{"id":952,"date":"2017-01-29T18:07:57","date_gmt":"2017-01-29T18:07:57","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?page_id=952"},"modified":"2019-01-09T10:32:49","modified_gmt":"2019-01-09T10:32:49","slug":"sol","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/","title":{"rendered":"Sol"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"505\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/sol_1.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1685\"\/><figcaption> Figura 1 &#8211; O Sol, fotografado a partir da esta\u00e7\u00e3o espacial Skylab, em 1973. A imagem mostra uma das maiores proemin\u00eancias jamais registadas.<br>Cr\u00e9dito: NASA<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Sol \u00e9 uma estrela G2 normal, uma das mais de 100 mil milh\u00f5es de estrelas na nossa gal\u00e1xia. Est\u00e1 personificado em muitas mitologias: os Gregos chamavam-lhe Helios e os Romanos Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Sol \u00e9 de longe o maior objecto no Sistema Solar. Cont\u00e9m mais de 99.8% da massa total do Sistema Solar (J\u00fapiter cont\u00e9m praticamente o resto). Diz-se regularmente que o Sol \u00e9 uma estrela &#8220;vulgar&#8221;. Isso \u00e9 verdade no sentido em que existem muitas outras semelhantes. Mas existem muitas mais estrelas pequenas que grandes; o Sol est\u00e1 no top 10% por massa. O tamanho m\u00e9dio das estrelas da nossa gal\u00e1xia \u00e9 provavelmente menos de metade da massa do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Actualmente cont\u00e9m 70% de hidrog\u00e9nio e 28% de h\u00e9lio na sua massa; tudo o resto (&#8220;metais&#8221;) \u00e9 menos de 2%. Estas quantidades mudam com o passar do tempo \u00e0 medida que o Sol converte hidrog\u00e9nio em h\u00e9lio no seu n\u00facleo.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As camadas exteriores do Sol exibem rota\u00e7\u00f5es diferentes: no equador a superf\u00edcie completa uma volta em cada 25.4 dias; perto dos p\u00f3los chega at\u00e9 aos 36 dias. Este comportamento estranho deve-se ao facto do Sol n\u00e3o ser um corpo s\u00f3lido como a Terra. Efeitos similares s\u00e3o vistos tamb\u00e9m nos planetas gasosos. Estas diferen\u00e7as na sua rota\u00e7\u00e3o estendem-se at\u00e9 ao interior do Sol, embora o n\u00facleo gire como um corpo s\u00f3lido. As condi\u00e7\u00f5es no n\u00facleo do Sol (aproximadamente os 25% interiores do seu raio) s\u00e3o extremas. A temperatura \u00e9 de cerca de 15.6 milh\u00f5es Kelvin e a press\u00e3o \u00e9 de 250 mil milh\u00f5es de atmosferas. No centro do n\u00facleo a densidade do Sol \u00e9 mais de 150 vezes a da \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"503\" height=\"311\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/sol_camadas.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1686\"\/><figcaption> Figura 2 &#8211; As v\u00e1rias camadas do Sol.<br>Cr\u00e9dito: NASA <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A energia libertada pelo Sol (3.86&#215;10<sup>33<\/sup>&nbsp;ergs\/segundo ou 386 mil bili\u00f5es de megawatts) \u00e9 produzida atrav\u00e9s de reac\u00e7\u00f5es nucleares. Em cada segundo cerca de 700,000,000 toneladas de hidrog\u00e9nio s\u00e3o convertidas em cerca de 695,000,000 toneladas de h\u00e9lio e 5,000,000 toneladas (=3.86&#215;10<sup>33<\/sup>&nbsp;ergs) de energia na forma de raios-gama. \u00c0 medida que viaja para a superf\u00edcie, esta energia \u00e9 continuamente absorvida e reemitida a temperaturas cada vez mais baixas. Quando chega \u00e0 superf\u00edcie, \u00e9 na sua maioria luz vis\u00edvel. Nos \u00faltimos 20% do caminho at\u00e9 \u00e0 superf\u00edcie a energia \u00e9 transportada mais por convec\u00e7\u00e3o do que por radia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A superf\u00edcie do Sol, chamada fotosfera, est\u00e1 a uma temperatura de cerca de 5800 K.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As manchas solares s\u00e3o regi\u00f5es mais &#8220;frias&#8221;, apenas a 3800 K (aparecem escuras apenas por compara\u00e7\u00e3o com as regi\u00f5es circundantes). As manchas solares podem ser muito grandes, quase chegando aos 50,000 km em di\u00e2metro. S\u00e3o causadas por interac\u00e7\u00f5es complicadas e n\u00e3o muito compreendidas no campo magn\u00e9tico do Sol.