{"id":1916,"date":"2019-03-19T06:27:44","date_gmt":"2019-03-19T06:27:44","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=1916"},"modified":"2019-03-19T06:27:45","modified_gmt":"2019-03-19T06:27:45","slug":"astronomos-descobrem-83-buracos-negros-supermassivos-no-universo-inicial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/03\/19\/astronomos-descobrem-83-buracos-negros-supermassivos-no-universo-inicial\/","title":{"rendered":"Astr\u00f3nomos descobrem 83 buracos negros supermassivos no Universo inicial"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Astr\u00f3nomos do Jap\u00e3o, de Taiwan e dos EUA (Universidade de Princeton) descobriram 83 quasares alimentados por buracos negros supermassivos no universo distante, numa \u00e9poca em que o Universo tinha menos de 10% da sua idade atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;\u00c9 not\u00e1vel que tais objetos massivos e densos pudessem formar-se logo ap\u00f3s o Big Bang,&#8221; disse Michael Strauss, professor de ci\u00eancias astrof\u00edsicas da Universidade de Princeton e um dos coautores do estudo. &#8220;A compreens\u00e3o de como os buracos negros se podem formar no in\u00edcio do Universo, e de qu\u00e3o comuns s\u00e3o, \u00e9 um desafio para os nossos modelos cosmol\u00f3gicos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Este achado aumenta consideravelmente o n\u00famero de buracos negros conhecidos naquela \u00e9poca e revela, pela primeira vez, qu\u00e3o comuns s\u00e3o no in\u00edcio da hist\u00f3ria do Universo. Al\u00e9m disso, fornece novas informa\u00e7\u00f5es sobre o efeito dos buracos negros no estado f\u00edsico do g\u00e1s no Universo primordial, durante os seus primeiros milhares de milh\u00f5es de anos. A investiga\u00e7\u00e3o foi divulgada numa s\u00e9rie de cinco artigos publicados nas revistas The Astrophysical Journal e Publications of the Astronomical Observatory of Japan.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"720\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/figure1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-1917\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/figure1.jpg 960w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/figure1-300x225.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/03\/figure1-768x576.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><figcaption>Luz de um dos mais distantes quasares conhecidos, alimentado por um buraco negro supermassivo situado a 13,05 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra. A imagem foi obtida com o instrumento HSC (Hyper Suprime-Cam) acoplado ao Telesc\u00f3pio Subaru. Os outros objetos no campo s\u00e3o na maioria estrelas da nossa Via L\u00e1ctea ou gal\u00e1xias no campo de vis\u00e3o.\nCr\u00e9dito: NAOJ<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os buracos negros supermassivos, encontrados nos centros das gal\u00e1xias, podem ser milh\u00f5es ou at\u00e9 milhares de milh\u00f5es de vezes mais massivos que o Sol. Embora sejam prevalentes ainda hoje, n\u00e3o se sabe quando se formaram pela primeira vez, e quantos existiam no Universo primitivo e distante. Um buraco negro supermassivo torna-se vis\u00edvel quando acumula g\u00e1s em seu redor, fazendo com que brilhe como um &#8220;quasar&#8221;. Os estudos anteriores foram apenas sens\u00edveis aos rar\u00edssimos quasares mais luminosos e, portanto, aos buracos negros mais massivos. As novas descobertas sondam a popula\u00e7\u00e3o de quasares mais fracos, alimentados por buracos negros com massas compar\u00e1veis \u00e0 maioria dos buracos negros vistos no Universo atual.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa usou dados obtidos com um instrumento topo-de-gama, o HSC (Hyper Suprime-Cam), acoplado no Telesc\u00f3pio Subaru do NAOJ (National Astronomical Observatory of Japan), localizado no cume do Mauna Kea, Hawaii. O HSC tem um campo de vis\u00e3o fant\u00e1stico &#8211; com 1,77 graus, ou sete vezes a \u00e1rea da Lua Cheia &#8211; montado num dos maiores telesc\u00f3pios do mundo. A equipa do HSC est\u00e1 a examinar o c\u00e9u ao longo de 300 noites de tempo de telesc\u00f3pio, espalhadas durante cinco anos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.princeton.edu\/sites\/default\/files\/styles\/half_1x\/public\/images\/2019\/03\/figure2.jpg?itok=-tysUSEE\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.princeton.edu\/sites\/default\/files\/styles\/half_1x\/public\/images\/2019\/03\/figure2.jpg?itok=-tysUSEE\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Impress\u00e3o de artista de um quasar. No centro est\u00e1 um buraco negro supermassivo, e a energia gravitacional do material acretado est\u00e1 a ser libertada como luz.