{"id":940,"date":"2017-01-29T18:07:57","date_gmt":"2017-01-29T18:07:57","guid":{"rendered":"http:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/?page_id=940"},"modified":"2025-01-07T13:37:00","modified_gmt":"2025-01-07T12:37:00","slug":"astronomia-pre-historica","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/astronomia-pre-historica\/","title":{"rendered":"Astronomia Pr\u00e9-hist\u00f3rica"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde tempos imemoriais o homem olhou o c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Logo ap\u00f3s a forma\u00e7\u00e3o das primeiras sociedades, \u00e0 noite em torno das fogueiras que serviam de prote\u00e7\u00e3o \u00e0s sociedades primitivas, os primeiros seres humanos ter\u00e3o visto os pontos luminosos que existem no c\u00e9u e ter-se-\u00e3o questionado sobre a origem e significado dos mesmos. Ao longo de s\u00e9culos, essas pequenas velas c\u00f3smicas inspiraram poetas e vision\u00e1rios, que nelas viam o sonho e o almejado atingir de um estado de gra\u00e7a divino.<br><br>A hist\u00f3ria da Astronomia est\u00e1 por isso intimamente ligada \u00e0 hist\u00f3ria do pr\u00f3prio\u00a0<em>Homo Sapiens<\/em>, enquanto esp\u00e9cie capaz de estruturar sociedades e de construir conhecimento a partir da transmiss\u00e3o de informa\u00e7\u00e3o de gera\u00e7\u00e3o para gera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Muito antes da inven\u00e7\u00e3o da escrita, j\u00e1 o c\u00e9u se constitu\u00eda como um importante recurso cultural entre as sociedades primitivas por todo o Mundo. Os comerciantes mar\u00edtimos navegavam pelas estrelas, as comunidades agr\u00edcolas usavam-nas para saber quando deviam semear as suas culturas, sistemas ideol\u00f3gicos ligavam determinados objetos celestes a eventos c\u00edclicos que associavam quer a entidades terrenas como divinas e come\u00e7aram a existir algumas t\u00e9cnicas preditivas de determinados eventos, como por exemplo, os eclipses.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Existem alguns exemplos em que \u00e9 clara a integra\u00e7\u00e3o dos objetos celestes em culturas pr\u00e9-hist\u00f3ricas. Por exemplo, foram encontradas m\u00e1scaras em que \u00e9 clara a integra\u00e7\u00e3o de elementos celestes nas mesmas; esse tipo de motivos continua patente em muitas tribos primitivas actuais (ver Figura 1).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"988\" height=\"834\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/mascara.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1554\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/mascara.png 988w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/mascara-300x253.png 300w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/mascara-768x648.png 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 988px) 100vw, 988px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 1 &#8211; Esp\u00edrito da Lua dos&nbsp;<em>Inuit<\/em>. O rebordo em torno da m\u00e1scara representa o ar, os aros representam os n\u00edveis do cosmos e as penas representam as estrelas. Nesta cultura \u00c1rctica a Lua fornece a maior parte da luz durante os meses de inverno pelo que ocupa um lugar proeminente na sua cultura.<br>Cr\u00e9dito: Hoskins,1997 <\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\n\nTer\u00e3o as culturas pr\u00e9-hist\u00f3ricas europeias tido uma cultura quasi-cient\u00edfica de observa\u00e7\u00f5es precisas, que levassem mesmo \u00e0 previs\u00e3o de certos eventos? Ao longo da Europa existem restos megal\u00edticos, constru\u00eddos nos terceiro e segundo mil\u00e9nios antes de Cristo, que cont\u00eam alinhamentos que foram elaborados por raz\u00f5es astron\u00f3micas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sir Norman Lockyer (Figura 2), um astr\u00f3nomo ingl\u00eas do s\u00e9culo XX, afirmou a este respeito:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><em>Pela minha parte, considero que \u00e9 agora completamente inequ\u00edvoco, que os nossos antigos monumentos foram constru\u00eddos para marcar os locais de nascente e poente de certos corpos celestes.<\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"438\" height=\"505\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/norman_lockyer.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1555\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/norman_lockyer.png 438w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/norman_lockyer-260x300.png 260w\" sizes=\"auto, (max-width: 438px) 100vw, 438px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 2 &#8211; Sir Norman Lockyer.