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Uma pequena regi\u00e3o conhecida como a cromosfera situa-se acima da fotosfera. Outra regi\u00e3o altamente rarefeita acima da cromosfera, chamada a coroa, estende-se milh\u00f5es de quil\u00f3metros no espa\u00e7o mas \u00e9 apenas vis\u00edvel durante os eclipses. As temperaturas na coroa podem exceder 1,000,000 K.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ora acontece que a Lua e o Sol parecem do mesmo tamanho no c\u00e9u quando vistos da Terra. E dado que a Lua orbita a Terra aproximadamente no mesmo plano que a \u00f3rbita da Terra em torno do Sol, por vezes a Lua encontra-se directamente entre a Terra e o Sol. Isto \u00e9 chamado de eclipse solar; se o alinhamento \u00e9 algo imperfeito ent\u00e3o a Lua cobre apenas parte do disco solar e o evento chama-se eclipse parcial. Quando se alinha perfeitamente a totalidade do disco solar \u00e9 bloqueada e ent\u00e3o chama-se de eclipse total do Sol. Os eclipses parciais s\u00e3o vis\u00edveis numa grande \u00e1rea da Terra mas a regi\u00e3o onde um eclipse total \u00e9 poss\u00edvel de observar \u00e9 muito estreita, com apenas alguns quil\u00f3metros de largura (embora tenha v\u00e1rios milhares de quil\u00f3metros em comprimento). Os eclipses do Sol acontecem uma ou duas vezes por ano. Se ficar em casa, \u00e9 prov\u00e1vel que observe eclipses parciais algumas vezes por d\u00e9cada. Mas dado que o percurso da totalidade \u00e9 muito pequeno, \u00e9 muito improv\u00e1vel que atravesse o local onde vive. Por isso as pessoas regularmente viajam at\u00e9 ao outro lado do mundo apenas para ver um eclipse solar total. Ficar \u00e0 sombra da Lua \u00e9 uma experi\u00eancia arrebatadora. Durante uns preciosos minutos o c\u00e9u fica escuro a meio do dia. Conseguem-se ver estrelas e planetas. Os animais pensam que \u00e9 altura de dormir. E pode-se observar a coroa solar. Vale bem a pena a viagem.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"263\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/eclipse_solar.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1688\"\/><figcaption> Figura 3 &#8211; A coroa do Sol \u00e9 apenas vis\u00edvel nos eclipses, ou atrav\u00e9s de aparelhos que simulam um eclipse chamados coron\u00f3grafos.<br>Cr\u00e9dito: National Optical Astronomy Observatories. <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O campo magn\u00e9tico do Sol \u00e9 muito forte (pelos padr\u00f5es terrestres) e muito complicado. A sua magnetosfera (tamb\u00e9m conhecida por heliosfera) estende-se para al\u00e9m de Plut\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em adi\u00e7\u00e3o ao calor e luz, o Sol emite tamb\u00e9m uma corrente de baixa densidade de part\u00edculas carregadas (na sua maioria electr\u00f5es e prot\u00f5es) conhecida como vento solar que se propaga pelo Sistema Solar a 450 km\/s. O vento solar e as maiores part\u00edculas de energia ejectadas pelas proemin\u00eancias solares podem ter efeitos dram\u00e1ticos na Terra, variando entre quebras de electricidade a interfer\u00eancias de r\u00e1dio ou at\u00e9 \u00e0s espectaculares auroras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dados recentes da sonda Ulysses mostraram que durante a m\u00ednima actividade do ciclo solar o vento emanado pelas regi\u00f5es polares viaja ao dobro da velocidade, 750 km\/s, do que a latitudes mais baixas. A composi\u00e7\u00e3o do vento solar tamb\u00e9m parece ser diferente nas regi\u00f5es polares. Durante o m\u00e1ximo solar, no entanto, o vento move-se a uma velocidade m\u00e9dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Estudos mais aprofundados do vento solar foram feitos pela sonda Wind, lan\u00e7ada em 1994, pela ACE e pela SOHO, no ponto de vantagem situado entre a Terra e o Sol a cerca de 1.6 milh\u00f5es de km da Terra. O vento solar tem grandes efeitos nas caudas dos cometas e tamb\u00e9m nas traject\u00f3rias das