{"id":1714,"date":"2019-01-11T06:48:20","date_gmt":"2019-01-11T06:48:20","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?p=1714"},"modified":"2019-01-11T06:49:57","modified_gmt":"2019-01-11T06:49:57","slug":"tess-da-nasa-descobre-novos-exoplanetas-apanha-distantes-supernovas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/2019\/01\/11\/tess-da-nasa-descobre-novos-exoplanetas-apanha-distantes-supernovas\/","title":{"rendered":"TESS da NASA descobre novos exoplanetas, &#8220;apanha&#8221; distantes supernovas"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A miss\u00e3o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA descobriu tr\u00eas exoplanetas confirmados, ou mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, nos primeiros tr\u00eas meses de observa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As c\u00e2maras sens\u00edveis do sat\u00e9lite tamb\u00e9m capturaram 100 mudan\u00e7as de curta dura\u00e7\u00e3o &#8211; a maioria delas prov\u00e1veis explos\u00f5es estelares &#8211; na mesma regi\u00e3o do c\u00e9u. Estas incluem seis explos\u00f5es de supernova cuja luz brilhante foi registada pelo TESS antes mesmo das explos\u00f5es serem descobertas por telesc\u00f3pios terrestres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As novas descobertas mostram que o TESS est\u00e1 a cumprir o seu objetivo de descobrir planetas em torno de estrelas brilhantes e pr\u00f3ximas. Usando telesc\u00f3pios terrestres, os astr\u00f3nomos est\u00e3o agora a realizar observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento em mais de 280 candidatos a exoplanetas da miss\u00e3o TESS.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A primeira descoberta confirmada \u00e9 um mundo chamado Pi Mensae c com aproximadamente duas vezes o tamanho da Terra. A cada seis dias, o novo planeta orbita a estrela Pi Mensae, localizada a mais ou menos 60 anos-luz de dist\u00e2ncia e vis\u00edvel a olho nu na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o do hemisf\u00e9rio sul de Montanha da Mesa. A brilhante estrela Pi Mensae \u00e9 semelhante ao Sol em massa e tamanho.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/nn0Y7Xd.gif\" alt=\"\"\/><figcaption> Impress\u00e3o de artista do exoplaneta Pi Mensae c.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/MIT\/TESS <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Esta estrela j\u00e1 era conhecida por albergar um planeta, de nome Pi Mensae b, que tem cerca de 10 vezes a massa de J\u00fapiter e segue uma \u00f3rbita longa e muito exc\u00eantrica,&#8221; comenta Chelsea Huang, do Instituto Kavli para Astrof\u00edsica e Pesquisa Espacial do MIT (Massachusetts Institute of Technology) em Cambridge, EUA. &#8220;Em contraste, o novo planeta chamado Pi Mensae c, tem uma \u00f3rbita circular pr\u00f3xima da estrela, e estas diferen\u00e7as orbitais ser\u00e3o fundamentais para entender como este sistema invulgar se formou.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A seguir temos LHS 3884b, um planeta rochoso com aproximadamente 1,3 vezes o tamanho da Terra, localizado a mais ou menos 49 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o do hemisf\u00e9rio sul de \u00cdndio, tornando-o um dos exoplanetas em tr\u00e2nsito mais pr\u00f3ximos conhecidos. A estrela \u00e9 uma an\u00e3 fria do tipo-M com cerca de um-quinto do tamanho do nosso Sol. Completando uma \u00f3rbita a cada 11 horas, o planeta fica t\u00e3o perto da estrela que parte da superf\u00edcie rochosa no lado diurno pode formar regi\u00f5es de lava.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/i.imgur.com\/Z43waYk.gif\" alt=\"\"\/><figcaption> Impress\u00e3o de artista do exoplaneta LHS 3884b.<br>Cr\u00e9dito: NASA\/MIT\/TESS <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O terceiro &#8211; e possivelmente o quarto &#8211; planetas orbitam HD 231749, uma estrela do tipo-K com 80% da massa do Sol localizada a 53 anos-luz de dist\u00e2ncia na dire\u00e7\u00e3o da constela\u00e7\u00e3o do hemisf\u00e9rio sul de Ret\u00edculo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O planeta confirmado, HD 21749b, tem cerca de tr\u00eas vezes o tamanho da Terra e 23 vezes a sua massa, orbita a cada 36 dias e tem uma temperatura \u00e0 superf\u00edcie de mais ou menos 150\u00ba C. &#8220;Este planeta tem uma densidade maior que a de Neptuno, mas n\u00e3o \u00e9 rochoso. Pode ser um mundo oce\u00e2nico ou ter algum tipo de atmosfera substancial,&#8221; explicou Diana Dragomir, tamb\u00e9m do Instituto Kavli e autora principal do artigo cient\u00edfico que descreve o achado. \u00c9 o planeta em tr\u00e2nsito com o per\u00edodo mais longo at\u00e9 100 anos-luz do Sistema Solar e tem a temperatura superficial mais fria para um exoplaneta em tr\u00e2nsito em torno de uma estrela mais brilhante que magnitude 10, ou cerca de 25 vezes mais t\u00e9nue do que o limite da vis\u00e3o humana.