{"id":1849,"date":"2019-02-22T06:31:47","date_gmt":"2019-02-22T06:31:47","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=1849"},"modified":"2019-02-22T06:31:49","modified_gmt":"2019-02-22T06:31:49","slug":"cometa-da-rosetta-esculpido-por-stress","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/02\/22\/cometa-da-rosetta-esculpido-por-stress\/","title":{"rendered":"Cometa da Rosetta esculpido por stress"},"content":{"rendered":"\n<p>Est\u00e1 stressado(a)? N\u00e3o est\u00e1 sozinho(a). A miss\u00e3o Rosetta da ESA revelou que o stress geol\u00f3gico decorrente da forma do Cometa 67P\/Churyumov-Gerasimenko tem sido um processo chave na escultura da superf\u00edcie e do interior do cometa ap\u00f3s a sua forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Os cometas pequenos e gelados com dois l\u00f3bulos distintos parecem ser comuns no Sistema Solar, um poss\u00edvel modo de forma\u00e7\u00e3o sendo uma colis\u00e3o lenta de dois objetos primordiais nos est\u00e1gios iniciais de forma\u00e7\u00e3o, h\u00e1 4,5 mil milh\u00f5es de anos. Um novo estudo que usa dados recolhidos pela Rosetta durante os seus dois anos no Cometa 67P\/C-G iluminou os mecanismos que contribu\u00edram para moldar o cometa ao longo dos milh\u00f5es de anos seguintes.<\/p>\n\n\n\n<p>Os investigadores usaram modelagem de stress e an\u00e1lises tridimensionais de imagens obtidas pela c\u00e2mara de alta resolu\u00e7\u00e3o OSIRIS da Rosetta para estudar a superf\u00edcie e o interior do cometa.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/02\/stress-formed_fractures_and_terraces_on_rosetta_s_comet\/19248906-1-eng-GB\/Stress-formed_fractures_and_terraces_on_Rosetta_s_comet.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/02\/stress-formed_fractures_and_terraces_on_rosetta_s_comet\/19248906-1-eng-GB\/Stress-formed_fractures_and_terraces_on_Rosetta_s_comet_node_full_image_2.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Estas imagens mostram como o cometa de l\u00f3bulo duplo da Rosetta, 67P\/Churymov-Gerasimenko, tem sido afetado por um processo geol\u00f3gico chamado tens\u00e3o de cisalhamento.<br>A forma do cometa pode ser vista nos dois diagramas \u00e0 esquerda, enquanto as quatro imagens para a direita s\u00e3o amplia\u00e7\u00f5es nas partes marcadas pela caixa (o &#8220;pesco\u00e7o&#8221; do cometa. A seta vermelha aponta para o mesmo local em ambas as imagens, visto a partir de uma perspetiva diferente.<br>As duas imagens centrais mostram esta parte do pesco\u00e7o, usado num novo estudo que explora como a forma do cometa evoluiu ao longo do tempo. As duas imagens \u00e0 direita real\u00e7a caracter\u00edsticas diferentes no cometa usando as imagens como plano de fundo. As linhas vermelhas tra\u00e7am padr\u00f5es de fratura e falhas formadas por tens\u00e3o de cisalhamento, uma for\u00e7a mec\u00e2nica vista frequentemente em a\u00e7\u00e3o em sismos ou glaciares na Terra e noutros planetas terrestres. Isto ocorre quando dois corpos ou blocos se empurram e se movem um junto ao outro em dire\u00e7\u00f5es diferentes, e pensa-se ter sido induzida aqui pela rota\u00e7\u00e3o e forma irregular do cometa. A cor verde assinala camadas em &#8220;terra\u00e7os&#8221;.<br>Cr\u00e9dito: ESA\/Rosetta\/MPS para Equipa OSIRIS MPS\/UPD\/LAM\/IAA\/SSO\/INTA\/UPM\/DASP\/IDA; C. Matonti et al. (2019) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;Encontr\u00e1mos redes de falhas e fraturas que penetram a 500 metros de profundidade e que se estendem por centenas de metros,&#8221; diz o autor principal Christopher Matonti da Universidade Aix-Marseille, na Fran\u00e7a.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Estas caracter\u00edsticas geol\u00f3gicas foram criadas por tens\u00e3o de cisalhamento, uma for\u00e7a mec\u00e2nica vista frequentemente em a\u00e7\u00e3o em sismos ou glaciares na Terra e noutros planetas terrestres, quando dois corpos ou blocos se empurram e se movem um junto ao outro em dire\u00e7\u00f5es diferentes. Isto \u00e9 extremamente empolgante: revela muito sobre a forma e estrutura interna do cometa, e como mudou e evoluiu ao longo do tempo.