sondas. Uma miss\u00e3o de recolha de amostras, Genesis, foi desenhada para permitir aos astr\u00f3nomos medir directamente a composi\u00e7\u00e3o do material solar. Regressou \u00e0 Terra em 2004 mas sofreu danos quando o seu p\u00e1ra-quedas n\u00e3o abriu ao entrar na atmosfera da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Espectaculares &#8220;loops&#8221; e proemin\u00eancias s\u00e3o regularmente vis\u00edveis no limbo solar. A liberta\u00e7\u00e3o de material do Sol n\u00e3o \u00e9 sempre constante. Nem a quantidade da actividade solar. Houve um per\u00edodo de baixa actividade de manchas solares na segunda metade do s\u00e9culo XVII chamada &#8220;Maunder Minimum&#8221;. Coincide com um per\u00edodo anormalmente frio no norte da Europa \u00e0s vezes conhecido como Pequena Idade do Gelo. Desde a forma\u00e7\u00e3o do Sistema Solar que o material libertado pelo Sol aumentou em 40%.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"499\" height=\"624\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/aurora.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1689\"\/><figcaption> Figura 4 &#8211; Uma espectacular aurora, provocada pelo vento solar.<br>Cr\u00e9dito: Dennis Mammana. <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Sol tem cerca de 4,5 mil milh\u00f5es de anos. Desde o seu nascimento usou cerca de metade do seu hidrog\u00e9nio no n\u00facleo. Ir\u00e1 assim continuar &#8220;pacificamente&#8221; por outros 5 bili\u00f5es de anos (embora a sua luminosidade suba para o dobro nessa altura). Mas eventualmente ir\u00e1 ficar sem hidrog\u00e9nio para queimar. Ir\u00e1 ser for\u00e7ado a fazer mudan\u00e7as radicais, embora comuns pelos padr\u00f5es estelares, o que resultar\u00e1 na total destrui\u00e7\u00e3o da Terra (e provavelmente na cria\u00e7\u00e3o de uma nebulosa planet\u00e1ria). <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existem oito planetas principais e um grande n\u00famero de objectos mais pequenos orbitando o Sol (exactamente quais os corpos que deveriam ser classificados como planetas e quais como &#8220;objectos mais pequenos&#8221; tem sido fonte de alguma controv\u00e9rsia, mas no fundo \u00e9 tudo uma quest\u00e3o de defini\u00e7\u00e3o). <\/p>\n\n\n\n<table class=\"wp-block-table\"><tbody><tr><td><strong>DADOS OBSERVACIONAIS<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Dist\u00e2ncia m\u00e9dia da Terra<\/td><td>149.6&#215;10<sup>6<\/sup>&nbsp;km<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Brilho visual<\/td><td>-26.74<sup>m<\/sup><\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Magnitude absoluta<\/td><td>4.83<sup>m<\/sup><\/td><\/tr><tr><td><strong>CARACTER\u00cdSTICAS ORBITAIS<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Dist\u00e2ncia m\u00e9dia do centro da Via L\u00e1ctea<\/td><td>~2.5&#215;10<sup>17<\/sup>&nbsp;km<br>(26,000 anos-luz)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Per\u00edodo gal\u00e1ctico<\/td><td>~2.26&#215;10<sup>8<\/sup>&nbsp;anos<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Velocidade<\/td><td>~220 km\/s (em torno do centro da Via L\u00e1ctea)<\/td><\/tr><tr><td><strong>CARACTER\u00cdSTICAS F\u00cdSICAS<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Di\u00e2metro<\/td><td>1.392&#215;10<sup>6<\/sup>&nbsp;km<br>(109 Terras)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Achatamento dos p\u00f3los<\/td><td>~9&#215;10<sup>6<\/sup><\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>\u00c1rea da superf\u00edcie<\/td><td>6.09&#215;10<sup>12<\/sup>&nbsp;km<sup>2<\/sup><br>(11,900 Terras)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Volume<\/td><td>1.41&#215;10<sup>18<\/sup>&nbsp;km<sup>3<\/sup><br>(1,300,000 Terras)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Massa<\/td><td>1.9891&#215;10<sup>30<\/sup>&nbsp;kg<br>(332,950 Terras)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Densidade<\/td><td>1.408 g\/cm<sup>3<\/sup><\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Gravidade \u00e0 superf\u00edcie<\/td><td>273.95 m.s<sup>-2<\/sup><br>(27.9 g)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Velocidade