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O que \u00e9 ainda mais excitante s\u00e3o as pistas de que o sistema tem um segundo candidato a planeta com aproximadamente o tamanho da Terra que completa uma volta em torno da estrela a cada oito dias. Se confirmado, pode ser o planeta mais pequeno descoberto pelo TESS at\u00e9 \u00e0 data.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"TESS First Planet Locations\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JFdpMes9C-c?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As quatro c\u00e2maras do TESS, desenhadas e constru\u00eddas pelo Instituto Kavli do MIT, passaram quase um m\u00eas a monitorizar cada setor de observa\u00e7\u00e3o, numa faixa do c\u00e9u que mede 24 por 96 graus. O objetivo principal \u00e9 procurar tr\u00e2nsitos exoplanet\u00e1rios, que ocorrem quando um planeta passa em frente da sua estrela hospedeira, a partir da perspetiva do TESS. Isto provoca uma queda regular no brilho medido da estrela que assinala a presen\u00e7a de um planeta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na sua miss\u00e3o principal de dois anos, o TESS vai observar o c\u00e9u quase todo, fornecendo um rico cat\u00e1logo de mundos em torno de estrelas pr\u00f3ximas. A sua proximidade com a Terra possibilitar\u00e1 a caracteriza\u00e7\u00e3o detalhada dos planetas por meio de observa\u00e7\u00f5es de acompanhamento com telesc\u00f3pios terrestres e espaciais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas no seu olhar de um m\u00eas para cada sector, o TESS regista muitos fen\u00f3menos adicionais, incluindo cometas, asteroides, surtos estelares, bin\u00e1rios eclipsantes, an\u00e3s brancas e supernovas, resultando num tesouro astron\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Somente no primeiro sector do TESS, observado entre 25 de julho e 22 de agosto de 2018, a miss\u00e3o captou d\u00fazias de eventos transientes, ou de curta dura\u00e7\u00e3o, incluindo imagens de seis supernovas em gal\u00e1xias distantes que foram observadas posteriormente por telesc\u00f3pios terrestres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Parte da ci\u00eancia mais interessante ocorre nos primeiros dias de uma supernova, que tem sido muito dif\u00edcil de observar antes do TESS,&#8221; disse Michael Fausnaugh, investigador do TESS no Instituto Kavli. &#8220;O telesc\u00f3pio espacial Kepler da NASA detetou seis desses eventos enquanto subiam de brilho durante os seus primeiros quatro anos de opera\u00e7\u00f5es. O TESS encontrou o mesmo n\u00famero no seu primeiro m\u00eas.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"TESS Supernovae Locations\" width=\"618\" height=\"348\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/3lW9NvWkDJs?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estas primeiras observa\u00e7\u00f5es det\u00eam a chave para entender uma classe de supernovas que servem como um importante par\u00e2metro para os estudos cosmol\u00f3gicos. As supernovas do Tipo Ia formam-se atrav\u00e9s de dois cen\u00e1rios. Um envolve a fus\u00e3o de duas an\u00e3s brancas em \u00f3rbita, remanescentes compactos de estrelas como o Sol. O outro ocorre em sistemas onde uma an\u00e3 branca extrai g\u00e1s de uma estrela normal, ganhando massa gradualmente at\u00e9 se tornar inst\u00e1vel e explodir. Os astr\u00f3nomos n\u00e3o sabem qual destes cen\u00e1rios \u00e9 o mais comum, mas o TESS pode detetar modifica\u00e7\u00f5es na luz inicial da explos\u00e3o provocada pela presen\u00e7a de uma companheira estelar.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Todos os dados cient\u00edficos dos primeiros dois sectores de observa\u00e7\u00f5es do TESS foram recentemente postos \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da comunidade cient\u00edfica atrav\u00e9s do Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais (MAST &#8211; Mikulski Archive for Space Telescopes) do STScI (Space Telescope Science Institute) em Baltimore, EUA<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;S\u00f3 nos primeiros dias foram transferidas mais de um milh\u00e3o de imagens TESS armazenadas no MAST,&#8221; real\u00e7a Thomas Barclay, investigador do TESS no Centro de Voo Espacial Goddard da NASA em Greenbelt, no estado norte-americano de Maryland, e da Universidade de Maryland em Baltimore County. &#8220;A rea\u00e7\u00e3o da comunidade astron\u00f3mica ao lan\u00e7amento antecipado dos dados mostra que o mundo est\u00e1 preparado para contribuir para o tesouro cient\u00edfico da miss\u00e3o.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">George Ricker, investigador principal da miss\u00e3o no Instituto Kavli do MIT, disse que as c\u00e2maras e o TESS est\u00e3o de excelente sa\u00fade. &#8220;Estamos apenas a metade do primeiro ano de observa\u00e7\u00f5es do TESS, e as portas dos dados est\u00e3o apenas a come\u00e7ar a abrir. Quando o conjunto completo de observa\u00e7\u00f5es de mais de 300 milh\u00f5es de estrelas e gal\u00e1xias recolhidas na miss\u00e3o principal de dois anos for examinado por astr\u00f3nomos em todo o mundo, o TESS pode ter descoberto at\u00e9 10.000 exoplanetas, al\u00e9m de centenas de supernovas e outros eventos transientes explosivos estelares e extragal\u00e1cticos.