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>O modelo desenvolvido pelos investigadores descobriu que a tens\u00e3o de cisalhamento atinge o pico no centro do &#8220;pesco\u00e7o&#8221; do cometa, a parte mais fina do astro que liga os dois l\u00f3bulos.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;\u00c9 como se o material em cada hemisf\u00e9rio estivesse a puxar e a separar-se, contorcendo a parte do meio &#8211; o pesco\u00e7o &#8211; e fazendo com que fique mais fino atrav\u00e9s da eros\u00e3o mec\u00e2nica resultante,&#8221; explica o coautor Olivier Groussin, da mesma universidade francesa.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;N\u00f3s pensamos que este efeito surgiu originalmente por causa da rota\u00e7\u00e3o do cometa, combinada com a sua forma inicial assim\u00e9trica. Formou-se um bin\u00e1rio (torque) onde o pesco\u00e7o e a &#8220;cabe\u00e7a&#8221; se encontram \u00e0 medida que estes elementos protuberantes se torcem em redor do centro de gravidade do cometa.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>As observa\u00e7\u00f5es sugerem que a tens\u00e3o de cisalhamento atuou globalmente no cometa e, crucialmente, em torno do seu pesco\u00e7o. O facto de que as fraturas podem propagar-se t\u00e3o profundamente em 67P\/C-G tamb\u00e9m confirma que o material que comp\u00f5e o interior do cometa \u00e9 fr\u00e1gil, algo que n\u00e3o estava claro antes.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Nenhuma das nossas observa\u00e7\u00f5es pode ser explicada por processos t\u00e9rmicos,&#8221; acrescenta o coautor Nick Attree da Universidade de Stirling, no Reino Unido. &#8220;S\u00f3 fazem sentido quando consideramos uma tens\u00e3o de cisalhamento que atua sobre todo o cometa e especialmente no seu pesco\u00e7o, deformando-o, danificando-o e fraturando-o ao longo de milhares de milh\u00f5es de anos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p>A sublima\u00e7\u00e3o, o processo de transformar gelo em vapor, que resulta na liberta\u00e7\u00e3o de poeira comet\u00e1ria para o espa\u00e7o, \u00e9 outro processo bem conhecido que pode influenciar a apar\u00eancia de um cometa ao longo do tempo. Em particular, quando um cometa passa mais perto do Sol, aquece e perde os seus gelos mais depressa &#8211; talvez melhor visualizado nalgumas das explos\u00f5es mais dram\u00e1ticas captadas pela Rosetta durante a sua estadia em redor do Cometa 67P\/C-G.<\/p>\n\n\n\n<p>Os novos resultados mostram como os cometas de l\u00f3bulo duplo evolu\u00edram ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/02\/evolution_of_rosetta_s_comet_over_4.5_billion_years\/19248943-1-eng-GB\/Evolution_of_Rosetta_s_comet_over_4.5_billion_years.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/02\/evolution_of_rosetta_s_comet_over_4.5_billion_years\/19248943-1-eng-GB\/Evolution_of_Rosetta_s_comet_over_4.5_billion_years_node_full_image_2.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> O diagrama ilustra a evolu\u00e7\u00e3o do cometa de l\u00f3bulo duplo da Rosetta, 67P\/Churyumov-Gerasimenko, ao longo dos \u00faltimos 4,5 mil milh\u00f5es de anos.<br>Pensa-se que o cometa foi formado no disco primordial do Sistema Solar, talvez quando dois objetos pequenos colidiram lentamente um com o outro. Os cometas formam-se no gelado Sistema Solar exterior e est\u00e3o armazenados em vastas nuvens antes de come\u00e7arem a sua viagem para o interior; pensa-se que o cometa 67P\/C-G tenha entrado na regi\u00e3o dos planetas gigantes h\u00e1 centenas de milh\u00f5es de anos. Nessa altura j\u00e1 tinha surgido uma forma de eros\u00e3o geol\u00f3gica de nome tens\u00e3o de cisalhamento e era o processo dominante que esculpia e moldava a superf\u00edcie e o interior do cometa. Um novo estudo que usa dados da Rosetta descobriu que este stress atingiu o pico na regi\u00e3o que liga os dois l\u00f3bulos do cometa: o &#8220;pesco\u00e7o&#8221;. Este pesco\u00e7o sofreu a maior parte da eros\u00e3o mec\u00e2nica, fraturando-se e ficando mais fino ao longo do tempo &#8211; visto no diagrama como as linhas cruzadas.