<\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O tipo de alinhamentos referidos por Lockyer encontra-se patente em diversos monumentos megal\u00edticos, dos quais o mais proeminente \u00e9 Stonehenge (Figura 3).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O alinhamento de Stonehenge ao meio-dia do solst\u00edcio \u00e9 talvez a maior manifesta\u00e7\u00e3o da Astronomia dos nossos antepassados. N\u00e3o \u00e9 prov\u00e1vel, apesar da precis\u00e3o que se verifica com certas efem\u00e9rides astron\u00f3micas, que Stonehenge tenha funcionado como observat\u00f3rio astron\u00f3mico, no sentido atual do termo, sendo mais prov\u00e1vel que tenha sido um local de culto para rituais pag\u00e3os ligados a essas mesmas efem\u00e9rides. O eixo do alinhamento de Stonehenge encontra-se na dire\u00e7\u00e3o do nascer-do-Sol no solt\u00edcio de inverno, e em dire\u00e7\u00e3o ao p\u00f4r-do-Sol no solst\u00edcio de ver\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"388\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/stonehenge.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1556\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 3 &#8211; Stonehenge.<br>Cr\u00e9dito: Hoskins, 1997 <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"640\" height=\"388\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/stonehenge_2.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1557\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 4 &#8211; Reconstitui\u00e7\u00e3o do que ter\u00e1 sido o aspeto de Stonehenge no segundo mil\u00e9nio antes de Cristo.<br>Cr\u00e9dito: North, 1994 <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Elementos megal\u00edticos deste tipo s\u00e3o comuns na Gr\u00e3-Bretanha, encontrando-se os c\u00edrculos exteriores constitu\u00eddos por 27 ou 28 pedras, que representam a dura\u00e7\u00e3o do ciclo lunar. A Figura 4 representa uma reconstitui\u00e7\u00e3o de Stonhenge, considerado como c\u00edrculo de pedras estruturado de forma padr\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em Portugal, existe um monumento megal\u00edtico deste tipo, pr\u00f3ximo de \u00c9vora: o Cromeleque dos Almendres (coordenadas geogr\u00e1ficas: 38\u00b0 33.45291&#8217;N 08\u00b0 03.67664&#8217;W). <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"694\" height=\"431\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/cromeleque_almendres.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1558\" srcset=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/cromeleque_almendres.png 694w, https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/cromeleque_almendres-300x186.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 694px) 100vw, 694px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\"> Figura 5 &#8211; Cromeleque de Almendres. <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> O Cromeleque dos Almendres constitui a maior planta neol\u00edtica da Peninsula Ib\u00e9rica, com 92 menires parcialmente trabalhados formando c\u00edrculos e alinhamentos relacionados com efem\u00e9rides astron\u00f3micas. <\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"wp-block-heading\">Constela\u00e7\u00f5es<\/h4>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O olhar para o c\u00e9u desde cedo levantou a quest\u00e3o da sua organiza\u00e7\u00e3o. De facto, a necessidade do Homem organizar e catalogar a informa\u00e7\u00e3o est\u00e1 patente no nosso quotidiano em quase todas as \u00e1reas de atividade. Quando entramos num supermercado, por exemplo, sabemos que se num expositor se encontram massas, provavelmente nesse expositor n\u00e3o haver\u00e1 leite. Tal como se criou os mapas para nos orientarmos ao n\u00edvel do solo, o Homem criou cartas celestes para se orientar atrav\u00e9s dos c\u00e9us. Nas cartas celestes, as constela\u00e7\u00f5es s\u00e3o o equivalente aos pa\u00edses dos mapas e as estrelas o equivalente \u00e0s povoa\u00e7\u00f5es. <\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"374\" height=\"376\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/constelacoes_thmb.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1562\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"376\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/constecoes_figuras_thmb.