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/exoplanets.nasa.gov\/news\/1542\/nasas-tess-rounds-up-its-first-planets-snares-far-flung-supernovae\/\" target=\"_blank\">\/\/ NASA (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/news.mit.edu\/2019\/tess-discovers-third-planet-0107\" target=\"_blank\">\/\/ MIT (comunicado de imprensa)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"http:\/\/iopscience.iop.org\/article\/10.3847\/2041-8213\/aaef91\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre Pi Mensae c (The Astrophysical Journal Letters)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1809.05967\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre Pi Mensae c (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1809.07242\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre LHS 3844 (arXiv.org)<\/a><br><a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/arxiv.org\/abs\/1901.00051\" target=\"_blank\">\/\/ Artigo cient\u00edfico sobre HD 21749b (arXiv.org)<\/a><\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Saiba mais:<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Pi Mensae c:<\/strong><br><a href=\"http:\/\/exoplanet.eu\/catalog\/pi_men_c\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Exoplanet.eu<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>HD 2179:<\/strong><br><a href=\"https:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/HD_21749\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Exoplanetas:<br><\/strong><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Extrasolar_planet\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de planetas (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_potential_habitable_exoplanets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de exoplanetas potencialmente habit\u00e1veis (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/List_of_extrasolar_planet_extremes\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista de extremos (Wikipedia)<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.openexoplanetcatalogue.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Open Exoplanet Catalogue<\/a><br><a href=\"http:\/\/planetquest.jpl.nasa.gov\/index.cfm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">PlanetQuest<\/a><br><a href=\"http:\/\/www.exoplanet.eu\/index.php\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Enciclop\u00e9dia dos Planetas Extrasolares<\/a><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite):<\/strong><br><a href=\"https:\/\/www.nasa.gov\/tess-transiting-exoplanet-survey-satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA<\/a><br><a href=\"http:\/\/tess.gsfc.nasa.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">NASA\/Goddard<\/a><br><a href=\"https:\/\/heasarc.gsfc.nasa.gov\/docs\/tess\/proposing-investigations.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Programa de Investigadores do TESS (HEASARC da NASA)<\/a><br><a href=\"https:\/\/archive.stsci.edu\/tess\/index.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">MAST (Arquivo Mikulski para Telesc\u00f3pios Espaciais)<\/a><br><a href=\"http:\/\/en.wikipedia.org\/wiki\/Transiting_Exoplanet_Survey_Satellite\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Wikipedia<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A miss\u00e3o TESS (Transiting Exoplanet Survey Satellite) da NASA descobriu tr\u00eas exoplanetas confirmados, ou mundos para l\u00e1 do nosso Sistema Solar, nos primeiros tr\u00eas meses de observa\u00e7\u00f5es. As c\u00e2maras sens\u00edveis do sat\u00e9lite tamb\u00e9m capturaram 100 mudan\u00e7as de curta dura\u00e7\u00e3o &#8211; a maioria delas prov\u00e1veis explos\u00f5es estelares &#8211; na mesma regi\u00e3o do c\u00e9u. Estas incluem seis &hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":1715,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[72,16,1],"tags":[147,309],"class_list":["post-1714","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","","category-exoplanetas","category-sondas-missoes-espaciais","category-telescopios-profissionais","tag-exoplaneta","tag-tess"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1714","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1714"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1714\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1718,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1714\/revisions\/1718"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media\/1715"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1714"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1714"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1714"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}