de escape \u00e0 superf\u00edcie<\/td><td>617.7 km\/s<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Temperatura \u00e0 superf\u00edcie<\/td><td>5780 K<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Temperatura da coroa<\/td><td>5 MK<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Temperatura aproximada do n\u00facleo<\/td><td>15.7&#215;10<sup>6<\/sup>&nbsp;K<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Luminosidade (L<sub>S<\/sub>)<\/td><td>3.827&#215;10<sup>26<\/sup>&nbsp;J.s<sup>-1<\/sup><\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Intensidade m\u00e9dia (I<sub>S<\/sub>)<\/td><td>2.009&#215;107 W.m<sup>-2<\/sup>.sr<sup>-1<\/sup><\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Idade<\/td><td>4.5&#215;10<sup>9<\/sup>&nbsp;anos<\/td><\/tr><tr><td><strong>CARACTER\u00cdSTICAS DA ROTA\u00c7\u00c3O<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Inclina\u00e7\u00e3o do eixo<\/td><td>7.25\u00ba (em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ecl\u00edptica)<br>67.23\u00ba (em rela\u00e7\u00e3o ao plano gal\u00e1ctico)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Ascens\u00e3o recta do P\u00f3lo Norte<\/td><td>286.13\u00ba<br>(19h 4 min 31.2 s)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Declina\u00e7\u00e3o do P\u00f3lo Norte<\/td><td>63.87\u00ba<\/td><\/tr><tr><td>Per\u00edodo de rota\u00e7\u00e3o no equador<\/td><td>25.3800 dias<br>(25 d 9 h 7 min 12\u00b18s)<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Velocidade de rota\u00e7\u00e3o no equador<\/td><td>7189 km\/h<\/td><\/tr><tr><td><strong>COMPOSI\u00c7\u00c3O FOTOSF\u00c9RICA<\/strong><\/td><\/tr><tr><td>Hidrog\u00e9nio<\/td><td>73.46%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>H\u00e9lio<\/td><td>24.85%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Oxig\u00e9nio<\/td><td>0.77%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Carbono<\/td><td>0.29%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Ferro<\/td><td>0.16%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>N\u00e9on<\/td><td>0.12%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Nitrog\u00e9nio<\/td><td>0.09%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Sil\u00edcio<\/td><td>0.07%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Magn\u00e9sio<\/td><td>0.05%<\/td><\/tr><tr><\/tr><tr><td>Enxofre<\/td><td>0.04%<\/td><\/tr><\/tbody><\/table>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\"><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"649\" height=\"500\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/jarro_helios.gif\" alt=\"\" data-id=\"1696\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/jarro_helios\/\" class=\"wp-image-1696\"\/><figcaption>Figura 5 &#8211; O deus grego do Sol, Helios, visto conduzindo uma quadriga em fogo pelos c\u00e9us, pintado num vaso exposto no British Museum em Londres. Mais tarde, veio a ser substitu\u00eddo por Apollo. O equivalente a Helios na mitologia romana \u00e9 Sol. \nCr\u00e9dito: British Museum<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"506\" height=\"649\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/manchas_galileu.gif\" alt=\"\" data-id=\"1698\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/manchas_galileu\/\" class=\"wp-image-1698\"\/><figcaption>Figura 6 &#8211; Uma das observa\u00e7\u00f5es mais perturbantes de Galileu, para os seus contempor\u00e2neos, foram as manchas no Sol. As manchas solares s\u00e3o \u00e1reas relativamente frias que aparecem negras devido ao contraste entre a superf\u00edcie mais brilhante e quente do Sol. J\u00e1 tinham sido observadas antes, a olho nu, mas eram geralmente associadas com algo na atmosfera da Terra ou algum planeta que transitava o disco do Sol no c\u00e9u. Na realidade, alguns dos cr\u00edticos de Galileu tentaram explicar as manchas como sat\u00e9lites que giravam em torno do Sol. Galileu observou as manchas moverem-se dias ap\u00f3s dias. Tamb\u00e9m notou que se movia mais rapidamente no centro do disco solar e mais devagar quando se apoximavam do limbo. Regularmente, depois de mais ou menos 2 semanas, as mesmas manchas re-apareciam no limbo oposto, movendo-se lentamente outra vez, e depois mais rapidamente no centro do disco. Galileu explicou que as manchas deveriam estar na superf\u00edcie do Sol ou ent\u00e3o muito perto que eram &#8220;transportadas&#8221; pela rota\u00e7\u00e3o do Sol. Determinou que o per\u00edodo de rota\u00e7\u00e3o seria menos de um m\u00eas.