<br>Cr\u00e9dito: Yoshiki Matsuoka <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A equipa selecionou candidatos a distantes quasares dos dados sens\u00edveis da pesquisa do HSC. Realizaram ent\u00e3o uma intensa campanha observacional para obter espectros desses candidatos, usando tr\u00eas telesc\u00f3pios: o Telesc\u00f3pio Subaru, o GTC (Gran Telescopio Canarias) em La Palma, Can\u00e1rias, Espanha; e o Telesc\u00f3pio Gemini Sul no Chile. O levantamento revelou 83 quasares muito distantes e anteriormente desconhecidos. Juntamento com 17 quasares j\u00e1 conhecidos na regi\u00e3o de estudo, os cientistas descobriram que existe aproximadamente um buraco negro supermassivo por giga-ano-luz c\u00fabico &#8211; por outras palavras, se fragment\u00e1ssemos o Universo em cubos imagin\u00e1rios com mil milh\u00f5es de anos de lado, cada um teria um buraco negro supermassivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A amostra de quasares neste estudo est\u00e1 a cerca de 13 mil milh\u00f5es de anos-luz da Terra; isto \u00e9, estamos vendo os astros como eram h\u00e1 13 mil milh\u00f5es de anos. Dado que o Big Bang ocorreu h\u00e1 13,8 mil milh\u00f5es de anos, estamos efetivamente a olhar para tr\u00e1s no tempo, vendo estes quasares e buracos negros supermassivos como apareciam apenas mais ou menos 800 milh\u00f5es de anos ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o do Universo (conhecido).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.princeton.edu\/sites\/default\/files\/styles\/half_1x\/public\/images\/2019\/03\/figure3.jpeg?itok=TtTX8egY\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.princeton.edu\/sites\/default\/files\/styles\/half_1x\/public\/images\/2019\/03\/figure3.jpeg?itok=TtTX8egY\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Os 100 quasares identificados nos dados do HSC. A primeiras sete linhas mostram os 83 quasares rec\u00e9m-descobertos enquanto as restantes representam os 17 quasares j\u00e1 conhecidos anteriormente da \u00e1rea de estudo. T\u00eam um aspeto muito vermelho devido \u00e0 expans\u00e3o c\u00f3smica e \u00e0 absor\u00e7\u00e3o da luz no espa\u00e7o intergal\u00e1ctico. Todas as imagens foram obtidas com o instrumento HSC.<br>Cr\u00e9dito: NAOJ <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u00c9 amplamente aceite que o hidrog\u00e9nio no Universo j\u00e1 foi neutro, mas que foi &#8220;reionizado&#8221; &#8211; dividido nos seus componentes, prot\u00f5es e eletr\u00f5es &#8211; na \u00e9poca em que a primeira gera\u00e7\u00e3o de estrelas, gal\u00e1xias e buracos negros supermassivos nasceram, nas primeiras centenas de milh\u00f5es de anos depois do Big Bang. Este \u00e9 um marco da hist\u00f3ria c\u00f3smica, mas os astr\u00f3nomos ainda n\u00e3o sabem o que forneceu a incr\u00edvel quantidade de energia necess\u00e1ria para provocar a reioniza\u00e7\u00e3o. Uma hip\u00f3tese convincente sugere que havia muitos mais quasares no Universo primitivo do que o detetado anteriormente, e que foi a sua radia\u00e7\u00e3o integrada que reionizou o Universo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;No entanto, o n\u00famero de quasares que observ\u00e1mos mostra que este n\u00e3o \u00e9 o caso,&#8221; explicou Robert Lupton, cientista de ci\u00eancias astrof\u00edsicas. &#8220;O n\u00famero de quasares vistos \u00e9 significativamente menor do que o necess\u00e1rio para explicar a reioniza\u00e7\u00e3o.&#8221; A reioniza\u00e7\u00e3o foi, portanto, provocada por outra fonte de energia, provavelmente v\u00e1rias gal\u00e1xias que come\u00e7aram a formar-se no Universo jovem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O presente estudo foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 capacidade de investiga\u00e7\u00e3o do Subaru e do HSC. &#8220;Os quasares que descobrimos ser\u00e3o um alvo interessante para mais observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento com instala\u00e7\u00f5es atuais e futuras,&#8221; disse Yoshiki Matsuoka, ex-investigador de p\u00f3s-doutorado de Princeton, agora na Universidade de Ehime, Jap\u00e3o, l\u00edder do estudo. &#8220;Tamb\u00e9m vamos aprender mais sobre a forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o inicial dos buracos negros supermassivos, comparando a densidade e a distribui\u00e7\u00e3o de luminosidade dos n\u00fameros medidos com previs\u00f5es de modelos te\u00f3ricos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com base nos resultados obtidos at\u00e9 agora, a equipa est\u00e1 ansiosa por encontrar buracos negros ainda mais distantes e por descobrir quando surgiu, no Universo, o primeiro buraco negro supermassivo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.princeton.edu\/news\/2019\/03\/13\/astronomers-discover-83-supermassive-black-holes-early-universe\" target=\"_blank\">\/\/ Universidade de Princeton (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.naoj.org\/Pressrelease\/2019\/03\/13\/index.html\" target=\"_blank\">\/\/ Telesc\u00f3pio Subaru &#8211; NAOJ (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/ab0216\/meta\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1901.10487\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/aaee7a\/meta\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1811.01963\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #2 