<br>As etapas finais cobrem o per\u00edodo de tempo de algumas dezenas de milhares de anos at\u00e9 hoje, um per\u00edodo durante o qual a eros\u00e3o por sublima\u00e7\u00e3o tem sido a for\u00e7a dominante a moldar a superf\u00edcie e o interior do cometa. Este tipo de eros\u00e3o ocorre quando o Sol aquece os gelos no interior do cometa, fazendo que sublime para g\u00e1s e escape para o espa\u00e7o, transportando com ele material comet\u00e1rio. Isto enfraqueceu ainda mais o pesco\u00e7o do cometa, e a for\u00e7a tornou-se mais poderosa \u00e0 medida que viajava para o interior, desde a \u00f3rbita de J\u00fapiter at\u00e9 Marte.<br>\u00c9 importante dizer que as setas vermelhas n\u00e3o representam a rota\u00e7\u00e3o comet\u00e1ria; ao inv\u00e9s, representam a deforma\u00e7\u00e3o de cisalhamento e ilustram o bin\u00e1rio (torque) gerado no pesco\u00e7o.<br>Cr\u00e9dito: C. Matonti et al. (2019) <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Pensa-se que os cometas tenham sido formados nos primeiros dias do Sistema Solar e que estejam armazenados em vastas nuvens na fronteira exterior antes de come\u00e7arem a sua viagem para o interior. Teria sido durante esta fase inicial de &#8220;constru\u00e7\u00e3o&#8221; do Sistema Solar que 67P\/C-G obteve a sua forma inicial.<\/p>\n\n\n\n<p>O novo estudo indica que, mesmo a grandes dist\u00e2ncias do Sol, a tens\u00e3o de cisalhamento agiria ao longo de uma escala de tempo de milhares de milh\u00f5es de anos ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o, enquanto a eros\u00e3o por sublima\u00e7\u00e3o &#8220;toma as r\u00e9deas&#8221; em escalas de tempo mais curtas (milh\u00f5es de anos) para continuar a moldar a estrutura do cometa &#8211; especialmente na regi\u00e3o do pesco\u00e7o que j\u00e1 estava enfraquecida pela tens\u00e3o de cisalhamento.<\/p>\n\n\n\n<p>A sonda New Horizons da NASA transmitiu recentemente imagens do seu &#8220;flyby&#8221; por Ultima Thule, um objeto transneptuniano localizado na Cintura de Kuiper, um reservat\u00f3rio de cometas e outros corpos menores na periferia do Sistema Solar.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados revelaram que este objeto tamb\u00e9m tem uma forma de l\u00f3bulo duplo, embora um pouco achatada em rela\u00e7\u00e3o ao cometa da Rosetta.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/02\/ultima_thule_vs_comet_67p_c-g\/19248980-1-eng-GB\/Ultima_Thule_vs_Comet_67P_C-G.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"http:\/\/www.esa.int\/var\/esa\/storage\/images\/esa_multimedia\/images\/2019\/02\/ultima_thule_vs_comet_67p_c-g\/19248980-1-eng-GB\/Ultima_Thule_vs_Comet_67P_C-G_node_full_image_2.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> Imagem do objeto da Cintura de Kuiper, Ultima Thule (esquerda), que revela uma apar\u00eancia surpreendentemente parecida com a do cometa que a sonda Rosetta da ESA explorou durante mais de dois anos (direita).<br>A sonda New Horizons da NASA passou por Ultima Thule no dia 1 de janeiro de 2019, cujas imagens e dados sugerem que os seus dois l\u00f3bulos s\u00e3o mais &#8220;achatados&#8221; como uma panqueca, em compara\u00e7\u00e3o com o Cometa 67P\/Churyumov-Gerasimenko. Ultima Thule, situado para l\u00e1 da \u00f3rbita de Neptuno nos confins do Sistema Solar, mede mais ou menos 34 km de comprimento, com os dois l\u00f3bulos medindo 19,5 e 14,2 km.<br>Em compara\u00e7\u00e3o, os dois l\u00f3bulos do Cometa 67P\/C-G medem 4,1 x 3,3 x 1,8 km e 2,6 x 2,3 x 1,8 km. O cometa \u00e9 provavelmente origin\u00e1rio da Cintura de Kuiper e agora orbita o Sol numa viagem de 6,5 anos que o leva logo para l\u00e1 da \u00f3rbita de J\u00fapiter, no seu ponto mais distante, at\u00e9 entre as \u00f3rbitas de Marte e da Terra no seu ponto mais pr\u00f3ximo.