{"id":1738,"date":"2019-01-15T06:40:24","date_gmt":"2019-01-15T06:40:24","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=1738"},"modified":"2019-01-15T06:40:26","modified_gmt":"2019-01-15T06:40:26","slug":"o-que-100-000-fabricas-estelares-em-74-galaxias-nos-contam-sobre-a-formacao-estelar-em-todo-o-universo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/01\/15\/o-que-100-000-fabricas-estelares-em-74-galaxias-nos-contam-sobre-a-formacao-estelar-em-todo-o-universo\/","title":{"rendered":"O que 100.000 f\u00e1bricas estelares em 74 gal\u00e1xias nos contam sobre a forma\u00e7\u00e3o estelar em todo o Universo"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As gal\u00e1xias t\u00eam uma ampla variedade de formas e tamanhos. No entanto, algumas das diferen\u00e7as mais significativas entre as gal\u00e1xias dizem respeito a onde e como formam novas estrelas. As investiga\u00e7\u00f5es convincentes para explicar essas diferen\u00e7as t\u00eam sido elusivas, mas isso est\u00e1 prestes a mudar. O ALMA (Atacama Large Millimeter\/submillimeter Array) est\u00e1 a levar a cabo um levantamento sem precedentes de gal\u00e1xias de disco pr\u00f3ximas com o objetivo de estudar os seus ber\u00e7\u00e1rios estelares. Com ele, os astr\u00f3nomos est\u00e3o a come\u00e7ar a desvendar a rela\u00e7\u00e3o complexa e ainda pouco entendida entre as nuvens de forma\u00e7\u00e3o estelar e as suas gal\u00e1xias hospedeiras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um novo e vasto projeto de investiga\u00e7\u00e3o com o ALMA, conhecido como PHANGS-ALMA (Physics at High Angular Resolution in Nearby GalaxieS), debru\u00e7a-se sobre esta quest\u00e3o com muito mais poder e precis\u00e3o do que nunca, medindo a demografia e as caracter\u00edsticas de uns impressionantes 100.000 ber\u00e7\u00e1rios estelares individuais espalhados por 74 gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A campanha de pesquisa PHANGS-ALMA, sem precedentes, j\u00e1 acumulou um total de 750 horas de observa\u00e7\u00f5es e deu aos astr\u00f3nomos uma compreens\u00e3o muito mais clara de como o ciclo de forma\u00e7\u00e3o estelar muda, dependendo do tamanho, idade e din\u00e2mica interna de cada gal\u00e1xia individual. Esta campanha \u00e9 dez a cem vezes mais poderosa (dependendo dos par\u00e2metros) do que qualquer outro levantamento anterior do g\u00e9nero.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Algumas gal\u00e1xias produzem furiosamente novas estrelas, enquanto outras j\u00e1 consumiram a maior parte do seu combust\u00edvel para a forma\u00e7\u00e3o estelar. A origem desta diversidade pode muito provavelmente estar nas propriedades dos pr\u00f3prios ber\u00e7\u00e1rios estelares,&#8221; comenta Erik Rosolowsky, astr\u00f3nomo da Universidade de Alberta no Canad\u00e1 e um dos principais investigadores da equipa de investiga\u00e7\u00e3o do levantamento PHANGS-ALMA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Rosolowsky apresentou os achados iniciais da investiga\u00e7\u00e3o na 233.\u00aa reuni\u00e3o da Sociedade Astron\u00f3mica Americana, que teve lugar a semana passada em Seattle, Washington, EUA. V\u00e1rios artigos baseados nesta campanha tamb\u00e9m foram publicados nas revistas The Astrophysical Journal e The Astrophysical Journal Letters.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As observa\u00e7\u00f5es anteriores com as gera\u00e7\u00f5es anteriores de radiotelesc\u00f3pios fornecem algumas informa\u00e7\u00f5es cruciais sobre a natureza dos ber\u00e7\u00e1rios estelares densos e frios,&#8221; disse Rosolowsky. &#8220;No entanto, estas observa\u00e7\u00f5es carecem de sensibilidade, de resolu\u00e7\u00e3o e de poder para estudar a grande diversidade dos ber\u00e7\u00e1rios estelares em toda a popula\u00e7\u00e3o de gal\u00e1xias locais. Isto limitou seriamente a nossa capacidade para relacionar o comportamento ou propriedades dos ber\u00e7\u00e1rios estelares individuais com as propriedades das gal\u00e1xias em que residem.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nrao18cb12b.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nrao18cb12b.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption> <br>Imagem ALMA da gal\u00e1xia NGC 4321, tamb\u00e9m conhecida como Messier 100, uma gal\u00e1xia espiral interm\u00e9dia localizada a mais ou m enos 55 milh\u00f5es de anos-luz da Terra, na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o de Cabeleira de Berenice. A imagem faz parte do levantamento PHANGS-ALMA, com o objetivo de estudar as propriedades das nuvens de forma\u00e7\u00e3o estelar em gal\u00e1xias de disco.