<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/soho_sol.gif\" alt=\"\" data-id=\"1702\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/soho_sol\/\" class=\"wp-image-1702\"\/><figcaption>Figura 7 &#8211; Esta imagem do Sol foi tirada a 27 de Agosto de 1997, e mostra uma grande proemin\u00eancia provocada pelos seus sinuosos campos magn\u00e9ticos. O plasma de gases ionizados est\u00e1 a uma temperatura de 150,000 F e tem um comprimento equivalente a 27 Terras.\nCr\u00e9dito: SOHO &#8211; Cons\u00f3rcio EIT, ESA, NASA<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/sol_ferro.gif\" alt=\"\" data-id=\"1703\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/sol_ferro\/\" class=\"wp-image-1703\"\/><figcaption>Figura 8 &#8211; A luz ultra-violeta emitida pelo ferro ionizado 11 vezes a temperaturas de mais de 2 milh\u00f5es de graus Fahrenheit foi usada para fazer esta imagem, registada a 22 de Setembro de 2001, data do equin\u00f3cio de Outono. Foi feita com a c\u00e2mara EIT a bordo da sonda SOHO, um observat\u00f3rio espacial que continuamente observa o Sol. Ferro ionizado 11 vezes \u00e9 ferro at\u00f3mico sem 11 dos seus electr\u00f5es (chamado Fe XII). Aqui os electr\u00f5es s\u00e3o afastados pelas loucas colis\u00f5es com outros \u00e1tomos que ocorrem a extremas temperaturas na coroa solar. Dado que os electr\u00f5es t\u00eam carga negativa, o \u00e1tomo de ferro ionizado da\u00ed resultante \u00e9 altamente carregado positivamente. \nCr\u00e9dito: SOHO &#8211; Cons\u00f3rcio EIT, ESA, NASA<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"1024\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/emc.gif\" alt=\"\" data-id=\"1693\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/emc\/\" class=\"wp-image-1693\"\/><figcaption>Figura 9 &#8211; Esta complexa imagem de um espectacular evento &#8211; uma grande tempestade de part\u00edculas energ\u00e9ticas do Sol &#8211; foi constru\u00edda usando dados registados pela sonda SOHO a 6 de Novembro de 1997. Quatro imagens de dois instrumentos da SOHO foram manipuladas para mostrar o Sol em ultra-violeta no centro e uma grande erup\u00e7\u00e3o de material do limbo solar \u00e0 direita. Conhecida como Ejec\u00e7\u00e3o de Massa Coronal, ou EMC, a nuvem em expans\u00e3o torna-se relativamente fria e escura no meio com limites brilhantes ainda ligados \u00e0 superf\u00edcie solar. Prot\u00f5es altamente energ\u00e9ticos atingiram o detector da SOHO, causando os riscos brancos. A imagem cobre uma \u00e1rea de aproximadamente 21.7 milh\u00f5es de qil\u00f3metros (32 raios solares).\nCr\u00e9dito: SOHO &#8211; LASCO &#8211; Cons\u00f3rcio EIT, ESA, NASA<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"625\" height=\"956\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/terramoto_solar.gif\" alt=\"\" data-id=\"1705\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/terramoto_solar\/\" class=\"wp-image-1705\"\/><figcaption>Figura 10 &#8211; Um sismo de magnitude 11 registado no Sol, imediatamente seguido de uma proemin\u00eancia solar moderada. Este foi o primeiro sismo registado no Sol, mas apenas porque os astr\u00f3nomos tinham acabado de descobrir como os descobrir usando a sonda SOHO. Ondas escuras do sismo podem ser vistas na figura do lado. A magnitude e evolu\u00e7\u00e3o destes sismos proporciona-nos informa\u00e7\u00e3o sobre a natureza das proemin\u00eancias, a superf\u00edcie do Sol e at\u00e9 do seu interior. \nCr\u00e9dito: A. G. Kosovichev (Stanford), MDI, SOHO, ESA, NASA<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"730\" height=\"560\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/regiao_activa.gif\" alt=\"\" data-id=\"1701\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/regiao_activa\/\" class=\"wp-image-1701\"\/><figcaption>Figura 