<br>Cr\u00e9dito: esquerda &#8211; NASA\/Laborat\u00f3rio de F\u00edsica Aplicada da Universidade Johns Hopkins\/SwRI; direita &#8211; ESA\/Rosetta\/NavCam <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>&#8220;As semelhan\u00e7as em forma s\u00e3o promissoras, mas as mesmas estruturas de stress n\u00e3o parecem ser t\u00e3o aparentes em Ultima Thule,&#8221; comenta Christophe.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 medida que imagens mais detalhadas s\u00e3o transmitidas e analisadas, s\u00f3 o tempo dir\u00e1 se passou, ou n\u00e3o, por uma hist\u00f3ria similar \u00e0 de 67P\/C-G.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;Os cometas s\u00e3o ferramentas cruciais para aprender mais sobre a forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o do Sistema Solar,&#8221; diz Matt Taylor, cientista do projeto Rosetta da ESA.<\/p>\n\n\n\n<p>&#8220;S\u00f3 explor\u00e1mos ainda alguns cometas com naves, e 67P \u00e9 de longe o que vimos com mais detalhe. A Rosetta est\u00e1 a revelar muito sobre estes misteriosos visitantes gelados e, com o resultado mais recente, podemos estudar as orlas exteriores e os primeiros dias do Sistema Solar de uma forma que nunca pudemos alcan\u00e7ar antes.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/www.esa.int\/Our_Activities\/Space_Science\/Rosetta\/Rosetta_s_comet_sculpted_by_stress\" target=\"_blank\">\/\/ ESA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41561-019-0307-9\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico (Nature geoscience)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p><strong>Sistema Solar:<\/strong><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Solar_System\" target=\"_blank\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Forma\u00e7\u00e3o e evolu\u00e7\u00e3o do Sistema Solar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Future_solar_system\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Cometa 67P\/Churyumov-Gerasimenko:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/67P\/Churyumov%E2%80%93Gerasimenko\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/sci.esa.int\/rosetta\/14615-comet-67p\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sonda Rosetta:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaMI\/Rosetta\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/blogs.esa.int\/rosetta\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Blog da Rosetta &#8211; ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/rosetta.jpl.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/ESA_Rosetta\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/RosettaMission\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Facebook<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Rosetta_(spacecraft)\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ultima Thule (2014 MU69):<br><\/strong><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/2014_MU69\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/ssd.jpl.nasa.gov\/sbdb.cgi?sstr=3713011#content\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><\/p>\n\n\n\n<p><strong>New Horizons:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/pluto.jhuapl.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/pluto.jhuapl.edu\/soc\/UltimaThule-Encounter\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Imagens &#8220;raw&#8221;, pelo LORRI do encontro com Ultima Thule<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/newhorizons\/main\/#.VIWgrdWsV8E\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"https:\/\/twitter.com\/nasanewhorizons\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Twitter<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/New_Horizons\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Est\u00e1 stressado(a)? 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