescentes de estrelas como o nosso Sol que queimaram todo o seu combust\u00edvel e libertaram as suas camadas externas, deixando para tr\u00e1s um n\u00facleo denso que arrefece lentamente com o passar do tempo. Esta estrela encolheu t\u00e3o dramaticamente que o planetesimal orbita dentro do raio original do seu sol. As evid\u00eancias sugerem que j\u00e1 fez parte de um corpo maior, mais afastado, provavelmente um planeta dilacerado quando a estrela come\u00e7ou o seu processo de arrefecimento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O autor principal, Christopher Mander, disse: &#8220;A estrela teria originalmente cerca de duas massas solares, mas agora a an\u00e3 branca tem apenas 70% da massa do nosso Sol. Tamb\u00e9m \u00e9 muito pequena &#8211; tem aproximadamente o tamanho da Terra &#8211; e isso torna a estrela e, em geral, todas as an\u00e3s brancas, extremamente densas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A gravidade da an\u00e3 branca \u00e9 t\u00e3o forte &#8211; cerca de 100.000 vezes a da Terra &#8211; que um asteroide t\u00edpico ser\u00e1 dilacerado por for\u00e7as gravitacionais se passar muito perto da an\u00e3 branca.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O professor Boris Gaensicke, coautor do Departamento de F\u00edsica, acrescentou: &#8220;o planetesimal que descobrimos est\u00e1 no fundo do po\u00e7o gravitacional da an\u00e3 branca, muito mais perto do que esperar\u00edamos encontrar algo ainda com &#8216;vida&#8217;. Isto s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel porque deve ser muito denso e\/ou muito provavelmente ter for\u00e7a interna que o mant\u00e9m unido, por isso propomos que \u00e9 composto em grande parte de ferro e n\u00edquel&#8221;. E explicou: &#8220;Se fosse de ferro puro, podia sobreviver onde vive agora, mas podia igualmente ser um corpo rico em ferro, mas com for\u00e7a interna para o manter unido, o que \u00e9 consistente com o planetesimal sendo um fragmento bastante massivo de um planeta. A ser correto, o corpo original tinha pelo menos centenas de quil\u00f3metros em di\u00e2metro porque \u00e9 apenas nesse ponto que os planetas come\u00e7am a se diferenciar &#8211; como azeite em \u00e1gua &#8211; e os seus elementos mais pesados &#8216;afundam&#8217; para formar um corpo met\u00e1lico.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">O futuro do Sistema Solar<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A descoberta fornece informa\u00e7\u00f5es sobre que planetas podem residir noutros sistemas solares e um vislumbre do futuro do nosso.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Christopher Manser explicou: &#8220;\u00c0 medida que as estrelas envelhecem, transformam-se em gigantes vermelhas que &#8216;limpam&#8217; boa parte da regi\u00e3o interna do seu sistema planet\u00e1rio. No nosso Sistema Solar, o Sol vai crescer para onde a Terra atualmente orbita e provavelmente eliminar\u00e1 o nosso planeta, Merc\u00fario e V\u00e9nus. Marte e os restantes planetas v\u00e3o sobreviver e mover-se para mais longe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O consenso geral \u00e9 que daqui a 5-6 mil milh\u00f5es de anos, o nosso Sistema Solar ter\u00e1 uma an\u00e3 branca no lugar do Sol, orbitada por Marte, J\u00fapiter, Saturno, os restantes planetas, bem como asteroides e cometas. Provavelmente acontecer\u00e3o muitas intera\u00e7\u00f5es gravitacionais nestes tipos de remanescentes de sistemas planet\u00e1rios, o que significa que planetas maiores podem facilmente empurrar corpos menores para uma \u00f3rbita que os aproxima da an\u00e3 branca, onde s\u00e3o destru\u00eddos pela sua enorme gravidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pablo Rodr\u00edguez Gil, investigador do IAC\/ULL e coautor do artigo, salientou que &#8220;este planetesimal \u00e9 o segundo j\u00e1 descoberto em \u00edntima \u00f3rbita de uma an\u00e3 branca. O anterior foi localizado com o &#8216;m\u00e9todo de tr\u00e2nsito&#8217; porque os restos passavam em frente da estrela e bloqueavam parte da sua luz. Esta t\u00e9cnica \u00e9 frequentemente usada para descobrir exoplanetas em torno de estrelas parecidas com o Sol. Para encontrar estes tr\u00e2nsitos,&#8221; disse Rodr\u00edguez Gil, &#8220;tem de haver um alinhamento quase perfeito entre o plano do disco de detritos e a nossa linha de vis\u00e3o. Dado que isto n\u00e3o ocorre com frequ\u00eancia, precisamos de observar um grande n\u00famero de an\u00e3s brancas a fim de encontrar a geometria correta.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Paula Izquierdo S\u00e1nchez, estudante de doutoramento no IAC\/ULL e coautora do artigo cient\u00edfico, destaca o papel fundamental que o GTC e os seus instrumentos t\u00eam desempenhado no estudo destes sistemas. &#8220;A equipa &#8211; acrescentou &#8211; vai continuar a estudar outros sistemas com discos de detritos muito parecidos ao de SDSS J122859.93+104032.9 para encontrar outros planetesimais em \u00f3rbita de an\u00e3s brancas, o que vai permitir recolher informa\u00e7\u00f5es valiosas sobre as suas propriedades.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/warwick.ac.uk\/newsandevents\/pressreleases\/heavy_metal_planet\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Warwick (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.iac.es\/divulgacion.php?op1=16&amp;id=1546\" target=\"_blank\">\/\/ Instituto de Astrof\u00edsica das Can\u00e1rias (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/tracking.warwick.ac.uk\/tracking\/click?d=dTGIW7KO3Et7Xy76Hruc7BtYGszLi3a8iFftBDuKjevZ75MtOLIpElmOkdziKCjHk7iETQSUCxCSLs-4e_wUuVrgjvcca_AqfEMxkVv7UCe8Q1M9TlGs8WMk25udDlezKI2nUgYS8ycSCS5GAGu1DS4RBxgokGwW0yxIM8Bp6GHg0\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Science)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.sciencemag.org\/news\/2019\/04\/astronomers-spy-iron-planet-stripped-its-crust-around-burned-out-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Science<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.astronomy.com\/news\/2019\/04\/astronomers-discover-a-chunk-of-a-planets-core-around-dead-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Astronomy<\/a><br><a href=\"https:\/\/eurekalert.org\/pub_releases\/2019-04\/uow-hmp040119.