11 &#8211; Uma grande e inesperada regi\u00e3o de manchas solares atravessou o Sol em Julho de 2004. A regi\u00e3o activa \u00e9 local de rios de plasma quente, proemin\u00eancias explosivas, fortes campos magn\u00e9ticos, uma poderosa ejec\u00e7\u00e3o de massa coronal (EMC) e um grupo de manchas solares t\u00e3o grande que p\u00f4de ser observado a olho nu sem amplia\u00e7\u00e3o. De facto, esta regi\u00e3o era maior que V\u00e9nus, aquando do tr\u00e2nsito de 8 de Junho de 2004. O grupo foi denominado AR 10652. Os i\u00f5es energ\u00e9ticos do grupo 652 impactaram na atmosfera e criaram raras auroras p\u00farpuras.\nCr\u00e9dito: Jack Newton<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"671\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/mancha_solar-1024x671.gif\" alt=\"\" data-id=\"1697\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/mancha_solar\/\" class=\"wp-image-1697\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/mancha_solar-1024x671.gif 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/mancha_solar-300x196.gif 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/mancha_solar-768x503.gif 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 12 &#8211; Esta espectacular imagem mostra detalhes espectaculares e misteriosos perto da regi\u00e3o central escura de uma mancha solar com o tamanho de um planeta. S\u00e3o vis\u00edveis filamentos brilhantes que se estendem at\u00e9 \u00e0 mancha, representando um fen\u00f3meno solar anteriormente desconhecido. Registada a 15 de Julho de 2002. \nCr\u00e9dito: SST, Academia Real Sueca de Ci\u00eancias<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"753\" height=\"499\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/espiculas.gif\" alt=\"\" data-id=\"1694\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/espiculas\/\" class=\"wp-image-1694\"\/><figcaption>Figura 13 &#8211; Imagine um cano t\u00e3o largo como a Pen\u00ednsula Ib\u00e9rica e t\u00e3o longo como metade da Terra, que est\u00e1 cheio de g\u00e1s e que se move a 50,000 quil\u00f3metros por hora. Mais, imagine que n\u00e3o \u00e9 feito de metal mas \u00e9 um campo magn\u00e9tico transparente. \u00c9 apenas uma das milhares de jovens esp\u00edculas do Sol. Os dados indicam que duram mais ou menos cinco minutos. Tamb\u00e9m indicam, pela primeira vez, que a causa das esp\u00edculas uma esp\u00e9cie de ondas sonoras que viajam pela superf\u00edcie mas que se escapam at\u00e9 \u00e0 atmosfera do Sol. \nCr\u00e9dito: SST, Academia Real Sueca de Ci\u00eancias, LMSAL<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"608\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/granulos-1024x608.gif\" alt=\"\" data-id=\"1695\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/granulos\/\" class=\"wp-image-1695\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/granulos-1024x608.gif 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/granulos-300x178.gif 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/granulos-768x456.gif 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 14 &#8211; Qu\u00e3o liso \u00e9 o Sol? O telesc\u00f3pio solar das Can\u00e1rias, permite obter imagens de caracter\u00edsticas com menos de 100 km de comprimento na superf\u00edcie do Sol. Quando apontado para o seu limite, estes come\u00e7am a bloquear-se uns aos outros, indicando a sua verdadeira natureza em tr\u00eas dimens\u00f5es. Na imagem temos pontes-de-luz que sobem 500 km acima de manchas solares (topo). Tamb\u00e9m s\u00e3o vis\u00edveis gr\u00e2nulos, cada com 1000 km, e pequenas regi\u00f5es brilhantes conhecidas como f\u00e1culas.