<br>Cr\u00e9dito: ALMA (ESO\/NAOJ\/NRAO); NRAO\/AUI\/NSF, B. Saxton <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Durante d\u00e9cadas, os astr\u00f3nomos especularam que existem diferen\u00e7as fundamentais na forma como as gal\u00e1xias de disco com v\u00e1rios tamanhos convertem o hidrog\u00e9nio em novas estrelas. Alguns astr\u00f3nomos teorizam que gal\u00e1xias maiores e geralmente mais velhas n\u00e3o s\u00e3o t\u00e3o eficientes na produ\u00e7\u00e3o estelar quanto as suas primas mais pequenas. A explica\u00e7\u00e3o mais l\u00f3gica seria que essas grandes gal\u00e1xias t\u00eam ber\u00e7\u00e1rios estelares menos eficientes. Mas tem sido dif\u00edcil testar esta ideia com observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Pela primeira vez, o ALMA est\u00e1 a permitir com que os astr\u00f3nomos realizem o censo abrangente necess\u00e1rio para determinar como as propriedades de grande escala (tamanho, movimento, etc.) de uma gal\u00e1xia influenciam o ciclo de forma\u00e7\u00e3o estelar \u00e0 escala de nuvens moleculares individuais. Estas nuvens t\u00eam apenas algumas dezenas a centenas de anos-luz de tamanho, o que \u00e9 fenomenalmente pequeno \u00e0 escala de uma gal\u00e1xia inteira, especialmente quando vista a milh\u00f5es de anos-luz de dist\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;As estrelas formam-se de modo mais eficiente em algumas gal\u00e1xias do que noutras, mas a falta de observa\u00e7\u00f5es em alta resolu\u00e7\u00e3o e \u00e0 escala das nuvens fez com que as nossas teorias n\u00e3o fossem bem testadas, raz\u00e3o pela qual estas observa\u00e7\u00f5es do ALMA s\u00e3o t\u00e3o cr\u00edticas,&#8221; explica Adam Leroy, astr\u00f3nomo da Universidade Estatal do Ohio e coinvestigador principal da equipa PHANGS-ALMA.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Parte do mist\u00e9rio da forma\u00e7\u00e3o estelar, real\u00e7am os astr\u00f3nomos, tem a ver com o meio interestelar &#8211; toda a mat\u00e9ria e energia que preenche o espa\u00e7o entre as estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os astr\u00f3nomos entendem que existe um ciclo de feedback cont\u00ednuo no interior e em redor dos ber\u00e7\u00e1rios estelares. Dentro destas nuvens, regi\u00f5es de g\u00e1s denso colapsam e formam estrelas, o que perturba o meio interestelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;De facto, a compara\u00e7\u00e3o entre as observa\u00e7\u00f5es iniciais do PHANGS e as posi\u00e7\u00f5es das estrelas rec\u00e9m-formadas mostra que estas destroem rapidamente as suas nuvens natais,&#8221; acrescenta Rosolowsky. &#8220;A equipa PHANGS est\u00e1 a estudar como esta perturba\u00e7\u00e3o tem lugar em diferentes tipos de gal\u00e1xias, o que pode ser um fator-chave na forma\u00e7\u00e3o estelar.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para esta investiga\u00e7\u00e3o, o ALMA est\u00e1 a observar mol\u00e9culas de mon\u00f3xido de carbono (CO) em todas as gal\u00e1xias espirais relativamente massivas, vistas geralmente de face, vis\u00edveis do hemisf\u00e9rio sul. As mol\u00e9culas de CO emitem naturalmente luz em comprimentos de onda milim\u00e9tricos que o ALMA pode detetar. S\u00e3o particularmente eficazes em destacar a localiza\u00e7\u00e3o de nuvens de forma\u00e7\u00e3o estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O ALMA \u00e9 uma m\u00e1quina incrivelmente eficiente a mapear mon\u00f3xido de carbono em grandes \u00e1reas de gal\u00e1xias pr\u00f3ximas,&#8221; salienta Leroy. &#8220;Foi capaz de realizar este levantamento gra\u00e7as ao poder combinado das antenas de 12 metros, que estudam caracter\u00edsticas de escala fina, e \u00e0s antenas mais pequenas de 7 metros, no centro do complexo, sens\u00edveis a caracter\u00edsticas de grande escala, essencialmente preenchendo as lacunas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><a href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nrao18cb12d.jpg\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/nrao18cb12d.jpg\" alt=\"\"\/><\/a><figcaption>Composi\u00e7\u00e3o entre uma imagem do ALMA (laranja) e do Hubbe (azul), da gal\u00e1xia Messier 74, tamb\u00e9m conhecida como NGC 628, uma gal\u00e1xia espiral na constela\u00e7\u00e3o de Peixes, localizada a cerca de 32 milh\u00f5es de anos-luz da Terra. A imagem faz parte do levantamento PHANGS-ALMA, com o objetivo de estudar as propriedades das nuvens de forma\u00e7\u00e3o estelar em gal\u00e1xias de disco.<br> Cr\u00e9dito: ALMA &#8211; NRAO\/AUI\/NSF, B. Saxton; NASA\/Hubble<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um estudo complementar, PHANGS-MUSE (Multi-Unit Spectroscopic Explorer), est\u00e1 a usar o VLT (Very Large Telescope) para obter imagens \u00f3ticas das primeiras 19 gal\u00e1xias observadas pelo ALMA. Ainda outro levantamento, PHANGS-HST, usa o Telesc\u00f3pio Espacial Hubble para estudar 38 destas gal\u00e1xias e para encontrar os seus mais jovens enxames estelares. Juntos, estes tr\u00eas levantamentos fornecem uma imagem surpreendentemente completa de qu\u00e3o eficazmente as gal\u00e1xias produzem estrelas ao estudar o g\u00e1s molecular frio, o seu movimento, a localiza\u00e7\u00e3o de g\u00e1s ionizado (regi\u00f5es onde as estrelas j\u00e1 est\u00e3o a ser formadas) e as popula\u00e7\u00f5es estelares completas das gal\u00e1xias.