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1563\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 6 &#8211; Constela\u00e7\u00f5es do Hemisf\u00e9rio Norte. A &#8211; Os tra\u00e7os de uni\u00e3o que permitem constru\u00edr figuras imagin\u00e1rias; B &#8211; Na Antiguidade chegavam mesmo a atribuir formas tridimensionais em torno dos tra\u00e7os da uni\u00e3o. <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As constela\u00e7\u00f5es s\u00e3o padr\u00f5es que os seres humanos percepcionaram a partir da distribui\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria das estrelas vis\u00edveis no c\u00e9u \u00e0 vista desarmada. Representam a proje\u00e7\u00e3o de figuras ou imagens com relev\u00e2ncia social, tecnol\u00f3gica ou mitol\u00f3gica para aqueles que as inventaram na \u00e9poca em que viviam. Originalmente refletiam uma cren\u00e7a supersticiosa que os c\u00e9us continham entidades ou divindades que no passado, presente ou futuro, poderiam afetar o destino humano. Esta cren\u00e7a ainda hoje se mant\u00e9m com uma estranha ades\u00e3o popular \u00e0 astrologia. As estrelas de uma dada constela\u00e7\u00e3o n\u00e3o t\u00eam normalmente qualquer rela\u00e7\u00e3o f\u00edsica entre elas e podem encontrar-se a dist\u00e2ncias completamente diferentes da Terra. Para os astr\u00f3nomos atuais as constela\u00e7\u00f5es s\u00e3o auxiliares de mem\u00f3ria que permitem saber melhor as coordenadas num\u00e9ricas e ter uma ideia aproximada de qual \u00e9 a \u00e1rea do c\u00e9u que est\u00e1 a ser referida numa conversa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A nossa abordagem vai considerar sobretudo as constela\u00e7\u00f5es ocidentais; no entanto, n\u00e3o deve ser esquecido que existem diversas formas tradicionais de definir as constela\u00e7\u00f5es para al\u00e9m destas. Por exemplo, as cartas celestes chinesas tinham 28 casas lunares e 122 agrupamentos de constela\u00e7\u00f5es. Os \u00edndios dos Andes possu\u00edam uma s\u00e9rie de nomes de constela\u00e7\u00f5es, tal como os navegadores da Polin\u00e9sia.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"274\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/centauro.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1564\"\/><\/figure>\n<\/div>\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"310\" src=\"https:\/\/ccvalg.pt\/astronomia\/wordpress\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/sagitario.gif\" alt=\"\" class=\"wp-image-1565\"\/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Figura 7 &#8211; Concep\u00e7\u00e3o das Constela\u00e7\u00f5es. Na Antiguidade atribu\u00edram nomes do seu quotidiano ou do seu imagin\u00e1rio \u00e0s constela\u00e7\u00f5es. Hoje seria poss\u00edvel imaginar objetos. A &#8211; Centauro; B &#8211; Sagit\u00e1rio. <\/figcaption><\/figure>\n<\/div>\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Houveram tentativas audaciosas de redesenhar todo o c\u00e9u: por exemplo, Julius Schiller no seu&nbsp;<em>Coelum Stellatum Christianum<\/em>&#8230;, publicado em Augsburgo em 1627, tentou substituir os s\u00edmbolos pag\u00e3os por santos crist\u00e3os, baseado nos mesmos agrupamentos de estrelas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A vers\u00e3o atual das constela\u00e7\u00f5es come\u00e7ou a ser tra\u00e7ada por Ptolomeu, que compilou as cren\u00e7as anteriores \u00e0 sua exist\u00eancia no primeiro cat\u00e1logo real de estrelas, o\u00a0<em>Almagest<\/em>. Diz-se frequentemente que todos os nomes tradicionais de estrelas como &#8220;Aldebar\u00e3&#8221; ou &#8220;Betelgeuse&#8221; s\u00e3o de origem \u00e1rabe, mas isto \u00e9 simplificar demasiadamente a quest\u00e3o, pois os nomes das estrelas t\u00eam in\u00fameras origens lingu\u00edsticas, tendo os nomes das estrelas do Hemisf\u00e9rio Sul, como por exemplo &#8220;Acrux&#8221;, sido atribu\u00eddos na Idade Moderna. O cat\u00e1logo de Ptolomeu continha 48 constela\u00e7\u00f5es incluindo j\u00e1 as mais famosas e espetaculares como Orionte, Touro, P\u00e9gaso, entre outras.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Com o passar do tempo, as constela\u00e7\u00f5es foram ilustradas em v\u00e1rios manuscritos, especialmente nos manuscritos \u00e1rabes. Em 1482 surgiu a primeira edi\u00e7\u00e3o de&nbsp;<em>Poeticon Astronomicon<\/em>&nbsp;de Caius Julius Hyginus, o primeiro livro a conter representa\u00e7\u00f5es impressas das constela\u00e7\u00f5es mais proeminentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desde ent\u00e3o t\u00eam sido escritos imensos livros dedicados \u00e0 descri\u00e7\u00e3o e representa\u00e7\u00e3o das constela\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para um astrof\u00edsico, a constela\u00e7\u00e3o \u00e9 uma regi\u00e3o contida dentro de limites definidos em fun\u00e7\u00e3o da ascens\u00e3o reta e da declina\u00e7\u00e3o que se encontram na \u00e1rea onde os antigos imaginavam as figuras que deram o nome \u00e0 constela\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde tempos imemoriais o homem olhou o c\u00e9u. 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