\nCr\u00e9dito: G. Scharmer (ISP, RSAS), Laborat\u00f3rio Solar Lockheed-Martin<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"749\" height=\"597\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/minimo_maximo.gif\" alt=\"\" data-id=\"1699\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/minimo_maximo\/\" class=\"wp-image-1699\"\/><figcaption>Figura 15 &#8211; A diferen\u00e7a entre o m\u00ednimo e o m\u00e1ximo solar \u00e9 facilmente distingu\u00edvel atrav\u00e9s destas duas imagens. O ciclo dura cerca de 11 anos. O \u00faltimo m\u00e1ximo ocorreu em 2000-2001, e estamos agora a entrar numa situa\u00e7\u00e3o de calma. O que n\u00e3o quer dizer que esporadicamente o Sol n\u00e3o tenha &#8220;ataques de raiva&#8221;, como aconteceu com as grandes tempestades solares de 2004. No princ\u00edpio de 2005, foram produzidas grandes regi\u00f5es de liberta\u00e7\u00e3o de EMCs, evento este que originou a maior quantidade de electr\u00f5es energ\u00e9ticos desde 1989.\nCr\u00e9dito: Observat\u00f3rio Nacional Solar em Sacramento Peak.<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"603\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/passos_eclipse-1024x603.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1700\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/passos_eclipse\/\" class=\"wp-image-1700\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/passos_eclipse-1024x603.jpg 1024w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/passos_eclipse-300x177.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/passos_eclipse-768x452.jpg 768w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/passos_eclipse.jpg 1852w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Figura 16 &#8211; Apenas na escurid\u00e3o de um eclipse solar total \u00e9 que conseguimos observar facilmente da Terra a coroa do Sol. Mas capturar os detalhes subtis e as diferen\u00e7as no brilho vis\u00edveis a olho nu s\u00e3o notoriamente dif\u00edceis de fotografar. Nesta s\u00e9rie de fotografias tiradas durante o eclipse de 11 de Agosto de 1999 tamb\u00e9m podemos observar algumas proemin\u00eancias no limbo do Sol.\nCr\u00e9dito: Pavel e Roman Cagas<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"694\" height=\"483\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/sol_venus.gif\" alt=\"\" data-id=\"1704\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/sol_venus\/\" class=\"wp-image-1704\"\/><figcaption>Figura 17 &#8211; Esta fotografia do tr\u00e2nsito de V\u00e9nus de 8 de Junho de 2004 foi registada em Estugarda, Alemanha, com filtro H-alpha. O filtro transmite levemente apenas a luz vermelha dos \u00e1tomos de hidrog\u00e9nio sobre-aumenta a cromosfera solar &#8212; a regi\u00e3o na atmosfera do Sol mesmo acima da sua fotosfera ou a superf\u00edcie normalmente vis\u00edvel. Aqui, o disco negro de V\u00e9nus parece imitar uma grande mancha solar que parece demasiado redonda.\nCr\u00e9dito: Stefan Seip<\/figcaption><\/figure><\/li><li class=\"blocks-gallery-item\"><figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"595\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/aurora_boreal.jpg\" alt=\"\" data-id=\"1692\" data-link=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/sol\/aurora_boreal\/\" class=\"wp-image-1692\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/aurora_boreal.jpg 800w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/aurora_boreal-300x223.jpg 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/aurora_boreal-768x571.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\" \/><figcaption>Figura 18 &#8211; As auroras do m\u00eas de Novembro de 2004 ficam para a hist\u00f3ria como das mais fant\u00e1sticas de sempre. As v\u00edvidas cores auroras da aurora s\u00e3o provavelmente causadas pelo alto oxig\u00e9nio e hidrog\u00e9nio atmosf\u00e9rico reagindo com os electr\u00f5es que chegam do Sol. Frequentemente, quando vistas do espa\u00e7o, um completa aurora pode circular um dos p\u00f3los magn\u00e9ticos da Terra. Fotografia tirada num dos muitos pequenos lagos do Wisconsin Central, na parte Este da Am\u00e9rica do Norte.\nCr\u00e9dito: Chris VenHaus<\/figcaption><\/figure><\/li><\/ul>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Figura 1 &#8211; O Sol, fotografado a partir da esta\u00e7\u00e3o espacial Skylab, em 1973. A imagem mostra uma das maiores proemin\u00eancias jamais registadas.Cr\u00e9dito: NASA O Sol \u00e9 uma estrela G2 normal, uma das mais de 100 mil milh\u00f5es de estrelas na nossa gal\u00e1xia. 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