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Em astronomia, n\u00e3o temos capacidade para observar o cosmos a mudar ao longo do tempo; as escalas de tempo simplesmente superam avassaladoramente a exist\u00eancia humana,&#8221; diz Rosolowsky. &#8220;N\u00e3o podemos observar um objeto para todo o sempre, mas podemos observar centenas de milhares de nuvens de forma\u00e7\u00e3o estelar em gal\u00e1xias de diferentes tamanhos e idades para inferir como a evolu\u00e7\u00e3o gal\u00e1ctica funciona. Esse \u00e9 o valor real da campanha PHANGS-ALMA.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Tamb\u00e9m analisamos milhares a dezenas de milhares de regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar dentro de cada gal\u00e1xia, capturando-as ao longo do seu ciclo de vida. Isto permite-nos construir uma imagem do nascimento e da morte dos ber\u00e7\u00e1rios estelares nas gal\u00e1xias, algo quase imposs\u00edvel antes do ALMA,&#8221; acrescenta Leroy.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">At\u00e9 agora, o PHANGS-ALMA estudou aproximadamente 100.000 objetos semelhantes \u00e0 Nebulosa de Orionte no Universo pr\u00f3ximo. Espera-se que a campanha acabe eventualmente por observar cerca de 300.000 regi\u00f5es de forma\u00e7\u00e3o estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/www.almaobservatory.org\/en\/press-release\/what-100000-star-factories-in-74-galaxies-tell-us-about-star-formation-across-the-universe\/\" target=\"_blank\">\/\/ Observat\u00f3rio ALMA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/news\/2019-alma-phangs\/\" target=\"_blank\">\/\/ NRAO (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/1538-4357\/aac326\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; 1 (The Astrophysical Journal)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1805.00937\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; 1 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/aacf8f\/meta\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; 2 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1806.11121\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; 2 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/aad77d\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; 3 (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1807.11506\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico &#8211; 3 (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>PHANGS-ALMA:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/sites.google.com\/view\/phangs\/home\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"https:\/\/public.nrao.edu\/gallery\/phangs-alma\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NRAO<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Forma\u00e7\u00e3o estelar:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Star_formation\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ALMA:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.almaobservatory.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina principal<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.nrao.edu\/index.php\/about\/facilities\/alma\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NRAO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/alma.mtk.nao.ac.jp\/e\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (NAOJ)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/teles-instr\/alma.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ALMA (ESO)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Atacama_Large_Millimeter_Array\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>VLT:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/projects\/vlt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Very_Large_Telescope\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>ESO:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/www.eso.org\/public\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">P\u00e1gina oficial<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/ESO\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Telesc\u00f3pio Espacial Hubble:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/www.nasa.gov\/mission_pages\/hubble\/main\/#.VJ02FAj0\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Hubble, NASA<\/a>&nbsp;<br><a href=\"http:\/\/www.esa.int\/esaSC\/SEM106WO4HD_index_0_m.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ESA<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.stsci.edu\/resources\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">STScI<\/a><br><a href=\"http:\/\/spacetelescope.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">SpaceTelescope.org<\/a><br><a href=\"http:\/\/archive.stsci.edu\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Base de dados do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As gal\u00e1xias t\u00eam uma ampla variedade de formas e tamanhos. 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