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4365\/aac724\/meta\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (The Astrophysical Journal &#8211; supplement series)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1803.01861\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #3 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/academic.oup.com\/pasj\/article\/70\/SP1\/S35\/3924431\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (Publications of the Astronomical Society of Japan)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1704.05854\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #4 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/0004-637X\/828\/1\/26\/meta\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #5 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1603.02281\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico #5 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Not\u00edcias relacionadas:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/multimedia\/pub\/195423.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">EurekAlert!<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.blahblah.blah\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ScienceDaily<\/a><br><a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2019-03-astronomers-supermassive-black-holes-early.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PHYSORG<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.zmescience.com\/science\/scientists-discover-83-quasars-from-the-early-universe\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ZME science<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.spacedaily.com\/reports\/Astronomers_Discover_83_Supermassive_Black_Holes_in_Early_Universe_999.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Space Daily<\/a><br><a href=\"https:\/\/futurism.com\/astronomers-83-giant-black-holes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Futurism<\/a><br><a href=\"https:\/\/metro.co.uk\/2019\/03\/15\/dozens-ancient-supermassive-black-holes-found-deep-space-8908136\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">METRO<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.upi.com\/Eighty-three-supermassive-black-holes-found-in-the-distant-universe\/8101552493488\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">UPI<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quasar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Quasar\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Buraco negro supermassivo:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Supermassive_black_hole\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Universo:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Accelerating_expansion_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A expans\u00e3o acelerada do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Hubble%27s_law\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lei de Hubble (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Age_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Idade do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Large-scale_structure_of_the_universe\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Estrutura a grande-escala do Universo (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Big Bang (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Timeline_of_the_Big_Bang\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cronologia do Big Bang (Wikipedia)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Subaru:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.naoj.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NAOJ<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Subaru_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"https:\/\/www.naoj.org\/Projects\/HSC\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HSC (NAOJ)<\/a><br><a href=\"https:\/\/hsc.mtk.nao.ac.jp\/ssp\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">HSC (p\u00e1gina principal)<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>GTC (Gran Telescopio Canarias):<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gtc.iac.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gran_Telescopio_Canarias\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Observat\u00f3rio Gemini:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.gemini.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Gemini_Observatory\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Astr\u00f3nomos do Jap\u00e3o, de Taiwan e dos EUA (Universidade de Princeton) descobriram 83 quasares alimentados por buracos negros supermassivos no universo distante, numa \u00e9poca em que o Universo tinha menos de 10% da sua idade atual. &#8220;\u00c9 not\u00e1vel que tais objetos massivos e densos pudessem formar-se logo ap\u00f3s o Big Bang,&#8221; disse Michael Strauss, professor 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