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/astronomers-have-discovered-a-mini-planet-that-has-survived-the-death-of-its-own-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">science alert<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.space.com\/shard-shattered-alien-planet-dead-star.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SPACE.com<\/a><br><a href=\"https:\/\/cosmosmagazine.com\/space\/confirmed-a-planet-orbiting-a-white-dwarf-star\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">COSMOS<\/a><br><a href=\"http:\/\/blogs.discovermagazine.com\/d-brief\/2019\/04\/05\/planet-core-dead-star-earth-future\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Discover<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.blahblah.blah\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/planetary-fragment-white-dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.scientificamerican.com\/article\/a-heavy-metal-planet-orbiting-a-dead-star-may-foretell-our-worlds-end\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Scientific American<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newscientist.com\/article\/2198693-a-dead-planet-is-orbiting-a-dead-sun-in-a-distant-dead-solar-system\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">New Scientist<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-04-heavy-metal-planet-fragment-survives.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.sciencenews.org\/article\/planetary-remnant-survived-death-sun-white-dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceNews<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/science\/news-science\/planetary-fragment-white-dwarf-0953254\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME Science<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.popularmechanics.com\/space\/deep-space\/a27036670\/planet-core-orbiting-dead-star\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Popular Mechanics<\/a><br><a href=\"https:\/\/earthsky.org\/space\/heavy-metal-planet-fragment-orbiting-white-dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EarthSky<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/science\/2019\/04\/planet-found-orbiting-white-dwarf-may-be-a-glimpse-of-earths-fate\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">National Geographic<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.newsweek.com\/white-dwarf-planet-discovered-1385965\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Newsweek<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.nytimes.com\/2019\/04\/04\/science\/white-dwarf-fragment.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">The New York Times<\/a><br><a href=\"https:\/\/pplware.sapo.pt\/ciencia\/planeta-morto-mostra-nos-o-que-vai-acontecer-a-terra-quando-o-sol-desaparecer\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pplware<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>SDSS J122859.93+104032.9:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/simbad.u-strasbg.fr\/simbad\/sim-id?Ident=SDSS+J122859.93+104032.9\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Simbad<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.blahblah.blah\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Visualiza\u00e7\u00e3o do disco de detritos (ESO via YouTube)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>An\u00e3s brancas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/White_dwarf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/imagine.gsfc.nasa.gov\/docs\/science\/know_l2\/dwarfs.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GTC (Gran Telescopio Canarias):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gtc.iac.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gran_Telescopio_Canarias\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Impress\u00e3o de artista de um fragmento planet\u00e1rio em \u00f3rbita da estrela SDSS J122859.93+104032.9, deixando para tr\u00e1s uma cauda de g\u00e1s.Cr\u00e9dito: Universidade de Warwick\/Mark Garlick Um grupo de astr\u00f3nomos liderados pela Universidade de Warwick e que envolveu investigadores do Instituto de Astrof\u00edsica das Can\u00e1rias (IAC) e da Universidade de La Laguna (ULL) descobriu um fragmento de &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1982,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50,72,1],"tags":[310,385,416],"class_list":["post-1981","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-estrelas","category-exoplanetas","category-telescopios-profissionais","tag-anas-brancas","tag-gtc","tag-sdss-j122859-93104032-9"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1981","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1981"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1981\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1987,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1981\/revisions\/1987"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1982"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1981"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1981"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1981"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}